Prefeito de Londres diz que "respostas" sobre origem do incêndio serão dadas

Em Londres

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, disse nesta quarta-feira que "as muitas perguntas" sobre a origem do incêndio ocorrido em um bloco de apartamentos da cidade, onde morreram várias pessoas, terão "as respostas".

Em uma declaração à imprensa, o prefeito trabalhista elogiou "a grande resposta" dos bombeiros, que chegaram ao local para sufocar o fogo "em menos de seis minutos" e disse que agora as autoridades se "centram" nos trabalhos de "busca e resgate" no imóvel de 24 andares, onde ainda há pessoas presas.

"Nos próximos dias surgirão muitas perguntas sobre a causa desta tragédia e quero assegurar ao londrinos que obteremos todas as respostas", apontou o político sobre o fato, no qual pelo menos 50 pessoas foram hospitalizadas por ferimentos.

Khan apontou que nos trabalhos de resgate já houve "alguns progressos para chegar à parte mais alta" do bloco e que "os especialistas estruturais que estão no local agora dizem que o edifício é seguro", perante os temores iniciais de que o imóvel poderia desabar.

"Agora nos centramos nos trabalhos de busca e resgate", afirmou.

O prefeito acrescentou que enquanto essas tarefas prosseguem, as autoridades assegurarão de "proporcionar refúgio àqueles que tiveram que abandonar seus lares, e às propriedades que estão nas imediações".

Em um comunicado na sua conta do Twitter, Khan também apontou que "mais de 250 bombeiros estão" atendendo o incidente, além de "mais de 100 médicos, bem como 100 policiais".

No imóvel acidentado, no qual presumivelmente havia centenas de pessoas no momento em que começaram as chamas, trabalham além disso 45 caminhões equipados com água.

Após o início do incêndio, por volta das 0h15 local (21h15, em Brasília), pelo menos 20 ambulâncias foram enviadas às imediações do bloco, que foi isolado pelos agentes, e que conta com 120 apartamentos nos quais estima-se que moram cerca de 500 pessoas, muitas delas famílias jovens.

Alguns residentes que escaparam com vida denunciaram que em nenhum momento os alarmes de incêndio obrigatórios soaram, enquanto uma associação de moradores afirma que já tinha avisado à Câmara municipal sobre a falta de segurança no bloco.

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