Mulher que sobreviveu a transplante de coração morre horas após dar à luz

Colaboração para o UOL

  • Reprodução

    Caso aconteceu sete anos depois do transplante de coração

    Caso aconteceu sete anos depois do transplante de coração

Megan Moss Johnson, que morava em Ferguson (Estados Unidos) e sobreviveu a um transplante no coração, sete anos atrás, morreu na última terça-feira logo depois de ter um bebê. A informação foi divulgada pelo site norte-americano St. Louis Post-Dispatch.

Durante o ensino médio, Megan desenvolveu um vírus que levou a miocardite (inflamação do coração). Ela se recuperou, mas algumas complicações, incluindo insuficiência cardíaca congestiva e pneumonia, a levaram a um transplante de coração quando ela tinha 23 anos.

Megan estava casada com o músico Nathan Jonhson e se mudou para Nashville, onde nasceu a garota Eilee Kate na terça-feira pela manhã. Um amigo contou ao site que ela ficou por seis horas com o bebê antes de perder a consciência.

Uma gravidez depois de um transplante no coração é considerada de alto risco tanto para a mãe quanto para o bebê. As mulheres são orientadas a não ficarem grávidas no primeiro ano depois do transplante, período em que as chances de rejeição são mais altas, e os tratamentos medicamentosos são mais potentes.

Os riscos de uma gravidez para a mãe que fez transplante no coração são considerados mais elevados imediatamente após o parto, devido a mudanças na circulação sanguínea e no volume que podem levar à hipertensão e coágulos sanguíneos.

Uma vaquinha virtual foi criada para cuidar das despesas que a família terá e já alcançou US$ 343 mil. Boa parte do dinheiro será reservada para os estudos da pequena Eilee Kate.

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