Quem está de fuzil não está querendo conversar, diz Alckmin sobre ação no Morumbi

Eduardo Laguna e André Ítalo Rocha

São Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), negou falhas ou excessos e defendeu a ação policial que resultou em dez mortos após a tentativa de assalto de uma casa no Morumbi. "Quem está de fuzil não está querendo conversar. Eram criminosos fortemente armados, com munição inclusive que nem pode ser utilizada e coletes balísticos", afirmou, acrescentando que não recebeu informação sobre qualquer irregularidade cometida pelos agentes na operação.

Após participar de fórum organizado pela revista Exame, Alckmin, ao ser questionado por jornalistas sobre a ação, disse que a quadrilha vinha sendo investigada havia vários meses pelo setor de inteligência da Polícia Civil.

Segundo o governador, o grupo já tinha feito outros roubos e assaltos a bancos na capital paulista e em Indaiatuba, interior do Estado.

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