Após a paralisação, lentamente o Rio retorna à normalidade

O sistema de transporte urbano voltou a funcionar hoje (29) no Rio de Janeiro, assim como as escolas e hospitais, além dos serviços de coleta de lixo. Porém, a prefeitura do Rio mantém o chamado "estágio de atenção", decretado há quatro dias, em decorrência dos impactos da paralisação dos caminhoneiros. Equipes do município seguem em prontidão para ações contingenciais.

Nos postos de combustíveis, as filas a espera do abastecimento são longas, e nem todos os postos têm o produto. A paralisação dos caminhoneiros também causou o contingenciamento de serviços essenciais e o bloqueio de rodovias que impediram a entrega de mercadorias, como alimentos e produtos de supermercado.

O transporte público também passou a funcionar de forma reduzida, no entanto, hoje o Consórcio BRT informou que os serviços dos corredores Transcarioca e Transolímpicao estão regulares e funcionando. Por segurança, há restrições em trecho da Transoeste. Na área do Rio Ônibus, os ônibus convencionais operam com 71% de capacidade.

Nos hospitais, os atendimentos foram reduzidos porque funcionários não conseguiram chegar ao trabalho. A redução atingiu 30% das atividades, priorizando casos de urgência e emergência. Porém, lentamente, alguns procedimentos eletivos dos pacientes internados voltam a ser realizados. Situação semelhante se repete nas unidades de Atenção Primária, que registram falta de metade dos funcionários que depende de transporte público. Há registros de dificuldades para realização de exames cujas amostras precisam ser enviadas para laboratórios.

As escolas e creches municipais também retornaram às atividades nesta terça-feira. As universidades públicas e várias privadas também fecharam suas portas nos últimos dias por causa das dificuldades causadas pela paralisação.   

O serviço de limpeza urbana, incluindo a coleta domiciliar, operações de coleta seletiva, de remoção gratuita e de poda de árvores foi regularizado, segundo a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).

Caminhoneiros protestam na Rodovia Presidente Dutra, em Seropédica, Rio de Janeiro. - Tomaz Silva/Agência Brasil

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