Homem que tentou matar Ronald Reagan será libertado

WASHINGTON, 27 JUL (ANSA) - John Hinckley Jr., o homem que tentou assassinar o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, em 1981, será libertado da prisão após 35 anos do crime, determinou um juiz federal nesta quarta-feira (27). "Não é mais perigoso nem para si mesmo, nem para os outros", disse o magistrado em sua sentença sobre o homem que hoje tem 61 anos. De acordo com a determinação judicial, Hinckley poderá ser libertado a partir do dia 5 de agosto e deverá morar com sua mãe, no estado da Virginia, e ficará sob monitoramento por um determinado período.   

A tentativa de homicídio ocorreu próximo a um hotel em Washington, capital dos Estados Unidos, no dia 30 de março de 1981. Além de Reagan, que foi atingido nos pulmões, o atirador acertou disparos no assessor de imprensa da Casa Branca, James Brady, o agente do serviço secreto, Tim McCarthy, e o policial Thomas Delahanty.   

Todos sobreviveram a ação, mas Brady ficou paraplégico por causa de um tiro na cabeça. Enquanto viveu, até 2014, o assessor da Casa Branca lutou por mais restrições ao acesso às armas de fogo nos EUA.   

Segundo o que foi relatado na época, Hinckley cometou o crime para impressionar a atriz Jodie Foster. Isso porque, após assistir por diversas vezes o filme "Taxi Driver", o atirador ficou apaixonado pela menina e quis que ela soubesse de sua existência. (ANSA)
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