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Colocar bebê de bruços parece não ter benefícios muito claros

Bebê de bruços brinca com a mãe - Thinkstock
Bebê de bruços brinca com a mãe Imagem: Thinkstock

The New York Times

15/06/2013 07h00

Colocar os bebês para dormir de costas, recomendado desde o início da década de 1990, ajudou a reduzir a prevalência da síndrome da morte súbita infantil. Mas por conta da preocupação de que a prática pode causar atrasos no desenvolvimento motor – medido pela idade na qual os bebês conseguem se virar, mudar de posição –, os pais foram incentivados a colocar seus bebês de bruços quando eles acordam para ajudá-los a adquirir mais força no corpo.

Agora, um novo estudo, publicado em maio no periódico Early Human Development, sugere que ficar de bruços pode ser irrelevante.

Pesquisadores canadenses compararam 1.114 crianças nascidas entre 1990 e 1992, pouco antes da campanha "dormir de costas" começar, com 351 crianças nascidas 20 anos depois. Eles não encontraram nenhuma diferença entre os dois grupos na idade em que eles se tornam propensos a se deitar de costas ou quando começaram a se virar, ou quando esses comportamentos apareceram.

Eles não foram capazes de medir o efeito do "tempo de bruços", mas consideraram que não se sabe quantos pais seguiram o processo de forma consistente e que, informalmente, a maioria dos que o fizeram tiveram dificuldade em manter seus bebês de bruços por qualquer período de tempo.

Não se sabe se ficar de bruços efetivamente ajuda ou não, disse o autor do estudo, Johanna Darrah, fisioterapeuta pediátrico da Universidade de Alberta, "a campanha para deitar as crianças de costas não afetou de forma adversa o desenvolvimento motor. O desenvolvimento motor ocorre."

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