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'Não perdoaremos': veja principais falas de Biden sobre atentando

Colaboração para o UOL, em São Paulo

26/08/2021 20h29Atualizada em 26/08/2021 22h50

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez um pronunciamento hoje após os ataques com explosivos que mataram ao menos 60 afegãos e 13 militares americanos nos arredores no aeroporto de Cabul, no Afeganistão.

Além de pedir um minuto de silêncio pelas vítimas, o líder da Casa Branca afirmou que os Estados Unidos "não esquecerão nem perdoarão" o atentado, reivindicado pelo grupo Estado Islâmico-Khorasan, e que oferecerá mais assistência ao militares que coordenam a retirada das tropas americanas do país. Veja abaixo mais frases do discurso de Biden.

Retirada das tropas

Essa missão é extremamente perigosa. Por isso, nós temos que limitar essa missão. Como general McKenzie disse, essa operação foi criada para ser rápida e operada sob intenso estresse e ataque. Estamos em contato com os comandantes no local o tempo todo, e eles deixaram claro que nós devemos e podemos concluir essa missão.


Sobre o ataque com explosivos

Nós não seremos detidos pelo terrorismo, nós continuaremos o processo de retirada. Ordenei comandantes para que façam planos para atacar lideranças e instalações do Estado Islâmico-Khorasan. Nós vamos responder com força e precisão, no nosso tempo, no lugar que escolhemos, na nossa maneira de escolher


Terrorismo

Os terroristas do Estado Islâmico não vão ganhar. Nós vamos resgatar os americanos. Nós vamos tirar de lá nossos aliados afegãos. E nossa missão vai continuar. Os Estados Unidos não serão intimidados


'Não perdoaremos'

Para aqueles que realizaram este ataque, assim como para qualquer um que deseje mal à América, saibam: Não perdoaremos. Nós não esqueceremos. Vamos caçá-lo e fazê-los pagar. Defenderei nossos interesses com todas as medidas que estiverem ao meu alcance

Sobre o objetivo dos militares no Afeganistão

Nunca enxerguei que deveríamos sacrificar vidas americanas para estabelecer um governo democrático no Afeganistão, um paíss que nunca foi na sua história um país unido (...) Nosso interesse em entrar lá era para impedir que a Al Qaeda e Bin Laden comandassem ataques desde o Afeganistão.

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