EUA retiram famílias de funcionários consulares por risco de atentados

Da EFE, em Istambul

  • DHA via AP

    No dia 25 de outubro, explosão deixou pelo menos 10 feridos na cidade de Antalya

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As autoridades americanas decidiram retirar as famílias dos funcionários que trabalham no consulado de Istambul, segundo uma advertência publicada neste sábado (29) no site da embaixada dos Estados Unidos na Turquia.

"O Departamento de Estado atualiza sua advertência a respeito de viagens para refletir a decisão, tomada em 29 de outubro de 2016, de ordenar a saída dos familiares dos funcionários destinados no consulado geral americano em Istambul", diz o texto.

A decisão foi tomada "com base em informações de segurança que indicam que há grupos extremistas que continuam com intensos esforços para atacar cidadãos americanos nas regiões de Istambul onde vivem ou que frequentam".

A nota acrescenta que, no entanto, "o consulado se mantém aberto e com todo o pessoal em seus postos", além de especificar que a decisão "se aplica ao consulado geral americano em Istambul, e não a outras legações diplomáticas na Turquia".

A nota não esclarece qual ideologia os grupos terroristas suspeitos de planejar estes ataques seguem, apesar de incluir uma advertência genérica para viagens às províncias do sudeste da Turquia, que vivem uma guerra civil entre a guerrilha curda esquerdista e as forças da ordem turcas.

A guerrilha curda não dirigiu ataques contra alvos norte-americanos, apesar de terem ocorrido atentados esporádicos de facções marxistas.

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