Justiça determina que denúncias contra Emanoel Araújo no Facebook sejam retiradas

Em documento emitido pela Tribunal de Justiça de São Paulo, os autores das denúncias de assédio do curador, ativista e diretor do Museu Afro do Brasil Emanoel Araujo poderão ser multados por postagens no Facebook.

Na última terça-feira, Araujo rebateu denúncias que estariam ligadas à demissão da funcionária Renata Felinto, criticada por Araújo no programa Roda Viva da TV Cultura, exibido no dia 18 de dezembro. O diretor, contudo, não quis comentar o caso particular da ex-funcionária, que teria movido uma ação trabalhista e recebido indenização do museu. Mais tarde, o massagista Felinto dos Santos escreveu um post intitulado "Emanoel Araujo: Abusador com salvo conduto a nos evocar memórias de capitães do mato." Em seguida, foi a vez de Newman Costa, que trabalhou no museu e conheceu o diretor em 2006.

Segundo decisão assinada pelo Juiz de Direito Dr. Fabio Aguiar Munhoz Soares, a empresa Facebook será acionada para que exclua postagens consideradas ofensivas e eventuais compartilhamentos, juntamente com o bloqueio de novas postagens caso contrário "corre-se o sério risco de macular irremediavelmente, imagem do autor (Emanoel Araujo), pessoa pública."

O documento ainda prevê multa diária no valor de R$ 1.000, em caso de descumprimento.

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