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Barbosa propõe no Conselhão limitar aumento do gasto público

28/01/2016 17h06

 

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff coordena a 44 Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A presidenta Dilma Rousseff coordena a 44ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, propôs hoje (28), durante participação no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, criar um limite legal para o crescimento do gasto público e estabelecer margem fiscal legal para acomodar flutuações de receita. A informação foi divulgada pela página do conselho na rede social Twitter. A reunião do Conselhão ocorre neste momento no Palácio do Planalto em Brasília e é fechada para a imprensa.

Segundo postagens sobre a reunião no Twitter, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o BC tem atuado para assegurar estabilidade e bom funcionamento dos mercados. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse que o comércio exterior é fator muito importante para a recuperação da atividade econômica.

A presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral, disse, durante a reunião, que é de fundamental importância a continuidade das políticas que valorizam as conquistas sociais. O presidente do Sistema OCB (cooperativas), Márcio Lopes de Freitas, destacou a importância das políticas de financiamento e renda, comercial e de tecnologia.

"Juntos com os demais setores empresariais temos debatido propostas para enfrentar a crise", disse Miguel Torres, presidente da Força Sindical. Alberto Broch, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), defendeu o desenvolvimento com fortalecimento da agricultura familiar, políticas de educação e cooperativismo.

Esta é a primeira reunião do Conselhão do ano, formado por ministros do governo e representantes da sociedade civil, empresariado e de centrais sindicais. O grupo não se reunia há um ano e meio. A reunião de hoje conta com a presença da presidenta Dilma Rousseff.