Hillary agradece mulheres e afro-americanos por vitória na Carolina do Sul

Washington, 27 fev (EFE).- A ex-secretária de Estado e candidata à indicação presidencial democrata Hillary Clinton agradeceu às mulheres e aos afro-americanos por seu papel na arrasadora vitória deste sábado nas primárias na Carolina do Sul.

"Esta vitória é pelos pais e pelos professores da Carolina do Sul rural. As mulheres e as pessoas de cor, os jovens e os trabalhadores que querem romper as barreiras que evitam que este país atinja seu potencial mas alto", afirmou Hillary em seu discurso de vitória para seus eleitores.

Com 30% dos votos apurados, a ex-primeira dama tem 75,4%, contra 24% de seu rival, o senador independente por Vermont Bernie Sanders.

À espera dos resultados oficiais totais, as projeções indicam que Hillary obteve um apoio arrasador de mais de 80% entre os afro-americanos que votaram nas primárias democratas, que alcançaram um número de participação recorde.

Hillary agradeceu o apoio de cinco mães de afro-americanos mortos pela violência das armas e do racismo, e prometeu que se for presidente promoverá o investimento em "comunidades de cor", assim como uma reforma da Justiça e do sistema de prisões.

Os afro-americanos apresentam um grande índice de jovens presos por pequenos crimes, algo que está relacionado com a falta de oportunidades, de educação e de recursos econômicos.

Hillary parabenizou seu rival pela "grande campanha" que está realizando, que por enquanto lhe deu uma vitória em New Hampshire.

Sanders conseguiu se aproximar de Hillary nas quatro primárias realizadas até o momento, mas agora precisaria de vitórias importantes na próxima terça-feira, quando serão realizadas 12 primárias democratas simultâneas.

Em seu discurso, Hillary afirmou que a partir de hoje sua campanha tem uma dimensão nacional e confiou em manter sua sequência de vitórias para iniciar uma política que "derrube barreiras".

A ex-primeira-dama disse que na Casa Branca lutará para dar oportunidades aos americanos e encerrar os abusos das corporações.

Além disso, assegurou que trabalhará para manter as "conquistas" do presidente Barack Obama, que deixará a Casa Branca em janeiro de 2017 após as eleições de novembro.

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