Salvini confirma que migrantes do "Diciotti" descerão nas próximas horas
Roma, 25 ago (EFE).- O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, confirmou neste sábado que os 138 imigrantes retidos no navio militar "Diciotti" desembarcarão nas próximas horas e serão amparados por países como Albânia e Irlanda, assim como pela Igreja católica italiana.
"Alguns imigrantes vão à Albânia, o governo albanês demonstrou ser melhor que o francês. (...) O resto dos imigrantes irá a um ou dois países mais, mas a maioria será amparada pelos bispos da Igreja italiana", disse Salvini durante um ato em Pinzolo, no norte do país.
Fontes do Ministério do Interior informaram que "daqui a pouco começarão as operações de desembarque" e os imigrantes "serão levados a um centro de Mesina", na ilha da Sicília, antes que comece sua distribuição para a Albânia e a Irlanda e sejam também amparados pela Igreja.
O porta-voz da Conferência Episcopal italiana (CEI), Ivan Maffei, confirmou à agência de notícias "Ansa" que "a Igreja italiana receberá uma centena" e ressaltou que este acordo "põe fim ao sofrimento destas pessoas".
O Ministério italiano não informou de quantas pessoas serão recebidas por Albânia e Irlanda, mas o primeiro-ministro irlandês, Simon Coveney, antecipou no Twitter que o país receberá "20 ou 25 imigrantes" do navio da Guarda Costeira italiana.
"A solidariedade europeia é importante e é o correto. O trabalho com o resto dos países da União Europeia contínua para encontrar mais soluções sustentáveis", escreveu.
Este acordo porá fim a dez dias nos quais estes imigrantes permaneceram a bordo do navio, cinco no mar e outros cinco retidos no porto de Catania.
O navio "Diciotti" resgatou no último dia 16 de agosto de 177 imigrantes no Mediterrâneo e permaneceu cinco dias no mar, até que em 20 de agosto durante a noite atracou no porto de Catania, mas o ministro do Interior, o ultradireitista Matteo Salvini, não lhes permitiu descer.
No dia 22 de agosto puderam descer 27 menores, de idades entre 14 e 17 anos, e hoje desembarcaram outros 12.
Por sua vez, Salvini afirmou que mantém sua determinação para conter os fluxos migratórios para a Itália e ressaltou que "o próximo barco (que queira desembarcar na Itália) pode dar a volta e retornar".
"Alguns imigrantes vão à Albânia, o governo albanês demonstrou ser melhor que o francês. (...) O resto dos imigrantes irá a um ou dois países mais, mas a maioria será amparada pelos bispos da Igreja italiana", disse Salvini durante um ato em Pinzolo, no norte do país.
Fontes do Ministério do Interior informaram que "daqui a pouco começarão as operações de desembarque" e os imigrantes "serão levados a um centro de Mesina", na ilha da Sicília, antes que comece sua distribuição para a Albânia e a Irlanda e sejam também amparados pela Igreja.
O porta-voz da Conferência Episcopal italiana (CEI), Ivan Maffei, confirmou à agência de notícias "Ansa" que "a Igreja italiana receberá uma centena" e ressaltou que este acordo "põe fim ao sofrimento destas pessoas".
O Ministério italiano não informou de quantas pessoas serão recebidas por Albânia e Irlanda, mas o primeiro-ministro irlandês, Simon Coveney, antecipou no Twitter que o país receberá "20 ou 25 imigrantes" do navio da Guarda Costeira italiana.
"A solidariedade europeia é importante e é o correto. O trabalho com o resto dos países da União Europeia contínua para encontrar mais soluções sustentáveis", escreveu.
Este acordo porá fim a dez dias nos quais estes imigrantes permaneceram a bordo do navio, cinco no mar e outros cinco retidos no porto de Catania.
O navio "Diciotti" resgatou no último dia 16 de agosto de 177 imigrantes no Mediterrâneo e permaneceu cinco dias no mar, até que em 20 de agosto durante a noite atracou no porto de Catania, mas o ministro do Interior, o ultradireitista Matteo Salvini, não lhes permitiu descer.
No dia 22 de agosto puderam descer 27 menores, de idades entre 14 e 17 anos, e hoje desembarcaram outros 12.
Por sua vez, Salvini afirmou que mantém sua determinação para conter os fluxos migratórios para a Itália e ressaltou que "o próximo barco (que queira desembarcar na Itália) pode dar a volta e retornar".
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