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Museu Nacional faz campanha on-line para restaurar ossada de dinossauro de 13 m

O "Maxakalisaurus topai" no museu, em meados dos anos 2000 - Bruno Domingos/Reuters
O "Maxakalisaurus topai" no museu, em meados dos anos 2000 Imagem: Bruno Domingos/Reuters

Roberta Jansen

Rio

13/05/2018 17h00

O Museu Nacional, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), no Rio, acaba de lançar uma campanha de financiamento coletivo para restaurar o Maxakalisaurus  topai, o maior esqueleto de dinossauro da instituição, que completa 200 anos este ano. No final do ano passado, um ataque de cupins destruiu a base onde estava montado o exemplar do dinossauro.

O esqueleto completo era um dos maiores sucessos da exposição permanente do museu e foi visto por nada menos que um milhão de pessoas. A sala incluía uma detalhada pesquisa relacionada ao ambiente onde o animal vivia. O diretor do museu, Alex Kellner, espera arrecadar R$ 30 mil até junho para restaurar o esqueleto.

O dinossauro herbívoro viveu durante o período Cretáceo, há cerca de 80 milhões de anos. Media cerca de 13 metros de comprimento e podia pesar até nove toneladas.

Os primeiros fósseis do animal foram encontrados na Serra da Boa Vista, a aproximadamente 45 quilômetros da cidade de Prata, na região conhecida como Triângulo Mineiro, em Minas Gerais. Após votação popular, passou a ser chamado também de Dinoprata, em homenagem ao município onde foi encontrado.

A campanha de financiamento está disponível para participação na plataforma Benfeitoria, clicando aqui. É possível doar a partir de R$ 20,00.

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