Autor de ataque na Bélgica era monitorado por radicalização, diz imprensa

Bruxelas, 29 mai (EFE).- O homem que assassinou nesta terça-feira duas agentes da polícia e um civil na cidade de Liège, na Bélgica, antes de ser abatido pelas forças de segurança, estava sendo monitorado pelas autoridades como suspeito de radicalização islâmica, segundo a emissora pública de radiotelevisão "RTBF".

O autor do ataque era monitorado "desde 2017 pela Segurança do Estado" e era "suspeito de radicalização", indicou a emissora.

A promotoria ainda não confirmou essa informação sobre o autor dos fatos que o Ministério Público investiga como um possível caso de terrorismo e que, na véspera, teria saído com uma permissão temporária da prisão de Lantin, perto da cidade de Liège, onde cumpria pena por crimes menores.

Segundo a "RTBF", o atirador seria Benjamin Herman, um belga de 36 anos com vários antecedentes criminais por roubo, depredação de bens públicos e tráfico de drogas, que teria se radicalizado na prisão.

As autoridades responsáveis pela investigação devem oferecer uma segunda entrevista coletiva esta tarde em Liège.

Alguns veículos de imprensa, como o jornal local "Dérniere Heure", indicaram que a polícia suspeita que o suposto terrorista pode estar relacionado com a morte de um dependente químico ontem à noite no município de Marche-en-Famenne.

A promotoria, no entanto, só confirmou que ele teve envolvimento em um "ato delitivo" na segunda-feira durante a noite na província belga de Luxemburgo, onde fica a citada cidade, que faz fronteira com o Grão-ducado de Luxembrugo.

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