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15 dias

Covid: Média móvel de casos fica em 35.156 e completa uma semana em queda

Brasil já teve 33.752.376 testes positivos de covid-19 notificados desde o início da pandemia - iStock
Brasil já teve 33.752.376 testes positivos de covid-19 notificados desde o início da pandemia Imagem: iStock
Mariana Durães, Hygino Vasconcellos e Ricardo Espina

Do UOL e Colaboração para o UOL, em Balneário Camboriú (SC) e em São Paulo

28/07/2022 18h40Atualizada em 28/07/2022 20h25

A média móvel de casos de covid-19 no Brasil completou uma semana em tendência de queda. Hoje o indicador ficou em 35.156. Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte.

O índice variou -40% em relação a 14 dias atrás. Se o valor fica acima de 15%, indica alta; abaixo de - 15%, significa queda, e entre 15% e -15%, sinaliza estabilidade.

A média móvel é considerada por especialistas como a maneira mais confiável para acompanhar o avanço ou o retrocesso da pandemia. O cálculo considera a média de mortes — ou de casos de infecção —, dos últimos sete dias.

Três regiões do país acompanham o cenário nacional de tendência de queda na média móvel de casos: Centro-Oeste (-46%), Nordeste (-59%) e Sudeste (-39%). Já outras duas registram estabilidade: Norte (-6%) e Sul (-12%)..

Entre as unidades da federação, uma está em alta, 4 apresentam estabilidade e 22 registram queda.

Nesta quinta-feira (28), o país também registrou 45.307 novos casos conhecidos. Desde o início da pandemia são 33.752.376 testes positivos notificados.

O Brasil teve 276 mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. A média móvel ficou em 228, e variou -9%, chegando ao 11º dia em estabilidade.

O Amapá, Mato Grosso do Sul, a Paraíba, Roraima, e o Tocantins não registraram mortes nesta quinta-feira (28). Hoje, o país também superou a marca de 678 mil óbitos, chegando ao acumulado de 678.147 vidas perdidas decorrência da doença causada pelo coronavírus.

Três regiões registram estabilidade na média móvel de mortes: Centro-Oeste (-5%), Nordeste (6%) e Sudeste (-4%). Já o Norte tem alta, de -37%, enquanto o Sul apresenta queda, de -41%..

Em relação às unidades da federação, 6 apresentam alta, 13 estão estáveis e 7 em queda.

Veja a situação por estado e no Distrito Federal

Região Sudeste

  • Espírito Santo: alta (24%)
  • Minas Gerais: estabilidade (-8%)
  • Rio de Janeiro: estabilidade (-1%)
  • São Paulo: estabilidade (-6%)

Região Norte

  • Acre: alta (100%)
  • Amazonas: alta (25%)
  • Amapá: queda (-100%)
  • Pará: alta (167%)
  • Rondônia: estabilidade (-13%)
  • Roraima: estabilidade (0%)
  • Tocantins: estabilidade (0%)

Região Nordeste

  • Alagoas: estabilidade (-13%)
  • Bahia: alta (17%)
  • Ceará: estabilidade (-8%)
  • Maranhão: estabilidade (9%)
  • Paraíba: queda (-23%)
  • Pernambuco: estabilidade (-14%)
  • Piauí: queda (-24%)
  • Rio Grande do Norte: alta (145%)
  • Sergipe: estabilidade (-6%)

Região Centro-Oeste

  • Distrito Federal: queda (-62%)
  • Goiás: estabilidade (3%)
  • Mato Grosso: queda (-19%)
  • Mato Grosso do Sul: alta (44%)

Região Sul

  • Paraná: queda (-55%)
  • Rio Grande do Sul: estabilidade (-10%)
  • Santa Catarina: queda (-43%)

Dados do governo

O Ministério da Saúde divulgou hoje (28) que o Brasil reportou 265 novas mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. A doença causou 678.069 óbitos no país desde o começo da pandemia.

Pelos números do ministério, houve 44.592 casos confirmados de covid-19 no Brasil entre ontem e hoje. Desde março de 2020, o total de infectados chegou a 33.748.985.

Segundo o governo federal, houve 32.238.057 casos recuperados da doença até agora, com outros 832.859 em acompanhamento.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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