Contra reforma da Previdência, professores da rede estadual de SP aprovam greve

Fabio Leite

São Paulo

Os professores da rede pública estadual de São Paulo aprovaram na tarde desta quarta-feira, 15, greve da categoria para os dias 28, 29 e 30 de março em protesto contra a reforma da Previdência proposta pelo governo federal.

A paralisação foi votada em assembleia realizada pelo Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) em frente ao prédio da Secretaria Estadual da Educação, na Praça da República, centro da capital paulista. Uma nova assembleia será realizada no dia 31 de março.

Após a assembleia, centenas de professores estaduais que paralisaram nesta quarta em apoio ao movimento nacional organizado por centrais sindicais e partidos de esquerda contra a reforma seguiram a pé pela Rua da Consolação para se juntarem à manifestação realizada na Avenida Paulista.

"Não aceitaremos a reforma da Previdência e a reforma do ensino médio imposta pelo governo golpista, nem o desmonte feito pelo governo Alckmin na educação de São Paulo", disse Maria Izabel Noronha, presidente da Apeoesp.

Segundo o sindicato, mais de 70% dos professores estaduais aderiram à paralisação nacional desta quarta. Já a Secretaria da Educação afirma que apenas 3% da rede na capital foi afetada com a greve e que as aulas serão respostas.

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