Zoológico sueco afirma ter sacrificado nove filhotes de leão por falta de espaço

Berlim, 14 jan (EFE).- O diretor do zoológico sueco de Boras, Bo Kjellson, afirmou que a instituição sacrificou nove filhotes de leão saudáveis por problemas de espaço, e após ter tentando colocá-los em outros lugares, sem sucesso.

"É difícil explicar, mas é certo que não podemos manter determinados animais no nosso zoológico", justificou Kjellson à emissora de televisão sueca "SVT", após a divulgação da notícia de que essa medida foi tomada durante anos com filhotes do felino.

Dos 13 animais existentes nesse parque desde 2012, que foram apresentados aos meios de comunicação com grande orgulho e inclusive receberam nomes próprios, restam apenas dois, segundo o jornal sueco "Aftonbladet".

Segundo Kjellson, a falta de espaço faz com que cresça o potencial de agressão no grupo dos leões, o que gera a necessidade de sacrificá-los, apesar de se tratar de animais jovens e saudáveis.

Apesar de serem filhotes, não podem ser considerados "bebês" uma vez que logo começam a desenvolver caráter de "adultos jovens", segundo o diretor do zoológico, razão pela qual é necessário "separá-los" do grupo.

A notícia desses sacrifícios causou polêmica nos meios de comunicação escandinavos, que lembram que no passado ocorreram casos parecidos, tanto com leões como com outras espécies animais, seja por falta de espaço ou outras razões.

Em 2014 houve uma onda de indignação quando uma girafa chamada Marius foi sacrificada e esquartejada em um zoológico de Copenhague, e seus restos servidos como alimento aos leões perante o olhar de grupos de visitantes.

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