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9 meses

Maia, Alcolumbre e outros celebram a vacina; Bolsonaro não se manifesta

16.dez.2020 - O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de lançamento do plano nacional de vacinação contra a covid-19 no Palácio do Planalto, em Brasília  - Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo
16.dez.2020 - O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de lançamento do plano nacional de vacinação contra a covid-19 no Palácio do Planalto, em Brasília Imagem: Mateus Bonomi/AGIF/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

17/01/2021 16h42

A aprovação de vacinas contra a covid-19 no Brasil pela Anvisa foi comemorada nas redes sociais por políticos como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e o do Senado, Davi Alcolumbre (DEM). O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não se manifestou até o momento.

Foram aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a CoronaVac, aposta do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, e a vacina da Oxford/AstraZeneca, com participação da Fiocruz. Porém, a CoronaVac é a única vacina disponível neste momento no Brasil.

"A data de hoje entra para a história", escreveu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), que também parabenizou o "empenho do governador João Doria" (PSDB).

"Seja de onde for, venha de onde vier, a vacina é essencial para que possamos retomar as rédeas de nossas vidas. Vem, vacina!", escreveu Alcolumbre no Twitter.

"Parabéns, São Paulo. Xô, trevas. Xô, negacionismo. Xô, charlatões", declarou Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde do governo Bolsonaro.

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também celebrou a aprovação das vacinas: "Parabéns ao Butantã, à Fiocruz e principalmente aos que se dedicam à saúde. E não esquecer: o vírus continua a agir. Vacinem-se e continuem a evitar aglomerações. Se possível, continuem em casa. A epidemia passará, mas depende de cada um de nós ajudar"

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, parabenizou os que "lutaram por esse resultado". E acrescentou: "precisamos agora, além da aprovação emergencial de outras vacinas, de um plano e uma campanha de vacinação nacional. E o Congresso funcionando para obrigar o governo a agir".

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), que concorreu às eleições presidenciais em 2018, aproveitou a ocasião para criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido): "Vitória da ciência, mesmo com todos os entraves do negacionismo assassino de Bolsonaro!"

Bolsonaro não se manifesta

Até às 19h34 deste domingo, Bolsonaro ainda não havia se pronunciado sobre a decisão da Anvisa. O presidente, que chegou a ironizar a taxa de eficácia da CoronaVac, de 50,38% em estudos feitos no Brasil, agora depende dela para iniciar a vacinação no país.

O governo federal fez uma tentativa de trazer da Índia doses da vacina de Oxford/AstraZeneca. Adesivou um avião especialmente para a ocasião, mas acabou recebendo um "não" do país, que acabou de iniciar sua própria campanha de imunização contra a covid-19.

O senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, falou sobre a aprovação das vacinas no Twitter e destacou que a imunização não será obrigatória: "Grande dia! Agora que a Anvisa aprovou o uso emergencial de duas vacinas contra a covid-19, elas serão gratuitas e não obrigatórias a todos os brasileiros!".

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