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Em nota sobre cinegrafista, entidade chama black blocs de "assassinos"

Cinegrafista gravemente ferido é socorrido após ser atingido por bomba durante protesto contra aumento da tarifa de ônibus no centro do Rio - Leo Correa/AP
Cinegrafista gravemente ferido é socorrido após ser atingido por bomba durante protesto contra aumento da tarifa de ônibus no centro do Rio Imagem: Leo Correa/AP

Do Estadão Conteúdo, no Rio

10/02/2014 16h44

A Arfoc (Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos) do Rio de Janeiro divulgou nota sobre a morte do cinegrafista Santiago Andrade em que chama os black blocs de "assassinos". "Nós, jornalistas de imagem, exigimos que as autoridades de segurança do Estado do Rio de Janeiro instaurem, imediatamente, uma investigação criminal para apurar quem defende, financia e presta assessoria jurídica a esse grupo de criminosos, hoje assassinos, intitulados "Black Blocs", que agridem e matam jornalista e praticam uma série de atos de vandalismo contra o patrimônio público e privado."

A entidade culpa as empresas jornalísticas pela morte do profissional. "Santiago é mais uma vítima da irresponsabilidade das empresas jornalísticas, que se recusam a fornecer equipamentos de segurança, treinamento e estabelecer como regra primordial de segurança o impedimento do profissional trabalhar sozinho. É o terceiro jornalista morto durante o exercício profissional, pela violência que se banalizou no Rio de Janeiro. Até quando vamos ter que chorar e enterrar mais um companheiro?". A nota é assinada pelo presidente da Arfoc-Brasil, Luiz Hermano, e da Arfoc-Rio, Alberto Jacob Filho.

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