SP sanciona lei que proíbe criação de animais para extração de peles
O governo estadual de São Paulo sancionou nesta terça-feira (28) a lei que proíbe a criação ou manutenção de animais para extração de peles. O Projeto de Lei 616, publicado em 2011, havia sido aprovado no dia 17 de setembro na Assembleia Legislativa. A novidade chega poucos dias após a invasão de ativistas a um criadouro de chinchilas em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Suas peles seriam usadas para fazer casacos e outros acessórios.
A medida será publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (29). De acordo com o texto divulgado pelo governo de São Paulo, o Brasil é um dos maiores produtores e o segundo maior exportador de peles de chinchila do mundo, atrás apenas da Argentina.
Mesmo com o combate das organizações não-governamentais defensoras dos animais, a indústria da moda voltou recentemente a aderir a roupas e produtos com peles de animais. Segundo o site Fashionista.com, 70% dos estilistas utilizaram peles em suas coleções de inverno em 2013.
A nova lei paulista prevê multa, por animal, de 500 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (UFESP) --o equivalente a mais de R$ 10 mil-- para a empresa que descumprir a lei, e o dobro no caso de reincidência.
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