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Cotidiano

Prefeituras do Acre e de São Paulo lideram em número de funcionários com carteira assinada

Hanrrikson de Andrade

Do UOL, no Rio

13/11/2012 10h06

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta terça-feira (13), mostram que os governos municipais de Acre (35,6%) e de São Paulo (27,9%) possuem, respectivamente, os maiores percentuais de funcionários contratados com carteira assinada. A estatística considera os trabalhadores vinculados à administração direta, isto é, subordinados a órgãos do poder municipal, tais como secretarias.

Já os maiores percentuais de pessoal "sem vínculo permanente" encontravam-se nos estados do Pará (30,9% ou 79.120) e do Amazonas (29,7% ou 32.561).

Segundo a nova edição da Pesquisa de Informações Básicas Municipais, a Munic 2011, o total de funcionários contratados pelas prefeituras dos 5.565 municípios no país cresceu em relação a 2009, atingindo 5.960.709 pessoas. Destes, a maioria trabalhava na administração direta (94,6% ou 5.637.624 de pessoas), enquanto apenas 5,4% (323.165) estavam na administração indireta (empresas e fundações).

Na administração direta, 63,7% (3.592.240) eram servidores estatutários (servidores públicos) --com destaque para a região Centro-Oeste, com 72,3% (350.477), seguida por Sul (70,2% ou 531.362), Nordeste (62,5% ou 1.150.577), Sudeste (61,1% ou 1.246.170) e Norte (60,9% ou 313.654). Entre os Estados, o Distrito Federal liderava em percentual de pessoas empregadas sob o regime estatutário: 84,7% ou 86.939.

Escolaridade

Os dados da Munic com relação aos níveis de escolarização do pessoal ocupado na administração direta revelam que, no país, 38,0% (2.143.618 de servidores) possuíam o nível médio, 25,9% (1.459.173) tinham ensino superior e 6,1% (343.690) pós-graduação. No entanto, 20,7% (1.168.347) possuíam apenas nível fundamental e 1,7% (96.043) não tinham instrução.

Norte (41,7% ou 124.569) e Nordeste (41,2% ou 353.744) detinham os maiores percentuais de servidores com nível médio. Os níveis mais elevados de escolarização (superior e de pós-graduação) concentravam-se nas regiões Sul (39,8% ou 300.597), Sudeste (36,8% ou 752.583) e Centro-Oeste (32,4% ou 156.665). Amapá (69,9% ou 2.324) e Roraima (55,2% ou 2.549) apresentavam os maiores índices do pessoal ocupado com nível médio.

Distrito Federal (55,4% ou 56.872) e Santa Catarina (43,3% ou 80.695) detinham os mais elevados percentuais do nível superior e de pós-graduação.

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