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As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (26/04)

26/04/2020 05h52

As principais notícias sobre a pandemia de coronavírus (26/04) - Mundo tem mais de 2,9 milhões de casos e quase 206 mil mortes. Novos óbitos voltam a subir nos EUA , caem na Itália. Argentina estende quarentena, mas prevê flexibilização. Escolas italianas só devem reabrir em setembroResumo deste domingo (26/04):


Mundo tem mais de 2,96 milhões de casos, quase 206 mil mortes e 875 mil recuperados
Brasil soma 61.888 infecções e 4.205 mortes, segundo Ministério da Saúde
EUA registram mais 2.494 mortes; total passa de 53 mil
China anuncia mais 11 casos e 11º dia consecutivo sem registrar mortes


Transmissão encerrada. As atualizações estão no horário de Brasília:

18:00 – Montadoras planejam retomada de produção

A gigante automobilística alemã Volkswagen anunciou que reativará na segunda-feira a linha de montagem em suas instalações na cidade de Wolfsburg. À medida que a Alemanha vai flexibilizando certas medidas de confinamento, as montadoras BMW e Mercedes-Benz também planejam reiniciar a produção em suas fábricas no país.

16:30 – Número de novas mortes na Itália volta a cair

Neste domingo, a Itália apresentou 260 mortos pela covid-19 num prazo de 24 horas. Trata-se do número mais baixo desde 14 de março, informaram as autoridades competentes. Na véspera haviam sido registrados 415 óbitos. O terceiro país mais atingido pela pandemia, depois dos Estados Unidos e a Espanha, totaliza assim 26.644 vítimas do Sars-cov-2. O número de infectados na Itália aumentou em 2.300 casos, alcançando 197.700.

16:00 – Boris Johnson retorna a Londres

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, retornou à sede do governo, no nº 10 da Downing Street, em Londres, após numa semana internado em hospital com covid-19, e duas semanas convalescendo em sua residência de campo. Antes, Londres divulgara que ele voltaria ao trabalho nesta segunda-feira. O ministro do Exterior Dominic Raab, que vem chefiando o governo em caráter interino, confirmou que Johnson está pronto para reassumir.

15:00 – Alemanha destina verbas a países pobres

O governo alemão vai disponibilizar 300 milhões de euros para a luta contra o coronavírus em países pobres. Assim, o país presta uma contribuição significativa para o apelo global da Organização das Nações Unidas, comunicou o Ministério do Exterior em Berlim. As verbas se destinam aos setores de saúde, abastecimento de água e esgoto, assim como à logística de organizações humanitárias, entre outros fins.

12:50 - China tentou influenciar governo alemão em meio à pandemia

O governo alemão confirmou que diplomatas chineses fizeram lobby para que autoridades do país europeu divulgassem comentários positivos sobre a forma com que a China tem lidado com a pandemia.

"O governo alemão está ciente dos contatos individuais feitos diplomatas chineses com o objetivo de obter declarações positivas sobre a gestão do coronavírus pela República Popular da China", declarou o Ministério do Interior, em uma carta enviada a uma deputada do Partido Verde, que questionou o governo da chanceler federal Angela Merkel sobre o tema.

O governo afirmou ainda que "não atendeu aos pedidos” e disse que do ponto de "vista do governo federal alemão, a transparência tem um papel chave na luta contra a pandemia”. "Deixamos isso claro à República Popular da China", diz a resposta do governo.

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11:10 - Polícia de Berlim dispersa manifestação contra quarentena

A polícia de Berlim dispersou neste sábado (25/04) uma manifestação ilegal que pedia o fim das medidas de isolamento social impostas pelo governo alemão para conter a pandemia de coronavírus.

Cerca de 1.000 pessoas participaram do protesto, que se concentrou na Praça Rosa Luxemburgo, na região central de Berlim. Segundo as autoridades, 105 pessoas foram brevemente detidas ou tiveram seus dados registrados pela polícia.

Elas devem sofrer sanções por violação das regras de quarentena. A polícia também informou que deve indiciar alguns participantes por divulgação de símbolos ou mensagens anticonstitucionais e agressões contra policiais. Pelo menos cinco policiais ficaram feridos no sábado.

Houve também o registro de um protesto similar em Stuttgart, que atraiu cerca de 300 pessoas.

Há pelo menos um mês, a capital alemã vem sendo palco de protestos semanais contra as medidas de isolamento social, que incluem proibição de grandes eventos, fechamento de escolas e de parte do comércio.

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08:15 - Espanha registra mais 288 mortes – número mais baixo desde 18 de março

Dados do Ministério da Saúde da Espanha apontam que o país registrou mais 288 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas. É a contagem mais baixa desde 18 de março, quando o país passou a registrar mais de 300 mortes diárias, com picos acima de 900 falecimentos. No total, o país acumula 23.190 mortos por covid-19.

08:11 - Escolas italianas só devem reabrir em setembro

O governo da Itália afirmou que só pretende reabrir as escolas do país em setembro para não comprometer a "saúde das crianças" devido à pandemia de covid-19. A informação foi confirmada pelo premiê Giuseppe Conte numa entrevista publicada hoje pelo jornal La Repubblica.

"A escola está no centro das nossas ideias e será reaberta em setembro. Todos os cenários preparados por um comité de especialistas previam altos riscos de contágio em caso de reabertura (antes de setembro) das escolas", afirmou Conte.

"É a saúde das nossas crianças que está em jogo", acrescentou o premiê. As escolas estão fechadas desde o início de março devido à epidemia de covid-19, que já matou mais de 26.000 vidas no país, o mais atingido na Europa.

Conte confirmou também que o governo trabalha num plano de desconfinamento dos italianos e de reabertura da atividade industrial a curto prazo, a partir de 4 de maio.

"Estamos trabalhando para permitir a reabertura de uma boa parte das empresas, do setor da indústria transformadora ao da construção, a partir de 4 de maio", assegurou o chefe do governo italiano.

O plano vai ser anunciado "o mais tardar no início da próxima semana", adiantou, advertindo que as empresas devem assegurar "o cumprimento rigoroso dos protocolos de segurança", como o distanciamento social e o uso de máscaras.

07:30 - Johnson voltará ao trabalho na segunda-feira

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, deve retomar na segunda-feira o comando do executivo do país, depois de ter se recuperado de uma infecção pelo novo coronavírus, informou um porta-voz. O retorno de Johnson a Downing Street, a sede do governo, ocorre em um momento em que o país registra mais de 20 mil mortes por covid-19.

O premiê ficou afastado três semanas. Ele foi o primeiro líder mundial a ser oficialmente diagnosticado com a doença, em 26 de março. Inicialmente, ele mostrou sintomas ligeiros de tosse e febre, o que lhe permitiu continuar a trabalhar numa fase inicial do período de isolamento. Mas o agravamento do seu estado de saúde fez com que fosse internado em 5 de abril, e chegou a permanecer três noites na UTI.

06:00 - Argentina estende quarentena até 10 de maio, mas prevê leve flexibilização

O governo argentino anunciou a quarta fase da quarentena total para frear a pandemia de coronavírus com flexibilizações para as pessoas saírem, por uma hora, até 500 metros das suas casas, em cidades com menos de 500 mil habitantes.

"Vamos autorizar que qualquer pessoa possa sair em torno de 500 metros da sua casa para fins recreativos, mas não desportivos. Vão poder andar e tomar ar por uma hora diariamente, mas não correr nem andar de bicicleta", esclareceu o presidente Alberto Fernández.

Para metade da população que vive nos grandes centros urbanos do país com mais de 500 mil habitantes, como Buenos Aires, Córdoba, Rosário, Santa Fé, Mar del Plata, Tucumán e Mendoza, a quarentena vai continuar com restrição total. A quarentena na Argentina foi imposta em 20 de março e essa é a terceira prorrogação anunciada pelo governo.

Porém, para a outra metade da população que vive nas cidades com menos de 500 mil pessoas, onde não houve registo de casos nos últimos dias, começa uma fase de flexibilização. A decisão de como administrar essa flexibilização caberá aos governadores de cada província.

"Agora começa uma nova fase. Deixamos nas mãos dos governadores o controle de quais atividades poderão abrir. Vamos permitir que metade da população se mobilize", anunciou Fernández.

O presidente, no entanto, ressaltou cinco requisitos que deverão ser cumpridos pelos governadores que flexibilizarem as atividades: o tempo de duplicação do número de casos não poderá ser inferior a 15 dias, o sistema de saúde tem de ser capaz de atender a procura, a avaliação demográfica e a vulnerabilidade social da área, a garantia de que apenas metade da população possa sair de casa a cada dia e zonas livres de transmissão comunitária.



05:50 - EUA registram mais 2.494 mortes; total passa de 53 mil

Os Estados Unidos registaram mais 2.494 mortes nas últimas 24 horas por covid-19, quase o dobro em relação ao dia anterior, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

No total, 53.511 pessoas morreram nos Estados Unidos. O número de infectados subiu para 936.293, com pouco mais de 96 mil pessoas sendo consideradas curadas.

Os Estados Unidos são o país com maior número de mortos por covid-19 e de casos confirmados no mundo.


05:42 - China anuncia mais 11 casos e 11º dia consecutivo sem registrar mortes

A China anunciou hoje 11 novos casos de pessoas com covid-19, mas destacou que o país não registrou nenhuma nova morte pelo 11º dia consecutivo.

A contagem oficial chinesa elevou para 82.827 o número de pessoas infectadas.

Cinco dos novos casos ocorreram na província de Heilongjiang, uma área da fronteira nordeste com a Rússia que vem sofrendo um aumento de infecções.

Outro caso ocorreu na província de Guangdong, que faz fronteira com Macau e Hong Kong. Outros cinco foram importados.

As autoridades chinesas informaram também que mil pessoas testaram positivo, mas não apresentam nenhum sintoma, encontrando-se sob observação médica, mas fora da contagem confirmada de casos.


05:35 - França fica próxima das 23 mil mortes por Covid-19 após 369 novas vítimas

A França chegou a 22.614 mortes por Covid-19, após os 369 novos óbitos registrados nas últimas 24 horas, dos quais 198 ocorreram em hospitais, num total de 14.050 nesses centros médicos, de acordo com o boletim divulgado na noite de sábado pelas autoridades locais.

As outras 8.564 mortes ocorreram em casas de repouso e centros de dependência, embora, neste caso, o aumento de 171 casos não implique que as mortes ocorreram nesse período, pois o governo recebe seus dados gradualmente.

O Ministério da Saúde francês disse que 28.222 pessoas ainda estão hospitalizadas, embora o saldo entre internações e altas continue negativo, com 436 pacientes a menos neste momento.

O número de internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) continua em queda, com um total de 4.725 pessoas, 145 a menos do que ontem.

Desde o início da epidemia, 87.254 pessoas foram hospitalizadas na França, mais de 15 mil delas em UTIs e 124.114 casos do novo coronavírus foram confirmados, acrescentou o Ministério, lembrando da importância de respeitar o confinamento previsto até 11 de maio. EFE


Resumo de sábado (25/04):


Mundo tem quase 2,87 milhões de casos, mais de 201 mil mortes e 793 mil recuperados
Brasil soma 58.509 infecções e 4.016 mortes, segundo Ministério da Saúde
Alemanha acumula mais de 150 mil casos de covid-19
França e Espanha anunciam relaxamento de restrições
Reino Unido ultrapassa marca de 20 mil mortos


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