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Mãe de ativista morta nos EUA está preocupada com violência

11.agosto.2017 - Manifestação da extrema-direita nos Estados Unidos - Edu Bayer/NYT
11.agosto.2017 - Manifestação da extrema-direita nos Estados Unidos Imagem: Edu Bayer/NYT

Do UOL, em São Paulo

17/01/2020 16h46

A mãe da ativista que morreu após ser atropelada por um neonazista em Charlottesville, em 2017, afirmou hoje que está preocupada com "incitamento à violência" que ronda uma nova manifestação da extrema-direita, em Richmond, na Virginia.

Susan Bro, que criou e dirige uma instituição em homenagem à filha Heather Heyer, foi bem clara aos manifestantes da extrema-direia. "Para quem planeja a violência: fique bem longe de Richmond", afirmou ao jornal britânico The Independent.

Hoje mais cedo, o FBI prendeu três neonazistas que portavam uma metralhadora e planejavam realizar um ataque na manifestação de Richmond, que está marcada para a próxima segunda-feira.

Bro contou que ela mesmo possui armas, mas que ela tem acompanhado uma "retórica extremamente violenta" por conta da próxima manifestação pró-armas.

Essa manifestação acontece depois que o governador da Virgínia, Ralph Northam, aprovou uma lei de armas mais dura.

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