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    • SP [5110]; São Paulo [5106];
    • Notícias [35976]; Mata Atlântica [32586]; Orgânicos [13737];
Fotos

A Ilha do Bororé é um bairro localizado no extremo sul de São Paulo, a cerca de 30 km do centro da cidade, e fica dentro da APA (Área de Proteção Ambiental) Bororé-Colônia. O caminho mais fácil para acessá-la é pelo bairro do Grajaú, de onde sai uma balsa, que é gratuita. A embarcação atravessa um curto trecho da represa Billings e é comum pegar fila, especialmente aos finais de semana de calor Lucas Lima/UOL Mais

A capacidade da balsa da Ilha do Bororé é para dez carros pequenos, sendo que ônibus e ambulâncias têm preferência. Somente uma linha de transporte público atende o bairro, por isso muita gente faz a travessia a pé, de bicicleta ou de motocicleta. Embora seja conhecido como "ilha", o bairro é uma península, pois um de seus lados tem ligação com o continente Lucas Lima/UOL Mais

A estrada do Bororé é o ponto de início da principal via do bairro, a única asfaltada. Nela ficam os pontos de ônibus, que passam a cada meia hora Lucas Lima/UOL Mais

Apesar de a placa indicar o caminho para a marginal Pinheiros, esta importante via de rodagem da capital paulista fica bem longe, a cerca de 20 km Lucas Lima/UOL Mais

Uma das referências turísticas da Ilha do Bororé é a Capela de São Sebastião, construída em 1904. Mantida nas cores azul e branco, ela tem atividades religiosas pelo menos duas vezes por semana. Fica logo na entrada do bairro Lucas Lima/UOL Mais

De acordo com moradores do Bororé, este é um dos primeiros estabelecimentos comerciais que funcionou no bairro: um bar, ao lado da igrejinha de São Sebastião, com parte de sua estrutura em madeira Lucas Lima/UOL Mais

A única linha de ônibus que entra no bairo é a 6L11-10 - Ilha do Bororé/Terminal Grajaú. Os veículos passam a cada meia hora pelos pontos Lucas Lima/UOL Mais

Mulher espera pelo único ônibus que circula pela Ilha do Bororé, em um ponto instalado na via principal do bairro. Na lateral, uma das várias estradas de terra e cascalho que levam a sítios e chácaras Lucas Lima/UOL Mais

Vista da balsa do Bororé, ao fundo, durante a travessia por um trecho da represa Billings. As piscinas são do Sítio Paiquerê, que aluga parte de sua estrutura para eventos e produz alimentos orgânicos Lucas Lima/UOL Mais

Painel decorativo do Sítio Paiquerê, local onde o proprietário, o italiano José Milani, desejava abrir um cassino nos anos 1960 Lucas Lima/UOL Mais

Peça em bronze decora a área onde se planejava construir um cassino no Sítio Paiquerê, nos anos 1960. Nas mãos da escultura, uma pomba (simbolizando a paz) e um ramo (simbolizando a riqueza) Lucas Lima/UOL Mais

Detalhe de um dos painéis decorativos na área de piscinas do Sítio Paiquerê Lucas Lima/UOL Mais

Trator estacionado no Sítio Paiquerê, onde a família proprietária decidiu investir no cultivo de alimentos orgânicos Lucas Lima/UOL Mais

Área de lazer no Sítio Paiquerê que foi desenhada por um dos alunos do arquiteto e paisagista Burle Marx, amigo do dono da propriedade Lucas Lima/UOL Mais

Tomi Kunikawa, filha de José Milani, assumiu a administração do sítio, onde mora com a mãe, a filha e o irmão. A família investe na produção de alimentos orgânicos Lucas Lima/UOL Mais

Tomi Kunikawa, filha de José Milani, assumiu a administração do sítio, onde mora com a mãe, a filha e o irmão. A família investe na produção de alimentos orgânicos Lucas Lima/UOL Mais

Tomi mostra o maracujá azedo, um dos alimentos orgânicos produzidos no sítio Lucas Lima/UOL Mais

Na horta, Tomi combina vários tipos de vegetais e observa se dá certo. A agricultora mostra duas etapas da berinjela japonesa, que ela acha mais suave do que a tradicional Lucas Lima/UOL Mais

Valéria Macoratti, criada na zona leste de São Paulo, mudou-se para a região do Bororé há 11 anos, porque queria "viver no mato". Sem nenhuma experiência no campo, ela fez cursos, começou a cultivar orgânicos e hoje é a presidente de uma cooperativa de produtores rurais Lucas Lima/UOL Mais

De tanto acolher animais abandonados em casa, Valéria tem hoje uma "família" de bichos, entre eles o gato Jorge (um dos nove felinos no sítio) Lucas Lima/UOL Mais

Da sala de casa, é possível acompanhar tudo o que acontece na horta orgânica e no local onde ficam alguns dos animais. As galinhas, por exemplo, foram "atacadas" por um cachorro que estava de passagem pelo sítio enquanto Valéria recebia a equipe de reportagem do UOL Lucas Lima/UOL Mais

O casal de jumentos e sua "filhota" nascida há seis meses recebem comida produzida no sítio Lucas Lima/UOL Mais

"Me falaram que eu sou doida", diz Valéria sobre a quantidade de bichos que mantém no sítio. Além de gatos e jumentos, ela e Vânia, sua companheira, cuidam de 50 cachorros adotados Lucas Lima/UOL Mais

A horta de orgânicos do sítio produz alimentos que depois são vendidos em feiras livres de São Paulo, como a do parque Ibirapuera Lucas Lima/UOL Mais

A família de jumentos em seu recinto no sítio Lucas Lima/UOL Mais

Sementes de milho de pipoca de diferentes cores e formatos são testadas na plantação orgânica Lucas Lima/UOL Mais

A frase na parede de entrada do sítio é um lembrete para uma das principais preocupações ambientais na Ilha do Bororé, que é uma região de mananciais, riachos e rios, importante abastecedora de água Lucas Lima/UOL Mais

Ilha do Bororé, um refúgio natural em São Paulo

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