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Rio vacina profissionais de educação e segurança mesmo com decisão do STF

As decisões de incluir os grupos de trabalhadores entre as prioridades feitas por prefeitos continuam valendo - RICARDO MORAES/REUTERS
As decisões de incluir os grupos de trabalhadores entre as prioridades feitas por prefeitos continuam valendo Imagem: RICARDO MORAES/REUTERS

Do UOL, em São Paulo

04/05/2021 20h35

A cidade do Rio de Janeiro continua a vacinar contra a covid-19 trabalhadores da educação e das forças de segurança, mesmo após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de tirar os grupos das prioridades de vacinação. Segundo a prefeitura, por se referir ao decreto estadual, a decisão não afeta o calendário unificado dos municípios do Rio de Janeiro, Maricá, Niterói e Itaguaí.

A decisão monocrática do ministro Ricardo Lewandowski suspendeu uma liminar que havia sido concedida pelo TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) e que autorizava a inclusão de professores e agentes de segurança nos grupos prioritários.

O magistrado atendeu pedido da defensoria pública, que argumentou que o decreto do governador Cláudio Castro colocava em perigo idosos e pessoas com comorbidades, devido ao risco de falta de vacinas. Porém, as decisões de incluir os grupos de trabalhadores entre as prioridades feitas por prefeitos continuam valendo.

Atualmente, entre o grupo de profissionais, estão sendo vacinados na capital fluminense trabalhadores da saúde, da educação, dos serviços de limpeza urbana, guardas municipais, motoristas e cobradores de ônibus e de transporte escolar, policiais civis, policiais militares, bombeiros e agentes penitenciários.

A vacinação destes grupos acontece combinada a critérios etários. Nesta quarta-feira, acontece a imunização de mulheres e homens com 54 anos ou mais.

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