Violência no Rio

Combate ao tráfico de drogas deixa 1.700 crianças sem aula no Rio

Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

  • Antonio Scorza/UOL

Mais de 1.700 crianças de quatro escolas da rede municipal de ensino, uma creche e um Espaço de Desenvolvimento Infantil (EDI) ficaram sem aulas hoje (17) nos turnos da manhã e da tarde, devido a uma operação conjunta das polícias civil e militar no Complexo da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, para cumprimento de mandados de prisão.

A operação Esparta II conta com mais de 700 policiais civis e militares e é um desdobramento de uma ação feita em 24 de setembro do ano passado, a partir da prisão de 27 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas na região.

A operação é coordenada pelo delegado de polícia Reginaldo Guilherme, titular da delegacia da Penha.
Segundo ele, com o prosseguimento das investigações e a realização de um trabalho de inteligência desenvolvido pela 22ª Delegacia de Polícia, foi possível identificar outros traficantes atuantes nas comunidades e pedir suas prisões que foram decretadas pela Justiça.

Em nota, a Polícia Civil informou que, além dos policiais da 22ª delegacia, a ação conta com o apoio do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Polícia Pacificadora.A ação para combater o tráfico de drogas ocorre no Complexo da Penha (Parque Proletário e Vila Cruzeiro), e também nas comunidades da Fazendinha e Nova Brasília.

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