Imagens aéreas mostram campo de refugiados que abriga 40 mil crianças sírias

Pela vista aérea, Zaatari parece uma cidade. Mas é, na verdade, o terceiro maior campo de refugiados no Oriente Médio.

Muitos daqueles forçados a deixar suas casas durante o conflito sírio se refugiaram em países vizinhos, e 80 mil deles estão vivendo agora em uma parte do deserto jordaniano.

Desse total, mais de metade são crianças.

O rei jordaniano Abdullah diz que seu país está em "ponto de ebulição" devido ao fluxo de refugiados.

O monarca disse à BBC que há uma enorme pressão sobre os serviços sociais, infraestrutura e economia da Jordânia.

"Cedo ou tarde, acho que a barragem vai estourar", alertou, ao mesmo tempo em que pediu mais ajuda internacional para os refugiados em seu país.

A Jordânia acolhe cerca de 1,5 milhão de refugiados, mais que o continente europeu inteiro.

Por isso, a ONU pede quantia de US$ 7,7 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) para financiar as operações de ajuda a 22,5 milhões de pessoas na Síria e em países vizinhos em 2016.

No entanto, em 2015, apenas 43% dos US$ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 12 bilhões) solicitados foram financiados.

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