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Justiça mantém ordem de vacinas para funcionários da educação em NY

16.fev.2021 - Pessoas caminham em rua de Nova York, perto de Wall Street - Brendan McDermid/Reuters
16.fev.2021 - Pessoas caminham em rua de Nova York, perto de Wall Street Imagem: Brendan McDermid/Reuters

28/09/2021 18h00

Com vitória em um tribunal federal de apelações, a cidade de Nova York conseguiu manter a ordem para que os funcionários do sistema educacional se vacinem, em meio a protestos dos que se recusam a serem imunizados contra a covid-19.

Um painel de três juízes reverteu uma decisão de um juiz federal que no fim de semana passado congelou temporariamente a ordem da cidade para que seus funcionários da educação sejam vacinados.

O prefeito Bill de Blasio havia emitido uma ordem, que afetava mais de 150 mil pessoas, entre elas professores e trabalhadores do maior sistema educacional dos Estados Unidos, para que todos recebam ao menos uma dose de vacina até 27 de setembro.

O tribunal emitiu a decisão apenas no dia limite para o cumprimento da ordem, que o prefeito prorrogou até sexta-feira, motivo pelo qual a exigência entrará em vigor na próxima segunda-feira.

A decisão foi tomada em um momento em que funcionários que se recusam a ser vacinados protestaram na noite de segunda-feira contra a ordem.

De acordo com os dados fornecidos ao prefeito pelos sindicatos que representam os trabalhadores, um grande número cumpriu a ordem: cerca de 97% dos diretores das escolas e 95% dos educadores já foram vacinados.

O Departamento de Educação celebrou a decisão do tribunal federal: "Está do lado certo da lei e (esta decisão) protegerá os nossos estudantes e funcionários".

Essa decisão do tribunal também chegou em meio a outra batalha para conseguir que os profissionais de saúde do estado cumpram a ordem de vacinação.

A situação, que coloca os trabalhadores em risco de perderem os seus empregos, levou a governadora Kathy Hochul a assinar na segunda-feira uma ordem executiva que permite mobilizar os membros da Guarda Nacional com formação em cuidados de saúde para substituir os trabalhadores sanitários que se recusam a vacinar.

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