Alimentação

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"O azeite de oliva é rico em fenóis (antioxidantes) e em ácido graxo monoinsaturado, sendo que o último atua no aumento da taxa do colesterol 'bom' (HDL), benéfico para as artérias", explica Maurício Jordão, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo Fernando Moraes/Folha Imagem Mais

Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que, a cada ano, 17,3 milhões de pessoas morrem em todo o mundo vítimas de doenças cardiovasculares. A estimativa é que, em 2030, o total de mortes possa chegar a 23,6 milhões. Apesar de todos os avanços, as doenças cardiovasculares ainda são a principal causa de morte em todo o mundo. "Daí a importância cada vez maior de se encontrar alternativas para prevenir o aparecimento de qualquer problema cardiovascular", avisa o cardiologista Maurício Jordão, do Hospital Samaritano de São Paulo. Assim, hábitos alimentares saudáveis são muito importantes e o azeite, quando bem utilizado, traz muitos benefícios Thinkstock Mais

Claro que consumir azeite não basta para cuidar do coração. É sempre bom lembrar que a prática regular de exercícios físicos aeróbicos é a medida mais efetiva para elevar os níveis de HDL, o 'colesterol bom', orienta o cardiologista Maurício Jordão, do Hospital Samaritano de São Paulo. Exercícios aliados a uma alimentação equilibrada são os principais passos para quem quer se manter saudável Ricardo Nogueira/Folhapress Mais

Muita gente diz que não faz bem à saúde aquecer o azeite. A nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês, concorda. Ela diz que, ao fazer isso, o azeite perde suas propriedades: "Elas oxidam na presença do calor e da luz. O azeite aguenta uma temperatura de até 175º C. Mais do que isso e em grandes quantidades pode até pode provocar irritação da mucosa gastrointestinal e diarreia", alerta Thinkstock Mais

Cuidado: "O azeite composto é misturado com outros tipos de óleo, que são mais ricos em gorduras saturadas, prejudiciais para o organismo se consumidas em excesso. Em alguns desses produtos compostos, somente 10% são azeite. E esses óleos não trazem tantos benefícios para o organismo como o azeite", alerta a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Divulgação Mais

Dizem que azeite é como vinho: quanto mais velho, melhor. Mas isso é um mito. "O azeite é melhor quando novo, porque muitas de suas propriedades se oxidam na presença de calor e luz", conta a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Eduardo Knapp/Folhapress Mais

O azeite extravirgem é o melhor de todos os óleos, porque possui grande quantidade de gordura monoinsaturada. "Nosso organismo precisa de gordura, principalmente para absorver algumas vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K, e a gordura monoinsaturada é a mais saudável, pois atua na prevenção de problemas cardiovasculares. Mas atenção: azeite perde os benefícios ao ser utilizado em frituras, porque não pode ser aquecido a altas temperaturas. "Nesse caso, é melhor usar o óleo de soja, que pode chegar a 240º C sem formar compostos tóxicos", diz a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Flavio Florido/Folhapress Mais

A maior vantagem do azeite extravirgem não está no sabor ou na cor. "Ele possui maior quantidade de polifenóis, que previnem oxidações biológicas, reduzindo a formação de radicais livres. Estes, por sua vez, são muito nocivos à saúde, pois são responsáveis pelo envelhecimento e por doenças degenerativas", avisa a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Rodrigo Mendes/Folha Imagem Mais

Para escolher o melhor azeite, observe rótulos e contrarrótulos dos produtos importados pelo Brasil. Um azeite embalado na origem é garantia de procedência e qualidade. Assim, fique atento às palavras "produzido" ou "engarrafado". "No primeiro caso, trata-se de um azeite produzido no local onde foi engarrafado. Já no segundo caso, trata-se de um azeite de procedência desconhecida", diz a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Thinkstock Mais

Quanto à embalagem, existem controvérsias sobre o uso de latas, mas uma coisa é certa: "A embalagem do azeite deve ser bem vedada e de cor escura", ensina a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Fernando Moraes/Folha Imagem Mais

Um bom azeite precisa ter baixa acidez e bom sabor. Porém, a acidez não tem relação com a intensidade do sabor, avalia a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Gabriela Athias/Folhapress Mais

"A cor do azeite não está diretamente ligada ao seu sabor, aroma ou qualidade, uma vez que ela depende do tipo e do estado de maturação da azeitona. Um azeite verde é obtido da prensagem de azeitonas ainda verdes, enquanto um azeite dourado provém da prensagem de azeitonas maduras. Além disso, o azeite é geralmente obtido a partir de uma mistura de variedades de azeitonas, com diferentes graus de maturação", ensina a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Divulgação Mais

Dentro da ampla gama de azeites disponíveis no mercado, eleja o seu em função da maneira como vai utilizá-lo na cozinha e do seu gosto pessoal. Cada um tem características próprias, e isto não quer dizer que um seja melhor do que o outro. "Com o uso frequente, é possível aprender a selecionar um azeite até mesmo pelo aspecto sensorial", conta a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Adriano Vizon/Folhapress Mais

O azeite é um óleo e, portanto, possui muitas calorias, como qualquer outro. Assim, deve-se evitar o consumo exagerado. "Mesmo os alimentos mais saudáveis devem ser ingeridos moderadamente. Duas colheres de sopa por dia é a quantidade máxima recomendada", indica a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Thinkstock Mais

Azeite de oliva e azeite de dendê são totalmente diferentes, em benefícios, sabor e cor. "O azeite de dendê possui gordura saturada. A única vantagem do tradicional ingrediente baiano é a quantidade maior de vitamina A, importante para a visão. Nos demais benefícios, o azeite de oliva é o campeão", ensina a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas, do Hospital Sírio Libanês Thinkstock Mais

"Aromatizar um bom azeite (extravirgem e de baixa acidez) não muda suas qualidades, desde que o processo de aromatização seja industrial e não caseiro", afirma a nutricionista Juliana Ruas Dal'Mas. Já a chef Alessandra Abud, do Gaeta Masseria, afirma: "Azeites aromatizados são interessantes. Isso porque, com a adição de ervas e especiarias, é possível tornar um azeite ainda mais especial. A qualidade não sofre interferências, desde que se escolha um produto de boa qualidade, de preferência de oliva extravirgem" Divulgação Mais

Saiba um pouco mais sobre o azeite e faça a melhor escolha

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