Informações sobre o álbums
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Fotos
Janeiro - Astronautas enviam vídeo com mensagem de feliz Ano Novo direto da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O norte-americano Kevin Ford (direita), que comanda a expedição 34 e é membro da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), apresentou os dois novos membros da plataforma orbital que vão ajudá-lo "a colocar a ciência no caminho em 2013". Já o canadense Chris Hadfield (esquerda), da Agência Espacial Canadense, disse ser "um privilégio estar a bordo da ISS" e desejou boas festas em três idiomas, enquanto o norte-americano Tom Marshburn (centro), também da Nasa, lembrou dos desafios e "experimentos que serão desenvolvidos em 2013". Nasa/Reprodução Mais
Janeiro - Astronauta faz teste de equipamento fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). As longas viagens ao espaço podem expor os astronautas a níveis de radiação cósmica prejudiciais ao cérebro e acelerar o mal de Alzheimer, mostra estudo financiado pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa Mais
Janeiro - O telescópio Hubble capturou o anel de uma estrela em formação no coração da galáxia NGC 1097, que fica na Constelação da Fornalha, a 45 milhões de anos-luz de distância da Terra - o anel do corpo celeste tem cerca de 5.000 anos-luz de diâmetro. Também no centro desta galáxia espiral, há um buraco negro supermassivo (com 100 milhões de vezes a massa do Sol) que está sugando matéria ao seu redor, o que faz a região brilhar intensamente devido à radiação e à emissão de nuvens de hidrogênio ionizado Nasa/ESA/Hubble Mais
Janeiro - Concepção artística mostra correntes de gás e poeira cósmica ao redor da HD 142527, estrela a 450 anos-luz da Terra. Teoria de um grupo internacional de astrônomos afirma que essa ponte de sujeira cósmica foi formada por um planeta gigante que "engole" material na órbita da jovem estrela ESO Mais
Janeiro - O Curiosity usou pela primeira vez a DRT, uma ferramenta com cerdas motorizadas que fica bem na ponta do braço do robô, para "varrer" a superfície de Marte. A sonda limpou uma área bem pequena (cerca de 47 milímetros por 62 milímetros) da rocha "Elkwir_1", que está na baía Yellowknife, na região da cratera Gale, onde a sonda pousou há cinco meses. A DRT (sigla em inglês para Ferramenta de Remoção de Pó) foi usada no 150º dia da missão, que corresponde à data de 6 de janeiro Nasa/JPL-Caltech/MSSS Mais
Janeiro - Concepção artística mostra o gigante PH2 b, planeta que tem o tamanho de Júpiter e está orbitando a zona habitável de uma estrela, que foi descoberto com a ajuda de 40 voluntários e astrônomos amadores Oxford Mais
Janeiro - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) fez a primeira rodada de testes de um robô humanoide no espaço. O Robonauta 2, apelidado de R2 pela agência, operou válvulas em um painel do laboratório Destiny, da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), com sucesso. A intenção é que o robô execute tarefas de conserto e manutenção para que os astronautas tenham mais tempo para desenvolver projetos científicos na ISS Nasa Mais
Janeiro - Concepção artística do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica mostra os diferentes tipos de planeta que existem na Via Láctea. O telescópio espacial Kepler identificou 461 novos candidatos a planeta, sendo que quatro deles podem ser habitáveis. As descobertas indicam que a galáxia pode abrigar ao menos 17 bilhões de planetas do tamanho da Terra Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics/AP Mais
Janeiro - O observatório espacial de raios X NuSTAR detectou dois buracos negros (pontos roxos) na galáxia espiral IC 342, que fica na constelação da Girafa (Camelopardalis), a 7 milhões de anos-luz de distância da Terra. Os dois aparecem muito brilhante e mais claramente do que outros buracos negros de tamanhos similares, que pode ser o primeiro dos muitos mistérios que a equipe do NuSTAR espera resolver Nasa/JPL-Caltech/DSS Mais
Janeiro - Imagem do telescópio NuSTAR, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), mostra uma remanescente da supernova Cassiopeia A, localizada a 11 mil anos-luz de distância. A luz da explosão estelar que criou a Cassiopeia A deve ter atingido a Terra há cerca de 300 anos, depois de viajar 11 mil anos para chegar aqui. Enquanto a estrela está morta há muito tempo, seus restos ainda estão cheios de ação: o anel exterior é azul, onde a onda da explosão da supernova está batendo no material ao seu redor, chicoteando partículas. As observações do NuSTAR devem ajudar a resolver o enigma de como estas partículas são aceleradas a altas energias AFP/ Nasa/JPL-Caltech/DSS Mais
Janeiro - Pulsar Vela, uma estrela de nêutrons muito pequena e densa, em alta rotação expele partículas em imagem do Observatório Chandra de raio X, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O vídeo faz parte de um estudo para desvendar mistérios de uma das matérias mais densas do Universo. A pulsar Vela foi formada quando uma estrela massiva colapsou e está a 1.000 anos-luz da Terra. Ela tem cerca de 19 quilômetros de diâmetro, faz 11 rotações completas cada segundo e lança partículas carregadas a 70% da velocidade da luz Reuters/X-ray: NASA/CXC/Univ of Toronto/M.Durant et al; Optical: DSS/Davide De Martin Mais
Janeiro - Asteroide Apophis, que deve passar muito próximo da Terra em 2029 e pode até se chocar com nosso planeta em 2036, aproxima-se do nosso planeta nesta quarta-feira (9). A menor distância será às 22h quando ele estará a uma distância de 14,4 milhões de quilômetros AFP/Nasa/JPL/UH/IA Mais
Janeiro - Astrônomos descobriram o que parece ser um grande cinturão de asteroides em torno da estrela Vega, a segunda mais brilhante no céu noturno do hemisfério Norte. Segundo as observações feitas com os telescópios Spitzer, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), e Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), o novo cinturão tem características semelhantes às dos conhecidos cinturões do nosso Sistema Solar: o de asteroides, que está localizado entre os planetas Marte e Júpiter, e o de Kuiper, que abriga cometas na órbita de Netuno Nasa/JPL-Caltech Mais
Janeiro - O primeiro exocometa (fora do Sistema Solar) foi encontrado pelos astronômos em 1987 em torno da estrela Beta Pictoris (ilustração acima). O astrônomo Barry Welsh anunciou, durante a reunião semestral da Sociedade Astronômica Americana, ter encontrado um novo grupo de cometas que orbitam estrelas distantes, triplicando o número de objetos conhecidos Divulgação Mais
Janeiro - Instrumentos do Observatório Estratosférico de Astronomia Infravermelha (Sofia, na sigla em inglês) capturaram imagens de um anel de gás e poeira ao redor do buraco negro massivo que fica no centro da Via Láctea (à esquerda, em dourado), além de um aglomerado vizinho que tem estrelas extremamente brilhantes e jovens presas em "casulos" empoeirados da nossa galáxia (à direita, em rosa) Nasa/Sofia/Forcast team/Lau et al. Mais
Janeiro - O observatório Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), captou o asteroide Apophis durante sua aproximação com a Terra entre os dias 5 e 6 de janeiro - as imagens coloridas distinguem os registros feitos em três comprimentos de ondas. Os astrônomos estão acompanhando a sua trajetória, pois há um mínimo risco de o Apophis colidir com a Terra em 2036 ESA/Herschel/PACS/MACH-11/MPE/B.Altieri and C. Kiss Mais
Janeiro - Imagem do telescópio Vista, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), mostra o aglomerado de estrelas globular 47 Tucanae (NGC 104), a 15 mil anos-luz da Terra. O aglomerado contém milhões de estrelas, algumas bem incomuns e exóticas. O telescópio está captando imagens da região das duas galáxias Nuvens de Magalhães AFP/ESO/M.-R. Cioni/VISTA Magellanic Mais
Janeiro - Esta concepção artística ilustra a anã marrom chamada 2MASSJ22282889-431026. Os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), observaram o objeto para saber mais sobre a sua atmosfera turbulenta. Anãs marrons são mais maciças e mais quente do que planetas, mas carecem da massa necessária para se tornar estrelas. Sua atmosfera pode ser semelhante a do planeta Júpiter, com nuvens que se movem com o vento do tamanho de planetas Nasa/JPL-Caltech Mais
Janeiro - Uma faixa de gás frio e poeira no pé desta imagem do telescópio Spitzer se parece com a silhueta de uma cobra. A nuvem escura em infravermelho tem mais de 300 anos-luz de comprimento, mas apenas alguns de largura, e está localizada entre os dois braços em espiral da nossa Via Láctea, algo em torno de 10 mil anos-luz da Terra Nasa/JPL/SSC Mais
Janeiro - Imagem com falsa cor, tomada com o Telescópio Espacial Hubble, revela o movimento orbital do planeta Fomalhaut b. Com base nessas observações, os astrônomos calcularam que o planeta está em uma órbita elíptica de 2.000 anos Nasa/ESA/P. Kalas (Universidades da Califórnia, Berkeley e do Instituto SETI) Mais
Janeiro - O satélite Galex captou, por acidente, a maior galáxia em espiral já registrada por astrônomos. Segundo estimativas, a NGC 6872 fica a 212 milhões de anos-luz da Terra e tem um tamanho cinco vezes maior que a nossa Via Láctea. Os astrônomos dizem que a descoberta recorde resulta de uma colisão com a IC 4970, uma galáxia vizinha Nasa's Goddard Space Flight Center/ESO/JPL-Caltech/DSS Mais
Janeiro - O astronauta canadense Chris Hadfield confessou que a cada noite, "após o trabalho" na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), compõe canções "influenciadas pela vida sem gravidade" acompanhado de um violão. "Depois de cinco meses, talvez tenha bastante para fazer um álbum." Paul Chiasson/The Canadian Press/AP Mais
Janeiro - Técnicos da Boeing checam o satélite TDRS-K na base da Astro Tech, na Flórida, nos Estados Unidos. O equipamento é o primeiro de uma série de satélites de última geração desenvolvidos para operar continuamente no rastreamento de dados para a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Seu lançamento está previsto para o próximo dia 29 de janeiro Michael Brown/Reuters Mais
Janeiro - Astrônomos descobriram a maior estrutura já vista no espaço: um grupo tão gigantesco de quasares que a luz demoraria 4 bilhões de anos para atravessar sua dimensão - um quasar, normalmente, atinge 10 milhões de anos-luz. Ele é tão grande que desafia o Princípio Cosmológico, teoria de Albert Einstein que sugere que a noção do Universo em grande escala parece a mesma, não importa a direção e a localidade de onde você o observa. Segundo artigo no 'Monthly Notices da Royal Astronomical Society', a estrutura celeste abrange 1.600 vezes a distância entre as galáxias Via Láctea e Andrômeda ESO/M. Kornmesser Mais
Janeiro - Tripulantes da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) fotografaram a Terra coberta por nuvens baixas (stratocumulus). A imagem foi feita em 4 de janeiro sobre área do oceano Pacífico próxima do Japão, mas só foi liberada agora pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa Handout/Reuters Mais
Janeiro - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou nesta terça-feira (15) os "alvos" da primeira perfuração que será feita pelo Curiosity em Marte - a agência ainda não informou datas da operação. Batizada de John Klein, a pequena área escolhida tem rochas com "veias", protuberâncias no solo e buracos que podem ajudar o robô a entender melhor a composição do planeta vermelho. As imagens do local foram feitas pela câmera do equipamento a 5 metros de distância no 153º dia da missão (que corresponde a 10 de janeiro) Nasa/JPL-Caltech/MSSS Mais
Janeiro - O Irã anunciou que vai lançar um foguete com um macaco a bordo entre os dias 1º e 11 de fevereiro, durante a comemoração do 34º aniversário do triunfo da Revolução Islâmica. Os animais, que já estão em quarentena, fazem parte de um ambicioso projeto nacional que pretende pôr em órbita um homem entre os próximos cinco e oito anos Vahidreza Alaii/Handout/Reuters Mais
Janeiro - Concepção artística mostra formação de gelo de hidrocarboneto em um mar desta substância formada de carbono e hidrogênio na lua Titã de Saturno Reuters/Nasa/JPL-Caltech/USGS Mais
Janeiro - Astrônomos captaram uma luz no meio da escuridão a mais de 600 anos-luz de distância. Conhecida como Lupus 3, a densa nuvem de poeira cósmica (à esquerda) fica na constelação de Escorpião e é conhecida por ser um "bercário" estelar. Já o brilho azul e intenso no meio do espaço representa as jovens estrelas que escaparam da nuvem empoeirada. As observações foram feitas no Observatório La Silla, no Chile, que faz parte da rede do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) F. Comeron/ESO Mais
Janeiro - A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) mostrou nesta quarta-feira (16) o módulo de serviço que vai alimentar e impulsionar a Orion, a nova cápsula tripulada da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A espaçonave, que deve entrar em operação em 2017, foi desenvolvida para levar os astronautas com "mais rapidez, segurança e para lugares mais distantes no Sistema Solar" do que as outras missões - atualmente, apenas o foguete russo Soyuz leva homens ao espaço Nasa Mais
Janeiro - A Mars Express, sonda da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), fez imagens em alta resolução da região de Reull Vallis, que parece ter sido formada pela passagem de água corrente no passado distante de Marte. A agência afirma que essa estrutura de "rio" tem alguns afluentes e que ela se estende por quase 1500 quilômetros da paisagem marciana. A imagem maior mostra o ponto em que o canal tem, quase sete quilômetros de largura e 300 metros de profundidade, e o detalhe traz o contexto da estrutura investigada pela agência ESA/DLR/FU Berlin (G. Neukum)/Nasa Mais
Janeiro - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) pretende usar cápsulas espaciais infláveis para expandir a área da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O módulo inflável deve ser testado a partir de 2015 e servirá como apoio para a vida do astronauta na ISS. A empresa aeroespacial Bigelow vai receber US$ 17,8 milhões (cerca de R$ 36,3 milhões) para produzir o equipamento Bigelow/Julie Jacobson/AP Mais
Janeiro - A nave MRO, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), encontrou vestígios de argila e carbonato, minerais geralmente formados pela interação com a água, a mais de dois quilômetros de profundidade na cratera McLaughlin, em Marte. Os cientistas afirmam que esta evidência reforça a teoria de que o planeta vermelho pode ter abrigado vida antigamente Nasa/JPL-Caltech/Univ. of Arizona Mais
Janeiro - Lua e Júpiter se aproximam na noite do dia 21 de janeiro em Barra Bonita, no interior de São Paulo. O planeta foi ocultado pelo satélite da Terra na noite desta segunda-feira Glauco Kayak/UOL Mais
Janeiro - Nova imagem mostra a Nebulosa Peixe-Boi, a remanescente de uma supernova de 20 mil anos. A W50 é uma das maiores remanescentes de supernovas já visualizadas pelo Observatório VLA (Very Large Array), com quase 700 anos-luz de diâmetro, abrange um espaço que equivale ao período de quatro luas cheias Esq:NRAO/AUI/NSF, K. Golap, M. Goss; NASA?s Wide Field Survey Explorer (WISE). Dir:imagem cedida por Tracy Colson e NRAO Mais
Janeiro - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou um mosaico de imagens do Sol para ilustrar como são feitas as observações em diferentes comprimentos de onda do astro. Nós sempre o enxergamos bem amarelado a olho nu, porque ele é uma bola de gás quente - e o calor produz tanta luz quanto uma lâmpada incandescente -, mas ele tem outras "cores" quando emite ondas ultravioletas e em raios X (ou seja, além das faixas visíveis para o olho humano). Segundo os astrônomos, essas diferenças ocorrem porque os átomos do Sol (hélio, ferro e hidrogênio, por exemplo) têm cargas elétrica distintas, os conhecidos íons, que liberam luz em comprimentos de onda para cada temperatura Nasa/SDO/Goddard Space Flight Center Mais
Janeiro - O telescópio Apex (Atacama Pathfinder Experiment), no Chile, captou nova imagem da nuvem de poeira cósmica na região de Órion, a 1500 anos-luz de distância. Já que a câmera detecta o calor emitido pelos grãos de poeira, consegue revelar segredos escondidos na escuridão, como a nebulosa NGC 1999. Segundo o Observatório Europeu do Sul, a nebulosa é principalmente iluminada pela radiação emitida pela V380 Orionis, uma jovem estrela que está no seu centro ESO Mais
Janeiro - O telescópio High Resolution Coronal Imager (Hi-C, na sigla em inglês) identificou como o Sol acumula e libera energia, ao captar fios de plasma magnéticos nas camadas exteriores do astro. Esta é a primeira evidência clara da transferência de energia do campo magnético do Sol para sua coroa, sua parte mais quente, algo que até agora era conhecido apenas na teoria. A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) lançou o Hi-C no ano passado para estudar a coroa do Sol Nasa TV Mais
Janeiro - O telescópio Hubble captou grandes nuvens de gás que, ao entrar em colapso, formam novas estrelas na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia anã vizinha da Via Láctea, a cerca de 200 mil anos-luz da Terra. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), são as recém-nascidas que iluminam as nuvens gasosas com diferentes cores Hubble/ESA/Hubble Mais
Janeiro - A sonda Cassini fez mais um novo registro "artístico" de Saturno ao fotografar duas das 60 luas conhecidas do planeta no meio do seu sistema de anéis. A lua Prometheus (canto inferior, à esquerda) tem cerca de 86 quilômetros de diâmetro e fica mais próxima do anel exterior F, enquanto os 28 quilômetros de diâmetro de Pan ficam "espremidos" no intervalo do anel A, mais próxima de Saturno - o pequeno ponto abaixo dela, com menor brilho, é uma estrela do céu. O registro foi feito em setembro do ano passado, mas divulgado apenas agora pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute Mais
Janeiro - Cientistas do Irã exibem macaco que foi enviado a 120 quilômetros de altitude a bordo de uma cápsula e recuperado com vida após o pouso. O diretor do programa espacial iraniano, Hamid Fazeli, afirmou que o lançamento teve como objetivo estudar "a presença humana no espaço", já que o país pretende colocar um homem em órbita entre os próximos cinco e oito anos AP Video Mais
Janeiro - A Coreia do Sul lançou o foguete Naro-1, o primeiro fabricado parcialmente com tecnologia local, nesta quarta-feira (30), após duas tentativas fracassadas em 2009 e 2010. O processo aconteceu como foi planejado e os mecanismos de abertura para liberar o satélite STS-2C funcionaram corretamente, mas ainda é preciso que o dispositivo envie seus primeiros sinais para determinar o sucesso total da missão Korea Aerospace Research Institute/Reuters Mais
Janeiro - Câmera do Experimento Científico de Imagens de Alta Resolução (HiRise, na sigla em inglês), da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) fez esta série com cores falsas de dunas de areia no polo norte de Marte. No começo da primavera (painel A), o solo é coberto por gelo de dióxido de carbono. Com o avançar da estação, o gelo quebra (B), mostrando a areia escura da duna. Quando o ar que estava sob pressão abaixo do gelo é liberado, ele carrega areia e poeira até o topo da camada de gelo, onde são depositadas na descida e no efeito dos ventos (C e D). O último painel mostra mais das dunas negras quando o gelo sasozal evapora AFP/ Nasa/JPL-Caltech/Univ. do Arizona Mais
Janeiro - Esta imagem composta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) mostra a superbolha DEM L50, localizada na Grande Nuvem de Magalhães, a 160 mil anos-luz da Terra. Superbolhas são encontradas em regiões onde estrelas massivas se formaram nos últimos milhões de anos. As estrelas de grande massa produzem radiação intensa, expulsam a matéria em alta velocidade e evoluem até explodir como supernovas. Os ventos e as ondas de choque da supernova esculpem enormes cavidades no gás circundante chamadas superbolhas Reuters/X-ray: Nasa/CXC/Univ of Michigan/A.E.Jaskot, Optical: NOAO/CTIO/MCELS Mais
Janeiro - O astronauta Kevin Ford, comandante da expedição 34 da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), observa uma bolha d'água flutuar pelo laboratório da plataforma Nasa Mais
Janeiro - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou que o Curiosity está pronto para usar sua broca pela primeira vez em Marte. O robô posicionou seu equipamento na rocha John Klein, que fica na cratera Gale, no 170º dia da missão (que corresponde a 27 de janeiro) Nasa/JPL-Caltech Mais
Janeiro - Astrônomos europeus desenvolveram um metódo mais preciso para calcular a massa dos buracos negros. Segundo eles, a estimativa exata da massa desses campos gravitacionais facilitará a compreensão sobre formação de galáxias. No estudo, o grupo descobriu que o buraco negro que está no núcleo da galáxia NGC 4526 (foto), a 55 milhões de anos-luz da Terra, tem uma massa 450 milhões de vezes maior do que a do Sol Hubble/ESO/Nasa Mais
Janeiro - O foguete Atlas V, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), decolou, com sucesso, às 20h48 desta quarta-feira (30) - às 23h48, no fuso de Brasília - da base aérea no Cabo Canaveral, na Flórida, nos Estados Unidos. O foguete carregava o satélite de rastreamento TDRS-K, que vai operar a cerca de 36 mil quilômetros de altitude para "apoiar a exploração do espaço". Outros dois satélites dessa nova geração serão lançados pela Nasa a partir de 2014 Nasa Mais
Janeiro - Alterações na ionosfera de Vênus o deixaram parecido com um grande cometa. Como o planeta não possui um campo magnético interno, essa camada superior da atmosfera com partículas eletricamente carregadas de gás passa a ser "controlada" pela pressão dos ventos solares. Por isso, quando essa atividade do Sol diminui, a ionosfera não sente mais a pressão e se alastra pelo espaço, formando essa cauda em menos de uma hora. As imagens foram feitas em 2010 pela sonda Venus Express, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), mas só divulgadas agora ESA/Wei et al. (2012) Mais
Janeiro - Composição mostra ciclo de uma tempestade gigante de Saturno no hemisfério Norte do planeta. Em janeiro de 2011 (primeira imagem), um mês depois do seu início, a tempestade ganha força com o gás quente da atmosfera e começa a se afastar do seu vórtice (seta amarela), ficando a uma distância de 40 mil quilômetros. Em maio do ano passado (segunda imagem), a "cabeça" da tempestade (seta vermelha) dá a volta no planeta e se aproxima pelo leste do vórtice, que já está menor e com menos brilho. Em julho (última imagem), a tempestade tropeça no seu próprio "rabo" (vórtice) e, com o choque, perde sua força. As imagens em cores falsas foram feitas pela sonda Cassini, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa/JPL-Caltech/SSI/Hampton University Mais
Fevereiro - A TW Hydrae, uma estrela de 10 milhões de anos, é capaz de criar 50 planetas do tamanho de Júpiter, divulgou a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). A descoberta foi feita após astrônomos do observatório Herschel conseguirem medir com precisão o disco protoplanetário deste astro da Constelação de Hydra, a 176 anos-luz de distância da Terra. O disco que rodeia a estrela é formado por hidrogênio gasoso molecular frio, um dos principais "ingredientes" para a construção de planetas ESA?C. Carreau Mais
Fevereiro - Uma impressora 3D pode facilitar a construção de uma futura base lunar a partir de materiais "locais", como o solo e as rochas do satélite. Esta é a nova proposta da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), que já tem como parceiro o escritório de arquitetura Foster + Partners, responsável pelos croquis (acima). Laurent Pambaguian, que lidera o projeto da ESA, explica que os módulos tubulares da base podem ser levados de foguete e inflados na chegada. Depois, a estrutura receberia uma camada protetora de regolito (restos de materiais compactos e fragmentos de rochas e de solo que cobrem a Lua), para proteger os astronautas da radiação do espaço - o escudo seria construído pela técnica de impressão 3D e 'rebocado' por um robô Foster+Partners Mais
Fevereiro - Logo após o anúncio iraniano de que teria enviado um macaco com sucesso ao espaço, surgiram imagens que levantam dúvidas sobre a façanha. Em 28 de janeiro, imagens oficiais mostraram o macaco chamado Pishgam (Pioneer) antes do lançamento. O animal tinha pelo cinza claro e uma pinta vermelha acima de seu olho direito (na imagem à direita). Dias depois, a agência ISNA de estudantes divulgou outras imagens, que seriam da apresentação do macaco à imprensa após seu desembarque, que mostrou um tom mais escuro de pelo e sem a pinta - indicando que seriam dois animais diferentes. Entretanto, um oficial iraniano confirmou no sábado (2) que o Irã enviou realmente um macaco ao espaço que retornou com segurança à Terra, e que a foto divulgada do macaco com a pinta seria uma foto de arquivo, de um dos macacos de teste que não teria sido enviado ao espaço. O professor de astronomia da Harvard, Jonathan McDowell, disse a AlJazeera que o macaco mais claro teria participado da missão de 2011 e não desta bem sucedida de 2013 AP/ ISNA, Borna Ghasemi, Mohammad Agah Mais
Fevereiro - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) identificou como as tempestades solares ejetam massa coronal, que podem interferir no sistema de comunicação de satélites, GPS e energia na Terra. O Observatório Dinâmico Solar (SDO, na sigla em inglês) captou, pela primeira vez, a formação de 'nós' no campo magnético da corona do Sol, a camada de plasma quente que envolve o astro. As cordas de fluxo de plasma, como são batizadas essas torções e essas voltas ao redor do Sol, surgem algumas horas antes da tempestade, contribuindo para uma previsão mais precisa dos efeitos geomagnéticos do fenômeno no nosso planeta Nasa/SDO/Goddard Space Flight Center Mais
Fevereiro - O telescópio espacial Hubble detectou o momento em que uma galáxia parou de criar estrelas, sugerindo que ela entrou na fase de transição para sua "morte", abrigando apenas estrelas vermelhas e velhas. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a galáxia 2MASX J09442693+0429569 usou todo o gás, possivelmente, em uma fusão e, por isso, os astrônomos não conseguem encontrar mais sinais de estrelas jovens na região Hubble/ESA/Nasa Mais
Fevereiro - A estrela LL Orionis sopra um vento forte que se choca com o material da Nebulosa de Órion, formando 'ondas de gás' no espaço (à esquerda). Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), essa estrutura chega a ter 0,5 ano-luz de diâmetro Nasa, ESA and the Hubble Heritage Team Mais
Fevereiro - Um pequeno asteroide, de 45 metros de diâmetro, passará dentro do anel geostacionário da Terra, onde ficam os satélites de comunicação e de previsão do tempo, e ficará muito perto do nosso planeta em 15 de fevereiro. Por conhecer bem a trajetória do 2012 DA14, a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) assegura que não há risco de colisão, apesar de ser a primeira vez que um objeto deste tamanho chega tão próximo do nosso planeta NASA/JPL-Caltech Mais
Fevereiro - O primeiro clarão de luz solar é refletido por um lago de Titã, uma das várias luas de Saturno, em um registro da sonda Cassini, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Batizado de Kraken Mare, esse lago lunar cobre uma área de cerca de 400 mil quilômetros quadrados Nasa/JPL/University of Arizona/DLR Mais
Fevereiro - Nuvens vermelhas repletas de poeira e hidrogênio gasoso fazem as vezes de 'asas' da Nebulosa da Gaivota, que 'voa' a cerca de 3.700 anos-luz de distância da Terra, entre as constelações do Cão Maior e do Unicórnio. Já a cabeça do animal é formada por uma grande nuvem de gás catalogada como Sharpless 2-292, enquanto as jovens estrelas azuis viram os olhos. A nova imagem, divulgada pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), foi feita no Observatório de La Silla, no Chile Esta nova imagem foi obtida pelo Observatório de La Silla, no Chile, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) ESO Mais
Fevereiro - A broca do Curiosity passou no seu primeiro teste e está pronta para perfurar as três rochas de Marte, previamente selecionadas pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) - as datas da operação, no entanto, ainda não foram divulgadas. O equipamento do robô fez uma espécie de raspagem do local e, portanto, não chegou a perfurar a superfície do planeta vermelho. O teste foi executado no 176º dia da missão, que corresponde ao último dia 2 de fevereiro Nasa/JPL-Caltech/MSSS Mais
Fevereiro - Astrônomos descobriram que 6% das estrelas-anãs vermelhas possuem na sua zona habitável um planeta similar à Terra. Como esse tipo de estrela é bastante comum na Via Láctea, o estudo do departamento de Astrofísica da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, indica que, estatisticamente, um planeta como o nosso pode estar a apenas 13 anos-luz de distância, bem mais perto do que se pensava. Acima, ilustrações mostram um desses planetas com condições de abrigar vida (à esquerda) e uma estrela-anã vermelha, que expelem material na juventude (à direita) David A. Aguilar/CFA Mais
Fevereiro - O telescópio Hubble fez novas imagens da Messier 106 e descobriu alguns segredos da galáxia espiral localizada a 20 milhões de anos-luz de distância. O buraco negro que está no seu centro, ao contrário do da Via Láctea, está ativo e devorando bastante material ao seu redor. Por causa disso, a brilhante galáxia 'ganhou' mais dois braços, que são formados por gás quente - e não por estrelas, como os outros dois originais Hubble Mais
Fevereiro - Sonda Deep Impact, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), capturou imagens do cometa Ison (à direita) a uma distância de 793 milhões de quilômetros, em janeiro passado. O cometa está fazendo sua primeira viagem para o interior do Sistema Solar (à esquerda) e pode ficar visível no céu do nosso planeta no final de 2013 Nasa Mais
Fevereiro - Imagens obtidas pelos telescópios da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), Spitzer e Hubble, foram unidas para desvendar uma misteriosa estrela jovem que pisca. À esquerda, uma imagem colorida artificialmente com luz infra-vermelha do Spitzer,mostra a região de formação de estrelas a 950 anos-luz da Terra. O objeto se comporta como uma protoestrela, que emite rajadas de luz a cada 25,34 dias. À direita, imagem do Hubble mostra em detalhes as estruturas ao redor da protoestrela, com duas crateras, uma acima e outra a baixo, formando discos de poeira Nasa/ESA/J. Muzerolle (STScI)/E. Furlan (NOAO e Caltech)/K. Flaherty (Universidade do Arizona/Observatório Steward)/ Z. Balog (Max Planck Instituto de Astronomia)/R. Gutermuth (Universidade de Massachusetts, Amherst) Mais
Fevereiro - Buraco feito pelo robô Curiosity da Nasa para coletar amostras de rocha de Marte. Esta foi a primeira perfuração feita, em uma rocha chamada "John Klein" no 182º dia de missão no planeta vermelho. O buraco tem 1,6 centímetros de diâmetro e 6,4 centímetros de profundidade. Ao lado, a mini-perfuração de teste que tem o mesmo diâmetro com 2 cm de profundidade Reuters/Nasa/JPL-Caltech/MSSS Mais
Fevereiro - Observatório Solar Dinâmico (SDO) capta erupção no Sol em 9 de fevereiro de 2013. A uma velocidade de 805 km/s, o Sol expeliu massa em direção à Terra. As partículas podem chegar ao planeta em 3 dias após a explosão, causando um fenômeno chamado tempestade geomagnética, que provoca auroras perto dos polos e raramente podem interferir no sistema elétrico ou de satélites Nasa Mais
Fevereiro - O brilhante aglomerado estelar NGC 6520 tem como 'vizinha cósmica' a nuvem escura Barnard 86, que possui o estranho formato de uma lagartixa. Essa nuvem densa e fria é composta por pequenos grãos de poeira que bloqueiam a radiação estelar, fazendo com que a região pareça opaca e "crie" um buraco na região estrelada. O aglomerado, que tem cerca de 150 milhões de anos, está a uma distância de 6.000 anos-luz e abriga estrelas jovens e azuis ESO Mais
Fevereiro - Neste dia 14 de fevereiro é comemorado o dia de São Valentim, e o Dia dos Namorados em vários países do mundo. Em homenagem à data, a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou esta imagem que parece um coração de uma região de formação de estrelas capturada pela luz infravermelha do telescópio Spitzer. Os pontos azuis da região chamada W5 são as estrelas mais antigas, os pontos rosa são as estrelas mais novas Nasa/JPL-Caltech/Harvard-Smithsonian Mais
Fevereiro - Após analisar dados do telescópio espacial de raios gama Fermi, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), cientistas comprovaram que os raios cósmicos são criados nas supernovas. É que essas explosões de estrelas gigantes aceleram prótons tão rapidamente que faz com eles se espalhem por toda a galáxia, acertando constantemente a Terra. "Raios cósmicos não são exatamente raios, mas basicamente prótons. No entanto, não são todas as partículas subatômicas aceleradas na supernova que se transformam em raios cósmicos, e sim uma pequena parte" Nasa/DOE/Fermi LAT Collaboration, NOAO/Aura/NSF, JPL-Caltech/Ucla Mais
Fevereiro - A Nasa transmitiu ao vivo a maior aproximação do asteroide 2012 DA 14 à Terra, a 27,7 mil km, captada pelo Observatório GingGin, na Austrália Nasa/Reprodução Mais
Fevereiro - Concepção artísitica mostra um oceano que está debaixo da camada de gelo na superfície da Europa, uma lua do planeta Júpiter. Segundo cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), o satélite pode ser uma boa opção para abrigar vida fora da Terra, local mais promissor do que Marte Britney Schmidt/Dead Pixel VFX/University of Texas at Austin / Reuters Mais
Fevereiro - Um par de galáxias desenha um "V" voador na constelação de Camelopardalis (Girafa). As caudas da IC 2184, que estão registradas acima de perfil, são formadas por gás, poeira e estrelas - o brilho azul indica onde há formação de estrelas nas nuvens de gás. A imagem é composta por observações do campo visível e infravermelho do telescópio espacial Hubble, das agências espacias norte-americana e europeia (Nasa e ESA, respectivamente) Hubble/ESA e Nasa Mais
Fevereiro - Nova imagem em infravermelho da Nebulosa da Lagosta mostra as nuvens brilhantes de gás e os filamentos de poeira escura ao redor de estrelas azuis e quentes que nascem nessa região da Constelação do Escorpião, a 8.000 anos-luz da Terra - esses detalhes não podem ser vistos no campo visível (à direita). Os dados infravermelhos da NGC 6357 (à esquerda) foram obtidos pelo Vista, telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) que mapeia a Via Láctea Vista/ESO Mais
Fevereiro - A missão Kepler descobriu o menor planeta já visto orbitando ao redor de uma estrela quente e massiva, parecida com o nosso Sol, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O Kepler-37b vive em um sistema planetário na constelação de Lyra, a 210 anos-luz de distância, e mede apenas um terço da Terra, mas é um pouco maior do que a nossa Lua (acima) - em comparação, Plutão, que foi rebaixado a planeta-anão em 2006, é menor do que o nosso satélite natural. Já o segundo planeta do novo sistema, o Kepler- 37c, corresponde a dois terços da Terra, enquanto o terceiro corpo, o Kepler-37d, mede o dobro do nosso planeta. Os novos planetas são muito quentes para abrigar vida fora da Terra, pois vivem muito próximos da estrela Nasa/Ames/JPL-Caltech Mais
Fevereiro - O robô Curiosity mostra a primeira amostra de rocha em pó extraída após perfuração do solo de Marte, revela a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O solo poeirento achado logo abaixo da superfície avermelhada do planeta tem, na verdade, uma tonalidade cinza clara Nasa/Reuters Mais
Fevereiro - Algumas manchas solares (pontos pretos) apareceram na superfície do astro entre os dias 19 e 20 de fevereiro, mostram imagens do Observatório Solar Dinâmico (SDO, na sigla em inglês), da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). As manchas fazem parte do mesmo sistema e medem seis vezes o diâmetro da Terra Nasa/SDO/AIA/HMI/Goddard Space Flight Center Mais
Fevereiro - Cientistas identificaram ao menos dez asteroides raros que ganharam uma "cauda" de poeira e, possivelmente, gás - fenômeno observado apenas nos cometas - durante meses. Com o telescópio Gran Canarias, na Espanha, os pesquisadores observaram o asteroide P/2012 F5 (ilustração acima) e descobriram, após determinar sua trajetória, que um evento ocorrido em julho de 2011 pode explicar seu rastro: as partículas são resultado de uma colisão com outro asteroide ou de uma ruptura causada pela rápida rotação do objeto Sinc Mais
Fevereiro - Mercúrio pode ter abrigado um grande oceano de lava e magma logo após sua formação, há 4,5 bilhões de anos, segundo cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT, na sigla em inglês). O grupo refez parcialmente a história do planeta quente após analisar sua superfície rochosa, com dados obtidos pela sonda Messenger, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Acima, imagem colorida artificialmente revela detalhes da composição de Mercúrio, como as planícies formadas pela erupção da lava (marrom), a crosta rica em minerais opacos (azul escuro) e as crateras recém-formadas (branco ou azul-claro) Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington /AFP Mais
Fevereiro - O telescópio espacial Hubble captou a nebulosa planetária ESO 456-67, localizada na constelação de Sagitário, expelindo material a alta velocidade. Os tons de vermelho, laranja, amarelo e verde identificam as camadas de gás quente arremessados pelo espaço ESA/Hubble & NASA. Acknowledgement: J.-C. Lambry Mais
Fevereiro - A Agência Espacial do Canadá lançou com sucesso o primeiro telescópio espacial que vai 'caçar' apenas asteroides e lixo espacial. O NEOSSat (Satélite de Vigilância de Objetos Próximos à Terra, na sigla em inglês) vai orbitar a Terra a cada cem minutos e se posicionar a 800 quilômetros de distância do nosso planeta. O telescópio foi elaborado para achar grandes objetos bem próximos ao Sol - a área de até 45º é de difícil observação pelos telescópios terrestres Reprodução Mais
Fevereiro - A galáxia em espiral Whirlpool é fotografada pela Nasa. A 30 milhões de anos-luz e com um comprimento de 60 mil anos-luz, a M51 é uma das mais brilhantes galáxias do espaço Reuters/Nasa/Hubble Mais
Fevereiro - Ilustração da Nasa mostra um buraco negro supermassivo no centro da galáxia em espiral NGC 1365. Estudo publicado na quinta na Nature calcula que a velocidade de rotação do buraco é perto da velocidade da luz. Este buraco negro tem 2 milhões de vezes a massa do nosso Sol. Os cientistas acreditam que a evolução de uma galáxia está intrinsecamente relacionada com a evolução de seu buraco negro. E a velocidade com que ele gira está ligada a sua formação: para crescer continuamente e acabar girando rapidamente, ele deve ser "alimentado" por um fluxo uniforme de matéria em espiral ou é o resultado de dois pequenos buracos negros que se fundiram; já buracos negros mais lentos provavelmente recebem matéria desordenadamente em todas as direções AP/NASA Mais
Fevereiro - Mosaico combina em uma só imagem oito fases diferentes do deslocamento do telescópio espacial Fermi ao redor da Terra - ele orbita o nosso planeta a cada 95 minutos. O equipamento da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) estuda as fontes de raios gama, a energia mais alta em forma de luz, para desvendar os mistérios do Universo, como os buraco negros e as supernovas Nasa/DOE/Fermi LAT Collaboration Mais
Fevereiro - Um grupo de cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) revelou que o Cinturão de Van Allen é formado por três anéis de radiação, e não dois como cravou a teoria de 1958. A descoberta ajuda a explicar as variações dinâmicas que ocorrem nesta região da magnetosfera da Terra, na qual as partículas eletrificadas do Universo se concentram. Acima, gráfico mostra a radiação que circunda o nosso planeta (amarelo) e o espaço que há entre os anéis do Cinturão (verde) Nasa/Van Allen Probes/Goddard Space Flight Center Mais
Fevereiro - Astrônomos observam pela primeira vez o que provavelmente é o nascimento de um planeta, ainda envolto em nuvens de gás e poeira, após estudar a vizinhança da jovem estrela HD 100546, a 335 anos-luz da Terra. O candidato à planeta seria um gigante de gás, similar a Júpiter, como mostra a ilustração acima. Se a descoberta for confirmada, ela servirá para colocar à prova as teorias atuais ESO/L. Calçada Mais
Março - O ESO (Observatório Europeu do Sul) divulgou as primeiras imagens do que parece ser um planeta em formação ao redor da estrela HD100546, a 335 anos-luz da Terra - anteriormente, os astrônomos haviam mostrado apenas uma composição artística. No quadro à direita, imagem feita pelo equipamento do VLT, considerado o telescópio óptico mais avançado do mundo, ocultou o brilho da estrela (representada pela sombra, abaixo) para captar detalhes do candidato a planeta (ponto laranja), que ainda está dentro do material que ronda a jovem estrela, um espesso disco feito de gás e poeira ESO Mais
Março - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) obteve um novo ângulo de Vênus ao fotografá-lo como um ponto brilhante entre os anéis de Saturno. O registro foi feito em novembro de 2012 só depois de a sonda Cassini se esconder na sombra do planeta gigante, a 800 mil quilômetros de distância Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute Mais
Março - O campo gravitacional da Abell 68, um grande conjunto de galáxias, age como uma 'lente natural' do espaço, pois ilumina e amplia a luz que vem de corpos distantes do cosmos. Por conta desse processo, algumas galáxias podem ficar distorcidas quando vistas da Terra, como mostra este registro feito em luz infravermelha pelo telescópio Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Uma das galáxias espirais (pontos laranjas, no topo à esquerda) do conjunto ficou bastante esticada, distorcendo suas principais características: os braços espirais e as estrelas se misturam e desenham o alien do clássico jogo de videogame "Space Invaders" Nasa/ESA Mais
Março - Fotografia mostra a Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha da Via Láctea. Ao analisar a posição de oito eclipses em estrelas binárias, os astrônomos do Observatório Europeu Austral (ESO, em inglês) puderam determinar que a galáxia está a 163 mil anos-luz de distância. Os eclipses são marcados na imagem com os sinais '+' porque são pouco brilhantes para aparecer na imagem ESO/R. Gendler Mais
Março - O Observatório Solar Dinâmico capturou duas imagens de eclipses em 11 de março. A primeira, à esquerda, mostra a Terra passando na frente do Sol; à direita, o Sol é encoberto parcialmente pela Lua. Em 3 de março, o SDO, que está em órbita no espaço, entrou em um período de três semanas de eclipses, quando a Terra bloqueia sua visão da estrela de nosso sistema por algumas horas todos os dias. Como dá para perceber pelas imagens, a passagem da Terra produz uma sombra dispersa, já que o observatório consegue ver raios de luz que passam pela atmosfera do planeta. Já o eclipse da Lua é diferente, pois o astro não possui atmosfera e sua forma curva pode ser vista facilmente na sombra Nasa/SDO Mais
Março - Montagem combina dados do maior observatório astronômico do mundo, o ALMA, com imagens do telescópio Hubble para mostrar cinco galáxias distantes. As imagens do ALMA, em vermelho, mostra galáxias distantes, que são distorcidas por galáxias mais próximas quando são vistas pelo Hubble, em azul. Assim, foi possível detectar que as grandes explosões que deram origem a estrelas ocorreu há 12 bilhões de anos, quando o Universo tinha apenas 2 bilhões de anos - um total de mil milhões de anos antes do que se pensava anteriormente. Além disso, duas destas galáxias são as mais distantes de seu tipo já vistas - tão distantes que sua luz começou sua jornada quando o Universo tinha apenas um bilhão de anos. E mais, em uma delas foram encontradas moléculas de água, o mais distante registro de água no Universo até hoje. Os resultados são publicados na edição de quinta-feira, 14 de março, da Nature ALMA (ESO/NRAO/NAOJ), J. Vieira Mais
Março - A estrela V838 Mon, que fica a 20 mil anos-luz na Constelação do Unicórnio, ainda enfrenta um eco de luz, fenômeno em que o brilho refletido por um meio chega ao observador depois do flash inicial (que pode ser causado pela explosão de uma supernova, por exemplo), como mostra imagem acima do telescópio espacial Hubble. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), isso acontece porque a luz continua a ser refletida pelos anéis de poeira cada vez mais distantes que cercam a estrela, o que já abrange um diâmetro de 6 anos-luz Nasa/ESA Mais
Março - A remanescente da supernova de Kepler, descoberta em 1604, é resultado de uma explosão termonuclear da interação de duas estrelas, uma anã-branca e uma gigante vermelha, segundo estudo da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Com dados do observatório de raios x Chandra, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), astrônomos identificaram magnésio (elemento que não é encontrado em supernovas e que pode ter sido sugado da gigante pela anã-branca) em um disco no centro da remanescente, cujo formato é moldado geralmente por ventos soprados por uma estrela, e não por material expelido por supernovas X-ray: NASA/CXC/NCSU/M.Burkey et al; Infrared: NASA/JPL-Caltech Mais
Março - Nova análise do Curiosity detectou que os minerais de argila de Marte surgiram do hidrogênio que havia debaixo do solo, nova evidência de que o planeta já teve condições de abrigar vida (o hidrogênio está presente na composição da água). Na semana passada, a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) anunciou que o jipe-robô encontrou evidências de ocorrência de vida microbiana no planeta vermelho após análise dos minerais nas amostras de pó de rochas. Acima, o gráfico indica que os sinais mais altos de 'hidratação' do planeta (os pontos azuis mostram os níveis mais fracos e os vermelhos, os mais fortes) estão associados com a presença de veias e nós das rochas do planeta vermelho. "Água, água por toda parte, mas nem uma gota para beber", brinca o perfil do robô Curiosity no Facebook Nasa/JPL-Caltech/MSSS/ASU Mais
Março - Cientistas europeus divulgam novas imagens da "luz mais antiga" do Universo compiladas pelo satélite Planck. As imagens, que serão detalhadas na quinta-feira (21), devem fornecer informações sem precedentes sobre as origens e a evolução do cosmos. A expectativa é de que o Planck possa dizer o que aconteceu 375 mil anos após o Big Bang, explosão que deu origem ao Universo há 13,7 bilhões de anos ESA Mais
Março - Cientistas descobriram que o Universo é mais velho e mais lento do que se pensava observando a radiação deixada pela criação do cosmos. Com o telescópio espacial Planck, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), o grupo descobriu que o Big Bang ocorreu há cerca de 13,8 bilhões de anos, ou 100 milhões de anos antes do que se pensava. A luz mais antiga já registrada pelo homem, de apenas 380.000 anos depois do Big Bang, revela um cosmo simples e "com pequenas variações de temperatura, que representam as sementes de toda a estrutura do futuro: as estrelas e as galáxias de hoje", explica comunicado da Agência ESA and the Planck Collaboration Mais
Março - Um sistema formado por uma estrela e um buraco negro com órbita de 2,4 horas (ou 2h e 24 minutos) foi encontrado pelo telescópio Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). Este é o recorde de órbita mais rápida de uma estrela ao redor de um buraco negro, superando a marca anterior por uma hora. O buraco negro, conhecido como MAXI J1659-152, é pelo menos três vezes mais massivo que o nosso Sol, enquanto a anã vermelha que o acompanha tem a massa de apenas 20% do tamanho da nossa estrela. O par é separado por um milhão de quilômetros, praticamente duas vezes a distância da Terra à Lua. O buraco negro orbita o centro do sistema a 150 mil km/h, enquanto a estrela faz o mesmo trajeto em 2 milhões de km/h, sendo a mais rápida a se movimentar em um sistema binário. O centro de massa do sistema é tão próximo do buraco negro que ele parece não estar orbitando ESA Mais
Março - Três luas iluminam os anéis de Saturno, as duas "longas faixas" que cortam a imagem, no lado escuro do planeta. Rhea (centro), que está mais próxima do gigante, tem 1.528 quilômetros de diâmetro, enquanto a Enceladus (à direita) possui 'apenas' 504 quilômetros de diâmetro. Já a lua Dione (à esquerda), com 1.123 quilômetros, é parcialmente ocultada por Saturno, percebido apenas pela grande sombra à esquerda. A imagem foi feita em luz vermelha vísivel pela sonda Cassini, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a 2,2 milhões de quilômetros de distância da lua Rhea, em 25 de abril de 2011 NASA/JPL/Space Science Institute Mais
Março - O aglomerado NGC 2547, que fica na constelação da Vela, a 1.500 anos-luz da Terra, abriga estrelas que têm de 20 a 35 milhões de anos. Segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), os astros são como bebês de três meses quando comparados ao Universo, que acumula 13,8 bilhões de anos. A imagem foi feita pelo instrumento Wide Field Imager, do Observatório de La Silla, no Chile ESO Mais
Abril - Um grupo de astrofísicos detectou um planeta com uma massa pelo menos 14 e até 30 vezes maior que a de Júpiter e que foi absorvido por um buraco negro em uma galáxia situada a 47 milhões de anos-luz da via Láctea, informou a Universidade de Genebra ESA Mais
Abril - O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou uma vista dinâmica do céu noturno sobre a residência do Observatório do Paranal, no Chile. Para obter os rastros das estrelas, que ficam circulares devido à rotação da Terra, o fotógrafo Farid Char fez uma exposição de 30 minutos do belo cenário. Na imagem é possível ver o ponto "parado" do polo Sul celeste (centro) e a Grande e a Pequena Nuvens de Magalhães, galáxias vizinhas à Via Láctea (manchas difusas à esquerda e em cima) Farid Char/ESO Mais
Abril - O telescópio espacial Hubble quebrou o recorde na busca da supernova mais distante ao detectar uma que explodiu há mais de 10 bilhões de anos - fato ocorreu no começo do Universo, que tem cerca de 13,8 bilhões de anos. A SN UDS10Wil, apelidada de SN Wilson, pertence a uma classe especial de supernovas (do tipo 'Ia supernovae') que é muito usada pelos astrônomos para medir a expansão do espaço, pois gera um nível constante de brilho e ainda dá pistas sobre a energia escura, a misteriosa força que explica esse crescimento do cosmos NASA, ESA, A. Riess (STScI and JHU), and D. Jones and S. Rodney (JHU) Mais
Abril - Astrônomos detectam, pela primeira vez, emissão de raio-x por jovens estrelas com massas similares a do nosso Sol fora da Via Láctea. O observatório Chandra, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), fez a descoberta na Pequena Nuvem de Magalhães, uma das galáxias mais próximas a nossa, a 210 mil anos-luz de distância - apesar de ser considerada uma galáxia anã, ela também é muito brilhante, o que permite que seja observada a olho nu da Terra NASA/CXC/Univ.Potsdam/L.Oskinova et al; Optical: NASA/STScI; Infrared: NASA/JPL-Caltech Mais
Abril - A lua Io de Júpiter é o local com maior atividade vulcânica do Sistema Solar, com centenas de vulcões com erupções que chegam a mais de 330 km. Mas agora os cientistas descobriram que a concentração desta atividade não está onde os modelos previam de acordo com dados que indicam como o interior da lua é aquecido NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute Mais
Abril - Toda vez que a anã-branca do sistema duplo de estrelas KOI-256 passa em frente à estrela vermelha, ela entorta a sua luz, mostra o telescópio espacial Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Isso é resultado do forte campo gravitacional da anã-branca, uma estrela densa como o nosso Sol, mas um pouco mais fria por estar no fim da vida. Segundo a Teoria Geral da Relatividade, todos os corpos com grande massa criam curvaturas na malha do espaço-tempo, exigindo, assim, a atração dos corpos menores - apesar de ser 40 vezes menor que a sua companheira vermelha, a anã-branca é mais massiva e, portanto, o "elemento principal" do conjunto. Essa é a primeira vez que as ideias descritas pelo físico Albert Einstein, ainda em 1916, são observadas em um sistema duplo de estrelas Nasa/JPL-Caltech Mais
Abril - Cientistas encontram nova característica favorável à vida em Europa, lua de Júpiter. Grande parte da lua tem peróxido de hidrogênio, água oxigenada, mostra novo estudo da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Antes, já se sabia da existência do composto, mas não que ele era abundante. Os pesquisadores argumentam que, se esse elemento se misturar com o grande oceano que há debaixo da crosta de gelo, poderia originar oxigênio, uma importante fonte de energia para formas simples de vida. Acima, registros natural (à esquerda) e em infravermelho (à direita) realçam as diferenças químicas da superfície da lua. "A vida como a conhecemos precisa de água líquida, carbono, nitrogênio, fósforo e enxofre, além de uma fonte de energia", disse Kevin Hand, autor do estudo, que lembra que Europa tem água líquida e alguns outros elementos como enxofre, e o peróxido podem ser uma importante fonte de energia Nasa/JPL-Caltech/University of Arizona Mais
Abril - A Nasa deve receber uma verba de US$ 100 milhões (cerca de R$ 200 milhões) para dar início à construção de uma nave robô que rebocará um asteroide para a órbita da Lua, segundo o senador norte-americano Bill Nelson. A intenção de deixar o asteroide em órbita estável ao redor do satélite é criar postos tripulados e permanentes no espaço até 2025, para que astronautas consigam um posto para "desenvolver formas de viajar até Marte", além de eles desenvolverem "atividades de mineração e pesquisas sobre formas de desviar asteroides em rota de colisão com a Terra", afirma nota do democrata Nasa Mais
Abril - Novo registro do Observatório Solar Dinâmico (SDO, na sigla em inglês) mostra uma "atividade tranquila" na corona do Sol, descreve boletim da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa/SDO Mais
Abril - Novas observações da nebulosa planetária IC 1295 mostram que a anã-branca que essa bolha verde rodeia está perto da morte: o pequeno ponto azul no centro é o que resta do núcleo queimado da estrela. As nebulosas planetárias são bolhas formadas pelo gases da atmosfera de estrelas massivas que foram expelidos após fusões instáveis. Já o brilho resulta da intensa radiação ultravioleta emitida pela anã-branca, tendo diferentes cores para os elementos químicos. No caso da IC 1295, que fica na constelação do Escudo, a 3.300 anos-luz de distância da Terra, o tom esverdeado surge do oxigênio ionizado. As imagens foram feitas com o telescópio VLT, localizado no Cerro Paranal, no Chile, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) ESO/VLT Mais
Abril - O telescópio ALMA, do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), conseguiu localizar 116 galáxias com formação estelar intensa de forma mais rápida e precisa nunca feita antes. Os astrônomos observaram uma região do céu situada na constelação austral da Fornalha quando o equipamento ainda estava em fase de construção, ou seja, eles usaram um quarto das 66 antenas separadas por até 125 metros de distância. A rede instalada no deserto do Atacama, no Chile, precisou de apenas 2 minutos para achar cada galáxia com precisão, terminando em algumas horas o mesmo trabalho que telescópios anteriores fizeram ao longo de uma década. Os resultados formam o primeiro catálogo estatisticamente confiável de galáxias empoeiradas com formação estelar no Universo primordial (foto) que vão ajudar, sem o risco de má interpretação, no estudo de suas propriedades em diferentes comprimentos de onda ESO/ALMA Mais
Abril - Pesquisadores da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, capturaram imagens mais detalhadas em infravermelho médio de uma estrela massiva e descobriram que ela vive condensada dentro de um casulo de poeira e gás. Até então os cientistas pensavam que a formação de grandes estrelas era bastante complicada devido ao ambiente turbulento e caótico do centro de aglomerados estelares. Mas ao medir a G35, uma estrela a 8.000 anos-luz de distância com 20 vezes a massa do Sol , a equipe viu que o processo era simples e causado por colapsos de nuvens interestelares. As observações foram feitas em 2011 com uma câmera especial a bordo do SOFIA, um Boeing 747 modificado pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) e que tem um telescópio de 2,5 metros de diâmetro para alcançar altitudes de até 13,7 mil metros. Os resultados da pesquisa, chefiada por Yichen Zhang, foram divulgados na edição de 10 abril do "Astrophysical Journal" Zhang et al. 2013/Astrophysical Journal Mais
Abril - O telescópio Herschel detectou uma galáxia que produz estrelas 2.000 vezes mais rápido do que a nossa Via Láctea, o que pode confundir, ainda mais, as atuais teorias de evolução desses aglomerados. É que a observação foi feita pouco tempo depois do Big Bang, quando o Universo tinha menos de 1 bilhão de anos, e a HFLS3 já tinha uma massa similar a da nossa galáxia atual. Os astrônomos podem deduzir, então, que nesses cerca de 13 bilhões de anos de crescimento, ela poderia ter se transformado na "galáxia de maior massa conhecida no Universo". Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), apesar de a HFLS3 aparecer como "uma pequena mancha vermelha" nas imagens, ela é "uma fábrica que transforma furiosamente o gás em novas estrelas". Acima, concepção artística da galáxia criando estrelas ESA-C.Carreau Mais
Abril - O telescópio espacial Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), identificou três planetas que podem abrigar vida fora do Sistema Solar. Dos cinco planetas que orbitam a estrela Kepler-62, dois deles (62f e 62e) estão na zona habitável, o que indica que eles podem ter atmosfera e água líquida na superfície, destaca artigo publicado no site da revista Science nesta quinta-feira (18). Na imagem, é possível ver a concepção artística do Kepler-62f. Também foi encontrado o Kepler-69c, na zona habitável de outro sistema Nasa/JPL-Caltech/T. Pyle Mais
Abril - Fora do Sistema Solar, os grandes candidatos a abrigar vida são os Keplers, planetas descobertos pelo telescópio Kepler da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Esta concepção artística compara os tamanhos dos planetas Kepler-22b, Kepler-69c, Kepler-62e e Kepler-62f com o da Terra. Todos estão na zona habitável de suas respectivas estrelas Nasa Ames/JPL-Caltech Mais
Abril - O sistema planetário Kepler-62 possui cinco planetas a 1.200 anos-luz da Terra, na constelação de Lira, sendo dois deles na zona habitável,Kepler-62f e Kepler-62e. Os outros três planetas são muito quentes e, por isso, inóspitos para a vida. A estrela do sistema mede 2/3 do nosso Sol e é mais fria e velha do que ele. Neste esquema da Nasa, é possível comparar a zona habitável do sistema Kepler-62 com a do nosso Sistema Solar -- que vai de Vênus até além de Marte Nasa Ames/JPL-Caltech Mais
Abril - O Kepler-62e (em concepção artística na imagem) é 60% maior do que a Terra e está a 1.200 anos-luz de distância, na zona habitável de seu sistema planetário. Sua órbita é de 122 dias e o coloca em uma região em que sua temperatura seria favorável à vida, entretanto, os cientistas não sabem se o planeta tem água ou uma superfície sólida Nasa Ames/JPL-Caltech Mais
Abril - O Kepler-62f (em concepção artística na imagem) é um planeta 40% maior do que a Terra, a 1.200 anos-luz de distância. A órbita em torno de seu sol é de 267 dias, o que o coloca na zona habitável do sistema planetário. Seu tamanho é conhecido, mas a composição não, apesar de os cientistas acreditarem que ele é rochoso Nasa Ames/JPL-Caltech Mais
Abril - O sistema planetário Kepler-69 possui dois planetas a 2.700 anos-luz da Terra, na constelação de Cisne, sendo um deles na zona habitável,Kepler-69c. Neste esquema da Nasa, é possível comparar a zona habitável do sistema Kepler-62 com a do nosso Sistema Solar -- que vai de Vênus até além de Marte Nasa Ames/JPL-Caltech Mais
Abril - O Kepler-69c (em concepção artística na imagem) é tido como um super-Vênus, a 2.700 anos-luz da Terra, é 70% maior do que nosso planeta e está na zona habitável de seu sistema planetário, com órbita de 242 dias, o que o coloca na região que fica Vênus em nosso Sistema Solar Nasa Ames/JPL-Caltech Mais
Abril - O Sol teve a terceira ejeção de massa coronal em apenas dois dias, indicando uma alta atividade do astro. O terceiro disparo (à esquerda) ocorreu no dia 21 de abril, às 13h39 (fuso de Brasília), e chegou a a uma velocidade de 1.005,8 quilômetros por segundo, mostram observações do Observatório Solar Heliosférico (SOHO, na sigla em inglês). De acordo com a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a ejeção foi irradiada na direção de Mercúrio, com poucas chances de atingir a Terra - o Sol foi bloqueado por um círculo para que o forte brilho não ofuscasse a corona (atmosfera solar) durante o registro. Veja mais imagens da atividade solar: ESA&Nasa/SOHO Mais
22.abr.2013 - Durante a chuva de meteoros Lirídeas nesta madrugada (22), foi possível ver um meteoro no norte da Argentina e no Chile. Estas imagens, de Santiago del Estero, na Argentina, mostram o clarão que impressionou os moradores locais, mas não gerou nenhum dano Reprodução/Youtube Mais
Abril - A água que existe na camada superior da atmosfera de Júpiter surgiu após o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9, ocorrido em julho de 1994, comprova o observatório espacial Herschel. O mistério foi resolvido depois que os cientistas descartaram que a fonte seria interna, já que não é possível para o vapor d'água passar pela "armadilha" muita fria de ar que separa a troposfera (onde se formam as nuvens) da estratosfera. Quando passaram a buscar as razões do lado de fora do planeta, o observatório da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) fez um mapeamento em infravermelho da concentração de H2O e viu que havia 3 vezes mais água no hemisfério Sul (com manchas brancas e azuis claras), onde o cometa deixou mais de 21 fragmentos com o impacto, do que no polo Norte de Júpiter (manchas escuras) ESA Mais
Abril - O físico norte-americano Brian Schmidt calculou nesta terça-feira (23) que só restam mais cinco bilhões de anos ao Sol devido à expansão acelerada do cosmos. Como o Universo vai continuar a "aumentar", os corpos celestes que o compõem vão se afastar cada vez mais rapidamente, causando o enfraquecimento das estrelas massivas e quentes. Segundo ele, o grande desafio para os cientistas agora é desvendar o mistério da energia escura, força que explicaria essa aceleração cósmica e que compõe cerca de 70% do Universo. Schmidt ganhou o Nobel de Física em 2011 junto com os colegas Adam Riess e Saul Perlmutter pela pesquisa sobre expansão do Universo. Acima, imagem em luz ultravioleta mostra explosões na atmosfera do Sol com mais de 2 milhões de quilômetros, que foram registradas pelo Observatório Solar Heliosférico (SOHO, na sigla em inglês) Nasa/JPL Mais
Abril - O telescópio Hubble detectou o cometa Ison se aproximando da órbita do planeta Júpiter no último dia 10, ficando a cerca de 621,2 milhões de quilômetros de distância da Terra. Segundo medições prévias, o núcleo do cometa não passa dos 6,5 quilômetros de diâmetro, mas sua cabeça chega a quase 5.000 quilômetros de diâmetro (1,2 vez maior do que a Austrália). Já o rabo se estende por mais de 91,7 mil quilômetros de comprimento, indo além do campo de visão do telescópio. O cometa está fazendo sua primeira viagem para o interior do Sistema Solar (à esquerda) e pode ficar visível no céu do nosso planeta em novembro de 2013, segundo a Nasa (Agencia Espacial Norte-Americana). A imagem acima foi feita em luz visível - a falsa cor azul serve, apenas, para evidenciar detalhes da estrutura do Ison NASA, ESA, J.-Y. Li (Planetary Science Institute), and the Hubble Comet ISON Imaging Science Team Mais
Abril - Para comemorar seus 23 anos em órbita, o telescópio Hubble fez nova imagem da Barnard 33, apelidada de Nebulosa Cabeça de Cavalo, que fica na constelação de Orion, a 1.600 anos-luz da Terra. Suas nuvens ficaram mais coloridas porque o telescópio espacial fez o registro por meio de luz infravermelha, explica a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O Hubble foi lançado em 24 de abril em 1990 acoplado no ônibus espacial Discovery Nasa/ESA/Hubble Heritage Team Mais
Abril - A foto do que parece um pênis desenhado por um dos robôs da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) no solo de Marte foi postada no site Reddit e viralizou em pouco tempo. Um usuário achou a imagem no site de projetos de voo da exploração do Sistema Solar, no link do "Mars Exploration Rover" que conta com os robôs Spirit e Opportunity, lançado em 2003. Não se sabe qual dos robôs fez o desenho, mas a explicação mais plausível é a de que ele rodou em círculos até achar uma saída de um banco de areia e, acidentalmente, desenhou o órgão JPL/Nasa Mais
Abril - Uma equipe internacional de astrônomos descobriu a estrela de nêutrons mais pesada já vista pelo homem, destaca artigo publicado nesta quinta-feira (25) pela Science. Com apenas 20 quilômetros de diâmetro, o pulsar PSR J0348+0432 chega a ser duas vezes mais massivo que o Sol, criando uma supergravidade em sua superfície: 300 bilhões de vezes mais intensa que a sentida na Terra. Esse peso pesado do Universo, que gira em torno de seu próprio eixo 25 vezes por segundo, vive com uma anã branca, que a orbita a cada duas horas e meia, em um exótico sistema binário de estrelas. Segundo o autor da pesquisa, John Antoniadis, do Instituto Max Planck, da Alemanha, esse pulsar "é também um excelente laboratório para a física fundamental", pois comprova a Teoria Geral da Relatividade, de Albert Einstein, em que a gravidade é consequência da curvatura do espaço-tempo criada pela presença de objetos com muita matéria e energia ESO Mais
Abril - A visão que o Curiosity tem do horizonte de Marte, com o Monte Sharp ao fundo, foi feita combinando dúzias de fotografias em 3D feitas pelas duas câmeras instaladas no robô nos dias 166, 168 e 169 da missão (que correspondem aos dias 23, 25 e 26 de janeiro, mas que só foram divulgadas agora). Como o planeta vermelho passa por trás do Sol em relação à Terra em abril, os cientistas da Nasa estão "poupando" o Curiosity neste mês por causa das interferências solares Nasa/JPL-Caltech Mais
Abril - Imagens mostram nuvens formadas por material ejetado de Saturno após o impacto de pequenos objetos no planeta. Esta é a primeira evidência consistente de que meteoroides atingiram o gigante, mostram observações da sonda Cassini entre 2009 e 2012. Até então, astrônomos só tinham identificado os impactos à medida que eles ocorreram na Terra, na Lua e em Júpiter. Acima, em sentido horário de cima para baixo, montagem mostram os escombros encontrados no anel A (feitas de dois ângulos diferentes, com diferença de 24 horas), no anel C, no anel B e mais um no anel C Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute/Cornell Mais
Abril - Furacão no polo Norte de Saturno tem vórtice de 2.000 quilômetros e atinge velocidade de 150 metros por segundo, registra a sonda Cassini, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A imagem em falsa cor combina filtros de espectros sensíveis ao comprimento de onda de luz perto do infravermelho Nasa/JPL-Caltech/SSI Mais
Abril - Duas galáxias espirais em processo de fusão estão cercadas por uma nuvem colossal de gás quente, mostra estudo da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O halo gasoso do sistema NGC 6240 é tão poderoso que se estende por mais de 300 mil anos-luz e pesa 10 bilhões de vezes a massa do nosso Sol. Os violentos choques que ocorrem entre as próprias galáxias expulsam o gás de cada uma para fora, criando uma bolha de gás quente ao redor. Além disso, sugerem os astrônomos, uma explosão de formação de estrelas, que durou ao menos 200 milhões de anos, também pode ser a origem dessa gigantesca nuvem no espaço. A supernova enriqueceu os gases quentes com o arremesso de grandes quantidades de oxigênio, magnésio e silício, o que a ajudou a nuvem a se expandir calmamente até se misturar ao gases mais gelados que já existiam por lá. O estudo, que foi publicado no periódico "Astrophysical Journal", combina a visão de raios x do observatório Chandra, da Nasa, com a do campo visível do telescópio Hubble X-ray: Nasa/CXC/SAO/E. Nardini et al; Optical: Nasa/STScI Mais
Maio - O brilho das galáxias M-81 e M-82 é captado nesta imagem do telescópio do Centro de Voo Espacial Marshall em Huntsville, nos Estados Unidos Nasa/MSFC/MEO/Aaron Kingery Mais
Maio - Telescópio dinamarquês do Observatório La Silla, no Chile, fez novas imagens da nebulosa NGC 6559, que fica a 5.000 anos-luz de distância da Terra, na constelação de Sagitário. Essa nuvem de gás e poeira é um pequeno berçário de estrelas, com poucos anos-luz de dimensão. Segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), a radiação emitida pelas estrelas recém-nascidas é reenviada pelo hidrogênio gasoso da nuvem, criando essa região vermelha no centro da imagem. Já a mancha azulada, que está próxima da nebulosa de emissão vermelha, indica a radiação emitida pelas novas estrelas que é dispersada em várias direções pelas partículas microscópicas e sólidas que existem na NGC 6559 - a poeira composta por elementos pesados, como carbono, ferro ou silício ESO Mais
Maio - O telescópio espacial Hubble encontrou uma vibrante bolha de gás ao redor do objeto SNR 0519, a 150 mil anos-luz de distância da Terra, na constelação do Peixe-Espada. Esses filamentos vermelhos são os restos de uma violenta explosão de uma anã-branca (estrela massiva como o Sol, mas que está no fim da vida) que ocorreu há cerca de 600 anos, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) ESA/Nasa/Hubble Mais
Maio - O telescópio espacial Hubble detectou uma galáxia que chama a atenção por seu formato diferente. Catalogada como 2MASX J05210136-2521450, ela emite grande quantidade de luz no comprimento de onda infravermelho devido à intensa formação de estrelas que existe no local e que foi impulsionada pela interação de duas galáxias no local. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), a força gravitacional dessa fusão fez seus braços internos serem direcionados para um lado e o seu rabo para a direção oposta, criando uma espécie de casulo de material ejetado pelas galáxias em volta do núcleo brilhante da 2MASX J05210136-2521450 ESA/Hubble & Nasa Mais
Maio - Gás molecular muito quente pode estar na órbita ou caindo em direção ao buraco negro no centro da nossa Via Láctea, que tem 4 milhões de vezes a massa do Sol e fica na região de Sagittarius A (Sgr A*), a 26 mil anos-luz de distância do Sistema Solar. As observações feitas com o telescópio espacial Herschel mostram que o gás e a poeira que existem nos "15 anos-luz mais íntimos" da nossa galáxia são aquecidos a 1000ºC, uma temperatura bem acima das nuvens interestelares. Segundo a Agência Espacial Europeia, o calor intenso vem da forte radiação ultravioleta das estrelas massivas que orbitam o buraco negro e, também, da emissão de gás altamente magnetizado, que surge dos choques entre nuvens de gás ou vem do material das estrelas que flui em alta velocidade no local ESA?C. Carreau Mais
Maio - Astrônomos da Universidade West Virginia, nos Estados Unidos, detectaram pela primeira vez nuvens de hidrogênio entre as galáxias Andrômeda e Triângulo, que são vizinhas da nossa Via Láctea. O elemento que nunca tinha sido encontrado tão próximo da Terra sugere que a região tem potencial para formar mais estrelas. As cores acima indicam as diferentes resoluções do telescópio Green Bank - o vermelho combina dados originais da detecção das nuvens Bill Saxton/NRAO Mais
Maio - Nova pesquisa indica que a água presente na Lua veio do impacto de um meteorito com a Terra, há 4,5 bilhões de anos. Ao analisar o hidrogênio de magma vulcânico encontrado no satélite, Alberto Saal e seus colegas descobriram que os isótopos são iguais aos encontrados na Terra, em condritos carbonáceos dos meteoritos mais antigos já registrados. Isto indica que o hidrogênio teria saído do nosso planeta, que, ao ser chocado por um meteorito, formou a Lua. O meteorito teria trazido a água para o Sistema Solar Nasa/JPL Mais
Maio - Telescópio Espacial Hubble da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) descobriu elementos que formam planetas do tamanho da Terra em um lugar improvável - a atmosfera de um par de estrelas mortas, chamadas anãs brancas. Estas estrelas estão localizado a 150 anos-luz da Terra, em um aglomerado de estrelas relativamente jovem, Hyades, na constelação de Touro -- com apenas 625 milhões anos. As anãs brancas estão sendo alvejadas por asteroides, que levam silício para suas atmosferas. O silício é o ingrediente principal das rochas que formam a Terra e outros planetas sólidos do Sistema Solar, o que indicaria que planetas como a Terra poderiam ter orbitado a estrela. Na concepção artística, a anã branca no centro, cercada por anel de poeira e um asteroide se aproximando NASA, ESA, and G. Bacon (STScI) Mais
Maio - Chris Hadfield, da Agência Espacial Canadense, gravou uma versão de "Space Oddity", de David Bowie, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O astronauta colocou a versão no YouTube poucos momentos antes de passar o comando da plataforma ao cosmonauta russo Pavel Vinogradov Chris Hadfield/Nasa/AP Mais
Maio - O Observatório Solar Dinâmico detectou uma forte explosão no Sol neste domingo (12), a primeira da classe 'X' de 2013 - termo que identifica as explosões solares mais intensas. As labaredas foram classificadas como X1.7, isto é, elas são 1,7 mais fortes do que as outras explosões 'X'. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), o fenômeno também estava associado à emissão de massa coronal. O Sol ejetou massa da sua atmosfera a 1.199 quilômetros por segundo, mas sem riscos de atingir a Terra nem afetar nosso sistema de comunicação Nasa/SDO/AIA Mais
Maio - As galáxias do centro da Abell S1077 aparecem como manchas brilhantes no registro feito pelo telescópio Hubble devido à força do seu campo gravitacional. Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA,na sigla em inglês), o aglomerado de galáxias age como uma lupa e estica a luz que viaja do seu centro ESA/Hubble & Nasa; Acknowledgement: N. Rose Mais
Maio - Uma fita flamejante corta uma região da constelação de Órion, que é conhecida por apresentar uma mistura de nebulosas brilhantes, estrelas quentes jovens e nuvens de poeira fria a 1350 anos-luz da Terra, mostra registro do telescópio Apex, no Chile. De acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), o brilho laranja indica a radiação emitida pelos grãos frios em comprimentos de onda longos demais para serem vistos pelo olho humano. Já o intenso clarão (acima, à direita) mostra a posição da Nebulosa de Órion, também chamada de Messier 42, a maternidade de estrelas mais próxima do nosso planeta ESO/Apex Mais
Maio - Astrônomos das universidades de Harvard (EUA) e de Tel Aviv (Israel) aplicaram a Teoria Geral da Relatividade para encontrar novos planetas fora do Sistema Solar. O grupo analisou os efeitos descritos pelo físico Albert Einstein em 1916 - como variações na gravidade, no brilho e no reflexo da luz emitida pela estrela devido a interação com o planeta - no banco de dados da missão Kepler, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), até descobrir o Kepler-76b (à esquerda). "Essa é a primeira vez que a teoria de Einstein foi usada para descobrir um planeta", destaca Tsevi Mazeh, da Universidade de Tel Aviv, um dos coautores do estudo. O "Planeta de Einstein", como foi apelidada a recém-descoberta, é um corpo quente que orbita a cada 1,5 dia sua estrela massiva localizada na Constelação de Cisne, a cerca de 2.000 anos-luz de distância da Terra. O novo exoplaneta tem, ainda, um diâmetro 25% maior do que o de Júpiter e pesa o dobro do gigante gasoso do Sistema Solar. Entenda sobre outras importantes aplicações da Teoria Geral da Relatividade: David A. Aguilar/CfA Mais
Maio - Um buraco negro supermassivo no centro da galáxia 4C+29.30, que está a 850 milhões de anos-luz da Terra, emite jatos poderosos de partículas magnetizadas a milhões de quilômetros por hora. De acordo com a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), essa 'potência' vem do gás quente (as manchas azuis, observadas em ondas de raio X) consumido pelo buraco negro. Já o círculo amarelo indica a radiação de baixa energia que é absorvida pelo material na vizinhança desse poderoso campo gravitacional Nasa Mais
Maio - Curiosity está pronto para fazer a segunda série de perfurações na superfície de Marte, anunciou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) nesta sexta-feira (17). A intenção é coletar mais provas que confirmem os resultados da primeira perfuração, que indicou um ambiente favorável ao desenvolvimento de vida microbiana. O jipe-robô posicionou a broca presa ao seu braço robótico sobre a área rochosa batizada de Cumberland no 275º dia da missão, que corresponde ao dia 15 de maio. Segundo a Nasa, Curiosity já percorreu 727 metros em Marte desde a sua chegada em agosto passado Nasa/JPL-Caltech Mais
Maio - Um meteorito atingiu a Lua em 17 de março e causou uma forte explosão -- 10 vezes mais brilhante do que qualquer outra já vista. A Lua é atingida por meteoritos o tempo todo, mas esse impacto foi particularmente notável: foi possível vê-lo a olho nu, com a mesma intensidade que uma estrela de magnitude 4. O objeto deveria ter 40 kg e cerca 30 cm a 40 cm de largura, mas porque viajava a 90 mil Km/h e a Lua não tem atmosfera (que desaceleraria o meteoroide), a explosão foi equivalente a cinco toneladas de TNT. Meteoritos lunares não necessitam de oxigênio ou de combustão para "explodirem". Eles batem no chão com tanta energia cinética que mesmo uma pedra pode fazer uma cratera de vários metros de largura. O flash de luz não vem da combustão, mas sim do brilho térmico de rocha derretida e de vapores quentes no local do impacto Nasa Mais
Maio - Curiosity coletou amostras do solo de Marte após perfurar seu novo alvo, a área rochosa Cumberland, durante o 279º dia de sua missão (que corresponde a 19 de maio), anunciou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O buraco, feito dois dias depois de o robô chegar ao local, tem 1,6 centímetro de diâmetro e 6,6 centímetros de profundidade. Com a nova rodada de análise, os cientistas pretendem confirmar os resultados da primeira perfuração na rocha John Klein, que fica a 2,75 metros de distância e indicou um ambiente favorável ao desenvolvimento de vida microbiana no passado do planeta vermelho Nasa/JPL-Caltech/MSSS Mais
Maio - Cientistas detectaram uma enorme e rara fusão de duas galáxias antigas, que ocorreu quando o Universo tinha 3 bilhões de anos - o Big Bang deu origem ao cosmos há 13,8 bilhões de anos. A descoberta sugere que esses tipos de colisões formaram as grandes galáxias elípticas do Universo, explica a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Cada uma das galáxias possui uma massa estelar equivalente a de 100 bilhões de sóis, já que somam juntas 400 bilhões de estrelas. Além disso, o choque da dupla, que foi catalogada como HXMM01, despeja cerca de 2.000 estrelas por ano, enquanto a nossa Via Láctea, para efeito de comparação, expele cerca de dois a três estrelas por ano, apenas. O fenômeno foi visto, primeiro, pelo observatório espacial Herschel (à esquerda) e só depois os astrônomos usaram dados de vários telescópios para determinar a massa e o grau de formação estelar que ocorreu na fusão (detalhe à direita) ESA/Nasa/JPL-Caltech/UC Irvine/STScI/Keck/NRAO/SAO Mais
Maio - Cientistas descobrem real formato da Nebulosa do Anel, que não é "oca" como se imaginava. Usando imagem composta de observações na luz visível feita pelo Hubble e de dados infravermelhos do Grande Telescópio Binocular no solo do Arizona, os pesquisadores puderam ter uma boa imagem da nebulosa, que está a 2.000 anos-luz da Terra, na constelação de Lira. A imagem revela um gás brilhante ao redor da estrela similar ao Sol que está morrendo em seu centro, e não apenas formando um "anel" como se pensava. Com os novos dados foi possível construir o mais preciso modelo 3D da nebulosa, com sua complexa estrutura Nasa, ESA, C.R. Robert O?Dell (Vanderbilt University), G.J. Ferland (Universidade de Kentucky), W.J. Henney e M. Peimbert/David Thompson (Universidade do Arizona) Mais
Maio - Cientistas brasileiros e do exterior acabam de anunciar a descoberta de uma estrela com as mesmas características do sol. A CoRoT Sol 1, como foi batizada, é atualmente a estrela gêmea mais distante na nossa Galáxia. Esta gêmea solar, como denominam os astrônomos, tem aproximadamente a mesma massa e composição química do sol, com uma idade aproximada de 6,7 bilhões de anos Divulgação/Ufrn Mais
Maio - O novo trio de astronautas da missão 36 da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) - a norte-americana Karen Nyberg (abaixo, à esquerda), o russo Fyodor Yurchikhin (abaixo, mais à direita) e o italiano Luca Parmitano (à direita) - conversam com familiares durante a cerimônia de recepção na plataforma orbital. O grupo foi recebido pelos atuais tripulantes - o russo Alexander Misurkin, o norte-americano Chris Cassidy e o russo Pavel Vinogradov, que comanda a ISS (acima, da esquerda para a direita) - menos de seis horas depois de serem lançados ao espaço NASA TV Mais
Maio - Astrônomos da Universidade Monash, na Austrália, descobriram que uma dieta pobre em sódio ajuda as estrelas a viverem mais tempo. O aglomerado globular NGC 6752, localizado na constelação do Pavão, guarda duas gerações de estrelas antigas, mas nem todas chegaram ao estágio final de queima nuclear com consequente perda de massa, a chamada fase AGB (sigla em inglês para ramo assintótico das gigantes). Com observações feitas pelo telescópio VLT do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), grupo do astrofísico Simon Campbell viu que 70% das estrelas dessa enorme bola não atingiram a fase AGB - elas são justamente as da segunda geração, com níveis mais altos de sódio. "Parece que as estrelas precisam de uma 'dieta pobre' em sódio para que possam atingir a fase AGB no final de suas vidas. Esta observação é importante por várias razões. Estas estrelas são as mais brilhantes nos aglomerados globulares - por isso, haverá 70% menos destas estrelas brilhantes [nesse aglomerado] do que prevê a teoria. Isso significa, também, que os nossos modelos estelares estão incompletos e devem ser corrigidos!", explica Campbell em seu estudo publicado na revista Nature ESO Mais
Maio - O asteroide 1998 QE2 passará sobre a Terra nesta sexta-feira (31). Com 2,7 quilômetros, o objeto não oferece riscos, pois passará a 5,8 milhões de quilômetros do nosso planeta, ou seja, cerca de 15 vezes a distância entre a Lua e a Terra. Na imagem acima, a órbita da Terra é representada pela linha azul a do asteroide, pela linha verde Nasa/JPL-Caltech Mais
Maio - Imagens obtidas pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) mostram que um asteroide não estará sozinho durante sua passagem pela Terra na tarde desta sexta-feira (31). O 1998 QE2 é, na verdade, um asteroide binário, ou seja, ele viaja pelo espaço junto de sua própria lua, revelam as observações com o radiotelescópio Goldstone, na Califórnia, nos Estados Unidos, feitas quando a dupla estava a 6 milhões de quilômetros de distância da Terra, na noite desta quarta-feira (28). O corpo principal tem um período de rotação de quatro horas, grandes cavidades e 2,7 quilômetros de diâmetro, enquanto o satélite mede cerca de 600 metros de largura, explica a Agência Nasa/JPL-Caltech/GSSR Mais
Maio - Astrônomos da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) descobriram a origem das grandes regiões "invisíveis" que tornam a gravidade da lua irregular, um fenômeno que afeta diretamente as operações de sonda lunares. As anomalias do campo gravitacional do satélite, chamadas de "mascons", surgiram após o impacto de grandes asteroides e cometas na superfície da Lua antiga, quando ela tinha um núcleo muito mais quente do é atualmente. "Os dados da missão GRAIL mostram como a fina crosta e o denso manto fundiram-se com o choque de um grande corpo, criando um padrão distinto de anomalias na sua densidade, reconhecidas, hoje, como 'mascons'", explica Jay Melosh, pesquisador da Universidade Purdue e autor principal do estudo. Acima, concepção ilustra o mapeamento da gravidade lunar feito durante nove meses pelas sondas gêmeas da missão GRAIL, antes de serem desligadas em dezembro passado. Veja outras curiosidades sobre o nosso satélite natural: Nasa/JPL-Caltech Mais
Maio - O Curiosity encontrou novos indícios de que Marte já abrigou água em sua superfície antes de se tornar um planeta árido. O robô fotografou durante os primeiros 40 dias da missão mais de 500 pedras do planeta vermelho (à esquerda) que são similares aos seixos encontrados nos leitos de rios da Terra (à direita). Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a superfície redonda e lisa dos pedregulhos foi formada como se tivesse viajado longas distâncias pelo leito de um antigo rio Nasa/JPL-Caltech/MSSS and PSI Mais
Junho - Raro alinhamento estelar vai ajudar astrônomos na busca de planetas parecidos com a Terra nos próximos anos, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). As oportunidades devem ocorrer em outubro de 2014 e em fevereiro 2016 quando a anã vermelha Proxima Centauri (à esquerda, no detalhe), a estrela mais próxima do nosso Sol, passar em frente a duas outras estrelas, como adiantam as projeções (linhas verdes no detalhe) do telescópio espacial Hubble. Como são as estrelas mais comuns da Via Láctea - são dez para cada estrela massiva como o Sol na nossa galáxia - e com pouca massa, as anãs vermelhas tendem a ter corpos menores e mais parecidos com o nosso planeta em sua órbita Nasa, ESA, K. Sahu and J. Anderson (STScI), H. Bond (STScI and PSU), M. Dominik (Univ of St. Andrews), and Digitized Sky Survey (STScI/AURA/UKSTU/AAO) Mais
Astrônomos identificaram de forma direta o planeta mais "leve" (menos massivo) fora do Sistema Solar, segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). Graças ao Very Large Telescope, o grupo captou a luz tênue do exoplaneta (ponto azul à esquerda) orbitando ao redor da jovem estrela HD95086, localizada a cerca de 300 anos-luz de distância da Terra. O brilho indica que o corpo recém descoberto tem um massa de apenas quatro a cinco vezes a de Júpiter ESO/VLT Mais
Junho - O telescópio espacial Hubble captou o choque de duas galáxias que causou a expulsão de muitas estrelas ao espaço (topo da imagem). Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a galáxia espiral ESO 576-69 (identificada pelo brilho no centro da imagem) foi ejetada do sistema com a colisão, o que ajudou a produzir a 'faixa' de estrelas ESA/Nasa/Hubble Mais
Junho - A luz emitida de uma forte explosão estelar permitiu a um grupo de astrônomos captar em 3D a expulsão do material da T Pyxidis (ou apenas T Pyx), que fica a 15,6 mil anos-luz da Terra. Essa nova recorrente - sistema composto de uma anã branca que orbita uma estrela gigante - explode a cada período de 12 anos a 50 anos, explica a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A anã branca ganha muito material expelido pela gigante (ponto brilhante de cada imagem) e esse acúmulo produz um choque termonuclear na sua superfície extremamente forte, equivalente a de bilhões de toneladas de dinamite. O grupo chefiado por Jennifer Sokoloski, da Universidade de Columbia (EUA), descobriu agora que um disco achatado de sujeira se forma ao redor da estrela gigante após a explosão, indicando que o material nunca escapa desse sistema. O estudo publicado na "Astrophysical Journal Letters" traz imagens dos últimos quatro meses de 2011 feitas pelo telescópio espacial Hubble NASA, ESA, A. Crotts, J. Sokoloski, and H. Uthas (Columbia Univ.) and S. Lawrence (Hofstra Univ.) Mais
Junho - Astrônomos descobriram uma fábrica de cometas a 400 anos-luz de distância da Terra, encerrando um mistério da formação de corpos celestes. Durante o estudo do disco de gás ao redor da estrela Oph-IRS 48, o grupo de Nienke van der Marel, do Observatório de Leiden, na Holanda, observou que a poeira na órbita do sistema estelar tinha um formato diferente, mais parecido com uma castanha de caju do que de disco. Foi aí que eles perceberam que se tratava de "armadilha de poeira", região na qual os grãos ficam 'presos' para se aglutinarem uns aos os outros e crescerem em segurança, sem que fiquem estilhaçados após o choque. "Provavelmente estamos vendo um tipo de fábrica de cometas, já que as condições são propícias aos crescimento das partículas, desde o milímetro até ao tamanho de cometas", explica a autora no artigo publicado na Science ESO/ALMA Mais
Junho - O telescópio Spitzer registrou estrelas "bebês" (pontos laranjas) arremessando jatos de poeira em uma pequena região da constelação Cão Menor, conhecida por ser uma maternidade do espaço. Alguns desses jatos aparecem como longas faixas verdes, mas, quando ficam encobertos pela poeira, surgem apenas como bolhas esverdeadas. As observações do telescópio espacial da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) fazem parte do projeto "Glimpse 360", que busca mapear as estrelas da Via Láctea Nasa/JPL-Caltech/University of Wisconsin Mais
Junho - A sonda Opportunity, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), encontrou amostras de barro formado em água não-ácida (pH neutro) em uma das rochas mais antigas de Marte, que fica na cratera Endeavour. A análise da Esperance 6 (foto) revela traços de um tipo de água potável que data do primeiro bilhão de anos da história do planeta vermelho, quando as rochas estavam se formando com um pH mais neutro, antes que as condições se tornassem mais severas e a água ficasse mais ácida. "Essa é uma água que podemos beber," afirma Steve Squyres, principal cientista da missão Nasa/JPL-Caltech/Cornell Univ/Arizona State Univ Mais
Junho - Pesquisa da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) indica que pedaços de gás carbônico (CO2) congelado - gelo seco - podem ter deslizado pelas dunas marcianas causando sulcos. Os cientistas chegaram a esta conclusão na tentativa de explicar sulcos misteriosos vistos por imagens do "Mars Reconnaissance Orbiter" e com simulações em dunas de areia em Utah e na Califórnia.Os sulcos nas encostas de Marte chamados de "barrancos lineares" têm largura relativamente constante por metros. Isso fez os pesquisadores acreditarem que os sulcos não eram causados por água corrente, que carrega detritos conforme escorre, mas por um objeto que escavou um sulco, empurrando o material para os lados. As imagens também revelaram geada de dióxido de carbono durante o inverno marciano sobre as dunas. Acredita-se que, na primavera, o gás carbônico possa ser liberado após moldar as dunas Nasa/JPL-Caltech/Univ.do Arizona Mais
Junho - Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, encontraram a galáxia com menor massa do Universo conhecido. Com um pouco mais de mil estrelas unidas por pouca matéria escura, a Segue 2 foi vista pelo telescópio do Observatório WM Keck, A descoberta, publicada na revista científica "Astrophysical Journal", oferece pistas importantes sobre como ferro, carbono e outros elementos-chave para a vida humana originalmente se formaram. Além disso, ela pode ser a ponta do iceberg, já que a teoria mais aceita atualmente prevê a existência de milhares de galáxias anãs ao redor da Via Láctea. A Segue 2 foi descoberta em 2009 na constelação de Aries (a 114 mil anos-luz) e tem um brilho apenas 900 vezes maior do que o do Sol. Isso é minúsculo em comparação com a Via Láctea, que é 20 bilhões de vezes mais brilhante que o Sol Garrison-Kimmel, Bullock (UCI) Mais
Junho - Astrônomos suíços descobriram uma nova classe de estrelas ao medir as pequenas alterações de brilho do aglomerado NGC 3766, localizado na constelação de Centauro, a 7.000 anos-luz de distância da Terra. Das 3.000 estrelas medidas no aglomerado, 36 delas mostraram um padrão inesperado: variações regulares do seu brilho em períodos entre 2 e 20 horas. A rotação muito rápida das estrelas pode explicar essa alteração regular não prevista nas teorias - elas giram acima de sua "velocidade crítica", limite para que elas não fiquem instáveis e arremessem matéria no espaço ESO Mais
Junho - A temperatura de Marte varia drasticamente duas vezes ao dia, e não apenas uma vez, mostram novas medições da sonda que orbita o planeta vermelho desde 2006, a MRO. "Nós vimos que a temperatura atingia o ponto máximo no meio do dia, mas também um pouco depois da meia-noite", explica Armin Kleinboehl, cientista do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), que chefiou o estudo. A primeira grande variação nos termômetros é causada pelos raios de Sol e a segunda vem das finas nuvens de gelo que se formam no equador de Marte. É que essas nuvens de água congelada absorvem a luz infravermelha emitida pela superfície do planeta durante todo o dia, "reaquecendo" a atmosfera no fim da noite. Acima, concepcão artística mostra a sonda MRO abaixo do polo Sul de Marte medindo a temperatura da atmosfera do planeta vermelho - as cores laranja e amarelo representam temperaturas mais quentes do que as médias verdes e azuis. Os resultados da pesquisa foram publicados no periódico "Geophysical Research Letters" Nasa/JPL-Caltech Mais
Junho - Os astronautas chineses Wang Yaping, Nie Haisheng e Zhang Xiaoguang (da esquerda para a direita) acenam para as câmeras ao entrarem no módulo espacial Tiangong 1, nesta quinta-feira (13). A manobra de acoplamento automática da nave espacial ocorreu com sucesso às 13h18 locais (às 2h18, no fuso de Brasília) CCTV/AFP Mais
Astrônomos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriram 26 candidatos a buracos negros em Andrômeda com ajuda do Observatório de raios-x Chandra - sete deles estão no centro dessa galáxia que fica a 2,5 milhões de anos-luz de distância da nossa. Esse é o maior número já identificado de campos gravitacionais fora da Via Láctea, computa a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). "Enquanto estamos animados em encontrar tantos buracos negros em Andrômeda, nós achamos que isso é apenas a ponta do iceberg. A maioria dos buracos negros não têm companhias próximas e são invisíveis para nós", explica Robin Barnard, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian da Universidade, que liderou a pesquisa. Esses prováveis buracos negros têm massa de cinco a dez vezes maior que o Sol e se formaram após o choque de estrelas gigantes, destaca o artigo publicado no "Astrophysical Journal" X-ray: Nasa/CXC/SAO/R. Barnard, Z. Lee et al.; Optical: NOAO/AURA/NSF/REU Program/B. Schoening, V. Harvey and Descubre Foundation/CAHA/OAUV/DSA/V. Peris Mais
Junho - Astrônomos encontraram fortes evidências de que um planeta está se formando a mais de 12 bilhões de quilômetros de sua estrela massiva e quente, a maior distância já registrada em um sistema planetário, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) - a Terra fica a exatos 149.597.870,7 quilômetros do Sol, calcula a União Astronômica Internacional. A descoberta foi feita após o grupo liderado por John Debes, da Universidade John Hopkins (EUA), identificar um buraco no disco de gás e poeira que circunda a anã vermelha TW Hydrae, que fica na constelação da Hydra, a 176 anos-luz da Terra. Essa faixa, que tem 3,05 bilhões de quilômetros de diâmetro, pode ser explicada pela presença de um planeta não visto, mas em crescente formação, que suga material protoplanetário desse disco de 65 bilhões de quilômetros de diâmetro. Acima, as observações feitas com o telescópio Hubble (à esquerda) em 2005 e a concepção artística (à direita) da descoberta Nasa, ESA, J. Debes (STScI), H. Jang-Condell (Un. of Wyoming), A. Weinberger (Carnegie Institution of Washington), A. Roberge (GSFC), G. Schneider (Un. of Arizona/Steward Observatory) and A. Feild (STScI/AURA) Mais
Junho - O cargueiro ATV-4 Albert Einstein se acoplou neste sábado (15) à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) com sucesso, após dez dias na órbita da Terra. O módulo espacial, que carrega 6,6 toneladas de material para os seis astronautas, fez contato com a ISS às 11h07 (fuso de Brasília), segundo a Agência Espacial Europeia Nasa/ESA Mais
Junho - O mapeamento do movimento das nuvens de Vênus mostra que os ventos na sua atmosfera estão cada vez mais rápidos. O planeta é conhecido por ter uma atmosfera em super-rotação, cuja circulação das massas de ar completa uma volta em torno do planeta a cada quatro dias terrestres - em contraste, o dia de Vênus é "muito longo", já que o planeta demora 243 dias terrestres para dar a volta em si mesmo. A velocidade do deslocamento das nuvens subiu de 300 quilômetros por hora em 2006, quando começaram as medições da sonda Venus Express, para 400 quilômetros por hora ao longo dos seis últimos anos terrestres da missão da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). "Essa grande variação nunca foi observada em Vênus antes, e nós ainda não entendemos por que isso ocorreu", justifica Igor Khatuntsev, do Instituto de Pesquisas Espaciais de Moscou, na Rússia. Acima, setas e círculos indicam o movimento das nuvens no planeta em 2008 Khatuntsev et al, Icarus (2013); doi: 10.1016/j.icarus.2013.05.018 Mais
Ao analisar rochas da superfície de Marte capturadas pelo robô Spirit e compará-las a meteoritos marcianos, pesquisadores descobriram que as rochas são cinco vezes mais ricas em níquel do que os meteoritos. O que poderia explicar isso é que as rochas estavam em um ambiente rico em oxigênio há 4 bilhões de anos NASA/JPL-Caltech/Universidade de Cornell/Universidade do Estado do Arizona Mais
Junho - Plateia em escola chinesa assiste ao vivo à aula da astronauta Wang Yaping ministrada a partir da espação espacial Tiangong, a 300 km acima da superfície da Terra. A aula, que foi retransmitida para 60 milhões de crianças do país, busca popularizar os voos espaciais entre os jovens AFP Mais
Astrônomos descobriram que, além de os buracos negros atraírem poeira quente para seu entorno, formando um donut (ou toro, como é chamada a forma geométrica), eles também afastam muita poeira fria que fica acima e abaixo do anel. Usando o telescópio do Observatório Europeu do Sul, os cientistas analisaram o buraco negro no centro da galáxia NGC 3783, que fica no sul da constelação de Centaura, a dezenas de milhões de anos-luz da Terra. A descoberta desafia as atuais teorias de como os buracos negros supermassivos evoluem e interagem com os seus arredores. Na imagem, concepção artística do buraco negro ESO/M. Kornmesser Mais
Colisão de galáxias forma imagem similar a de um pássaro perto de um ovo no espaço, mostra registro do telescópio Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Este duo de galáxias que interagem é conhecido como Arp 142. O par contém a galáxia em espiral NGC 2936, que é uma região de formação de estrelas (à direita), e a galáxia elíptica NGC 2937 (à esquerda), cujo gás e poeira do seu centro ficaram comprimidos durante o encontro. A galáxia em espiral já foi uma vez plana, mas, devido à gravidade da sua companheira, ela perdeu sua forma original Nasa/ESA/Hubble Heritage Team Mais
Junho - A Agência Espacial Francesa anunciou nesta segunda-feira (24) que seus engenheiros não vão conseguir recuperar a sonda CoRot, que não se comunica com a Terra desde novembro de 2012. O equipamento foi lançado ao espaço em 2006 para detectar novas 'Terras' fora do Sistema Solar, ou seja, exoplanetas feitos de rocha com água em estado líquido e temperatura moderada para abrigar a vida como conhecemos. O satélite será colocado em uma órbita mais baixa antes de ser desligado e se incendiará ao reentrar na atmosfera terrestre CNES/Ill. D. Ducros. Mais
Junho - Astrônomos encontraram evidências da existência de ao menos seis planetas ao redor da estrela Gliese 667C, localizada na constelação do Escorpião, a 22 anos-luz de distância, segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). Três deles são "super Terras" (eles têm mais massa do que o nosso planeta, mas são menos massivos do que Urano ou Netuno, por exemplo) que orbitam uma região onde a água pode existir sob forma líquida e com temperatura adequada, o que os faz bons candidatos à presença de vida como a conhecemos. Esta é a primeira vez que três corpos são descobertos na zona habitável de um mesmo sistema planetário, destaca o ESO ESO Mais
Junho - Astrônomos descobriram, oficialmente, 10 mil grandes objetos que orbitam o Sol e possuem trajetórias próximas à Terra, os chamados NEOs. A marca histórica foi alcançada na noite do dia 18 de junho quando o asteroide 2013 MZ5 (no canto à direita, indicado pela seta) foi detectado pelo telescópio Pan-STARRS-1, que fica na cratera vulcânica Haleakala, no Maui, e é operado pela Universidade do Havaí. A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), que financia o equipamento, afirma que seus cientistas analisaram a trajetória do asteroide de 300 metros de diâmetro e concluíram que ele não oferece riscos ao nosso planeta. "Mas existe, ao menos, um número dez vezes maior para ser achado no espaço antes que possamos assegurar que encontramos todo e qualquer perigo que possa causar danos aos cidadãos da Terra", afirma Lindley Johnson, que coordena o programa de NEO da Nasa PS-1/UH Mais
Julho - Na constelação do Triângulo, a cerca de 2,9 milhões de anos-luz da distância, é possível ver duas galáxias em espiral, atraídas pela gravidade uma da outra. À esquerda da imagem, a galáxia espiral PGC 9074 mostra uma protuberância brilhante e dois braços espirais enrolada ao redor do núcleo; já a PGC 9071 tem uma protuberância mais fraca e uma estrutura ligeiramente diferente para os seus braços, mais afastados. Os braços espirais possuem manchas escuras de poeira que obscurecem a luz das estrelas que estão por trás, com o azul brilhante de estrelas quentes, recém-formadas. Estrelas mais velhas e frias são encontradas no centro amarelado da galáxia. No futuro, prevê-se que as galáxias vão se unir em uma maior ESA/Hubble/Nasa/Judy Schmidt Mais
Julho - Cometa Ison parece fogos de artificio em imagem do telescópio Hubble da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O cometa está a quase 650 milhões de quilômetros da Terra, em direção ao Sol, entre as órbitas de Marte e Júpiter, com uma velocidade de 48.000 mph. Mas, ao contrário de um fogo de artifício, o cometa não apresenta combustão, mas sim o gelo do núcleo vira gás, formando a imensa cauda de gás e poeira. Quanto mais se aproxima do Sol, mais brilhante e com maior cauda ele ficará. O cometa deve ficar visível a olho nu em novembro Nasa/Esa/Hubble Heritage Team (STScI/AURA) Mais
Julho - Duas luas de Plutão foram nomeadas após uma enquete, mas o nome vencedor não foi usado. Isso porquê logo que soube do concurso para a escolha do nome da lua, o ator William Shatner, que interpretou o capitão Kirk de Star Trek, fez campanha pelo nome "Vulcano", que seria o planeta de Mr. Spock. O nome foi o mais votado, mas os astrônomos não o escolheram porque ele não tem ligação com a mitologia, como os nomes das outras três luas do planeta. Assim, as luas se chamarão Kerberos e Styx SETI Institute Mais
Julho - Concepção artística mostra como uma galáxia no Universo, dois bilhões de anos depois do Big Bang, puxava o gás frio (mostrado em laranja) dos arredores. Esta é a melhor observação obtida até o momento para sustentar as teorias existentes sobre a formação das galáxias, que indica que elas atraem e "consomem" matéria próxima para possibilitar a formação estelar e impulsionar a própria rotação. Além de olhar para a galáxia, os pesquisadores também estudaram a luz de um quasar distante (o ponto brilhante à esquerda) que passou pela poeira de gás perto do centro da galáxia ESO/L. Calçada/ESA/AOES Medialab Mais
Julho - Uma das galáxias mais parecidas com a Via Láctea, a NGC 6744 aparece nesta imagem em ultravioleta com a formação de estrelas em regiões externas da galáxia. A 30 milhões de anos-luz, a galáxia está na constelação de Pavão e é maior do que a Via Láctea, com um disco que mede 175 mil anos-luz AFP/Nasa/JPL-Caltech Mais
Julho - Equipe internacional de astrônomos revelou nesta quarta-feira (10) a melhor imagem já feita de uma estrela gigantesca em formação no interior de uma nuvem escura. De acordo com o ESO (Observatório Europeu do Sul), foi descoberta uma espécie de "útero estelar" (bolha amarela no centro da imagem) que tem cerca de 500 vezes a massa do Sol, o maior já identificado na nossa Via Láctea, que está crescendo e adicionando cada vez mais massa na Nuvem Escura de Spitzer 335.579-0.292 (manchas vermelhas), que fica a 11 mil anos-luz de distância. Todo este material eventualmente deverá entrar em colapso para formar uma estrela jovem e muito brilhante, com até 100 massas solares, um monstro muito raro no Universo. "De todas as estrelas da Via Láctea, apenas uma em cada dez milhares atinge este tipo de massa!", explica Nicolas Peretto, que chefiou a pesquisa com o potente radiotelescópio ALMA ALMA (ESO/NRAJ/NRAO)/Nasa/Spitzer/JPL-Caltech/GLIMPSE Mais
Astrônomos da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) registraram, pela primeira vez, a "cauda" do Sistema Solar. Assim como os cometas que vagam no espaço ou os meteoros que atravessam a atmosfera terrestre, a heliosfera (um campo magnético criado pelas emissões do Sol que protege os planetas da radiação espacial) também deixa um rastro de partículas. Com três anos de dados do satélite Ibex, a equipe liderada por David McComas mapeou as fronteiras do nosso sistema e descobriu que há uma combinação de partículas em movimento na cauda dessa bolha: as mais rápidas ficam acima e abaixo (vermelho) e as mais lentas, nos lados (amarelo), deixando a estrutura toda retorcida devido à interação dos ventos solares (linhas azuis) Nasa Mais
Julho - Como planetas não emitem luz própria, os cientistas observam alterações nas estrelas para caçar novos mundos ao redor desses corpos massivos. Mas uma descoberta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) afirma que alguns desses candidatos à Terra são apenas miragens do espaço. É que a gravidade de um planeta que orbita uma estrela em um disco de poeira, como a famosa Fomalhaut (ponto branco, no centro da imagem), pode esculpir buracos na roda de sujeira (bordas vermelhas). A não ser que esse anel abrigue tanto gás quanto poeira, relata estudo publicado na revista Nature. As lacunas que existem nessa estrela, localizada a 25 anos-luz de distância, podem não ser sinal de um novo planeta, mas, sim, de muito gás que nunca tinha sido visto antes Nasa, ESA, P. Kalas and J. Graham (UC Berkeley) and M. Clampin (Nasa/GSFC) Mais
Julho - Cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) descobriram a verdadeira cor do HD 189733b, um dos exoplanetas mais próximos da Terra, a 63 anos-luz de distância. Com observações do telescópio Hubble, o grupo mediu a quantidade de luz refletida na superfície do planeta em três momentos - antes, durante e depois de passar por sua estrela - e perceberam que ocorriam alterações apenas no espectro azul, mas nenhuma nos campos verde ou vermelho. "Isso significa que o corpo que desapareceu atrás da estrela era verdadeiramente azul", explica Frédéric Pont, astrônomo da Universidade de Exeter, no Reino Unido, que chefiou a pesquisa na Nasa. Mas ter azul cobalto não indica que ele é coberto por oceanos como a Terra. Sua cor deve-se a uma atmosfera gasosa e turbulenta, composta principalmente de hidrogênio e carregada de partículas de silicato, substância que transmite a cor pela superfície do exoplaneta Nasa, ESA, and G. Bacon (STScI) Mais
Julho - Estrelas massivas à beira da morte também podem ser fotogênicas - e ainda revelar segredos a 4.200 anos-luz de distância da Terra. Classificada como uma nebulosa planetária, a NGC 2392 é uma estrela como o nosso Sol em uma fase avançada, já que está se transformando em uma gigante vermelha ao dispensar suas camadas externas (cores vermelhas, verdes e azuis da imagem) e acabando com estoque de hidrogênio do seu núcleo. Mas novo registro do Observatório de Raios X Chandra, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), mostra que há bastante gás e plasma muito quente, na ordem dos milhões de graus Celsius (manchas roxas), no centro da Nebulosa do Esquimó, como é apelidada pelos astrônomos. Estudo publicado no "Astrophysical Journal" afirma que só um sistema binário de estrelas poderia explicar a concentração acima da média de emissões de raio-x nessa região, o que indica que o velho astro tem uma companheira radiante - mas um pouco tímida, já que nunca foi vista - no fim da sua vida X-ray: Nasa/CXC/IAA-CSIC/N.Ruiz et al, Optical: Nasa/STScI Mais
Julho - O telescópio espacial Hubble descobriu uma nova lua na órbita de Netuno, elevando o número de satélites para 14. Cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) estimam que a S/2004 N 1 tenha cerca de 19 quilômetros de diâmetro, o que a faz a menor lua conhecida desse sistema. A nova lua completa uma volta em torno do planeta gigante a cada 23 horas e fica quase a 105 mil quilômetros de distância de Netuno, entre as órbitas de Larissa e Proteus Nasa, ESA and A. Feild (STScI) Mais
Julho - A segunda caminhada espacial do mês da missão 36 da Estação Espacial Internacional terminou cinco horas mais cedo do que o planejado. O italiano Luca Parmitano, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), e o norte-americano Chris Cassidy, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), ficaram apenas uma hora e 32 minutos fora da ISS, tempo suficiente para cada um terminar a instalação de cabos de energia para componentes essenciais da plataforma. O controle da missão nos Estados Unidos (à direita) decidiu terminar a caminhada espacial depois que o astronauta Parmitano (na frente, à esquerda) percebeu que havia água flutuando por trás de sua cabeça dentro do capacete Nasa TV Mais
Julho - Uma nuvem de gás foi despedaçada pelo massivo buraco negro que existe no centro da nossa Via Láctea, registra pela primeira vez o telescópio VLT, operado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) no Chile. A nuvem ficou tão esticada que a sua frente já passou pelo ponto mais próximo do buraco negro e passa a se distanciar dele com rapidez, a mais de 10 milhões de quilômetros por hora, enquanto sua cauda vai em direção ao campo gravitacional (centro da concepção artística). "O gás que se encontra em uma das extremidades da nuvem está esticado ao longo de mais de 160 bilhões de quilômetros ao redor da órbita central do buraco negro. E o ponto de maior aproximação está um pouco mais que 5 bilhões de quilômetros de distância dele - por pouco não está caindo lá dentro", explica Stefan Gillessen, do Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, da Alemanha, que liderou a pesquisa com o VLT ESO/S. Gillessen/MPE/Marc Schartmann Mais
A alquimia tenta há séculos criar ouro, mas agora cientistas do Centro de Astrofísica da Harvard-Smithsonian descobriram que todo ouro existente na Terra deve ter vindo da colisão de estrelas de nêutrons. Ao observar uma explosão de raios gama de curta duração (GRB), no mês passado, que foi resultado da colisão de duas estrelas de nêutrons - os núcleos mortos de estrelas que explodiram como supernovas -, os astrônomos perceberam por dias um brilho intenso, que indica a criação de quantidades significativas de elementos pesados - incluindo ouro. "Nós estimamos que a quantidade de ouro produzida e ejetada durante a colisão pode ser tão grande quanto a massa de dez Luas", disse o chefe do estudo, Edo Berger. O ouro é raro na Terra, em parte, porque também é raro no Universo. Ao contrário dos elementos como o carbono ou o ferro, não pode ser criado por uma estrela Dana Berry/SkyWorks Digital, Inc Mais
Julho - Cientistas estão pessimistas a respeito da intenção da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) de rebocar um asteroide até a órbita estável da Lua, criando uma espécie de base para astronautas em longas missões espaciais. Como a nave-robô (concepção artística), que só deve ser lançada em 2017, terá capacidade de capturar objetos com até 10 metros de diâmetro, as opções de corpos celestes com trajetórias próximas à Terra caem de dez mil para 370, calcula Paul Chodas, especialista da Nasa, ameaçando o futuro da iniciativa Nasa Mais
Julho - Astrônomos detectaram pela primeira vez 'neve' caindo em torno de um jovem sistema planetário, registro que promete ajudar no estudo sobre a formação de corpos celestes. As observações inéditas do ALMA, o radiotelescópio mais potente do mundo, mostram linhas de neve entre os diferentes grãos congelados ao redor da TW Hydrae (ponto brilhante, ao centro), uma estrela como o nosso Sol ainda jovem, que fica a 175 anos-luz de distância da Terra. A água é a primeira substância a congelar em uma área que corresponde à distância entre as órbitas de Marte e Júpiter (mancha azul) e, à medida que as temperaturas caem, as moléculas mais exóticas do sistema transformam-se também em neve, como o dióxido de carbono, o metano e o monóxido de carbono (faixa verde), que corresponderia à órbita de Netuno, segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), que opera o ALMA no Chile. A neve ajuda os grãos de pó a ficarem colados uns aos outros e cria um revestimento pegajoso que é essencial para a formação de planetas e cometas, explica artigo publicado nesta quinta-feira (18) na revista "Science". Além disso, o monóxido de carbono congelado é necessário para a formação de metanol, um dos blocos constituintes das moléculas orgânicas mais complexas essenciais à vida B. Saxton & A. Angelich/NRAO/AUI/NSF/ALMA (ESO/NAOJ/NRAO) Mais
Julho - A sonda espacial Cassini vai tirar uma foto simultânea de Saturno e da Terra nesta sexta-feira (19), entre 21h27 e 21h47 GMT (entre 18h27 e 18h47 no fuso de Brasília). A imagem será feita no momento em que Saturno será iluminado por trás pelo Sol para ajudar no estudo da forma dos anéis de poeira do planeta gigante, explica a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A sonda estará cerca de 1,44 bilhão de quilômetros de distância da Terra, quase dez vezes o trajeto entre o Sol e o nosso planeta Nasa/JPL-Caltech Mais
Julho - Novas medições da composição da atmosfera de Marte feitas pelo laboratório interno do Curiosity fornecem evidências sobre a perda da atmosfera do planeta vermelho. Os cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) suspeitam que uma catástrofe desligou o campo magnético do planeta vermelho quando tinha menos de 500 milhões de anos e o deixou exposto a fortes ventos solares que arrasaram quase toda a sua atmosfera. Segundo estudo publicado na revista "Science", Marte perdeu rapidamente quase todo seu ar, que era bem mais espesso, ficou parecido com nosso planeta. O problema é que a erosão continuou e, hoje, a atmosfera marciana é tão rarefeita que sua pressão é de menos de um centésimo do da superfície terrestre. Acima, imagem feita pela câmera do jipe-robô no 335 dia da missão, que corresponde a 16 de julho, após atingir a marca de um quilômetro percorrido desde agosto de 2012 Nasa/JPL-Caltech Mais
Julho - "Você vê o que eu vejo? Estas dunas polares em Marte parecem um dinossauro T-rex, completo, como os pequenos braços", diz o site da sonda Odyssey, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), que está em Marte. A imagem é da câmera do Sistema de Imagem de Emissão Termal (Themis). No detalhe, a localização da imagem Nasa/JPL-Caltech/Arizona State University Mais
Julho - Duas erupções solares se expandem lado a lado em registro do Observatório Solar Heliosférico (SOHO, na sigla em inglês) feito no começo de julho e divulgado nesta segunda-feira (22) pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). O astro expeliu enormes nuvens de plasma magnetizado da atmosfera do Sol, a chamada massa coronal, para o espaço com menos de 24 horas de diferença, entre os dias 1º e 2 de julho, mas sem riscos de atingir a Terra e afetar o sistema de comunicação dos nossos satélites. De acordo com a ESA, o maior evento (à esquerda) foi disparado, provavelmente, como um filamento solar que se tornou instável e foi arremessado para longe do Sol ESA Mais
Julho - Um buraco coronal gigantesco sobre a região do polo Norte do Sol foi captado pelo Observatório Solar Heliosférico (SOHO, na sigla em inglês) no dia 18 de julho, às 09h06 EDT (às 10h06, no fuso de Brasília). Os buracos coronais são, na verdade, regiões escuras e de baixa densidade que surgem na atmosfera mais externa do Sol, a corona: como há pouco material solar e temperaturas mais baixas, eles parecem ser bem mais escuros do que o ambiente ao seu redor, explica a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) ESA&Nasa/SOHO Mais
Julho - A sonda Cassini fez novo registro simultâneo de Saturno (enquanto era iluminado por trás pelo Sol) e da Terra, que aparece como um pequeno ponto à direita dos anéis do planeta gigante gasoso. Esta é a terceira vez na história que o nosso planeta é fotografado bem de longe, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A imagem bruta acima (isto é, ainda não recebeu tratamento) foi feita a cerca de 1,44 bilhões de quilômetros de distância do nosso planeta no dia 19 de julho, entre 21h27 e 21h47 GMT (entre 18h27 e 18h47 no fuso de Brasília), e divulgada pela págino do Facebook da missão no fim de semana Nasa/Cassini Mais
Julho - A sonda Cassini fez novo registro simultâneo de Saturno (enquanto era iluminado por trás pelo Sol) e da Terra. Esta é a terceira vez na história que o nosso planeta é fotografado bem de longe. O mosaico acima reúne cerca de 30 imagens, ainda sem tratamento, tiradas a cerca de 1,44 bilhão de quilômetros de distância do nosso planeta no dia 19 de julho, entre 21h27 e 21h47 GMT (entre 18h27 e 18h47 no fuso de Brasília), e divulgada pela págino do Facebook da missão no fim de semana Nasa/Cassini Mais
Julho - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou nesta segunda-feira (22) a imagem tratada e colorida do registro simultâneo da Terra e de Saturno feita pela sonda Cassini no dia 19 de julho. Das 33 imagens do sistema de anéis, apenas esta mostra os dois planetas ao mesmo tempo: a Terra surge como um "pálido ponto azul" no canto direito (indicada pela seta), enquanto três anéis (F, G e E) são iluminados por trás pelo Sol, enaltecendo ainda mais o lado escuro de Saturno Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute Mais
Julho - Observações da galáxia do Escultor, também conhecida como NGC 253, deram importantes pistas sobre a estranha escassez de galáxias de massa elevada (com grande formação estelar) no Universo. O telescópio Alma captou imensas colunas de gás frio e denso sendo ejetadas a partir do centro dessa galáxia espiral, que fica na constelação do Escultor, a cerca de 11,5 milhões de anos-luz do Sistema Solar - ela é uma de nossas vizinhas galáticas mais próximas que têm formação estelar explosiva. De acordo com o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), que opera o equipamento no Chile, a expulsão do material dificulta as futuras gerações de estrelas conseguirem "combustível" suficiente para elas crescerem e se formarem. As cores representam a intensidade da emissão detectada pelo Alma, sendo o rosa a emissão mais intensa e o vermelho, a mais fraca ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/Erik Rosolowsky Mais
Julho - O telescópio Iris abriu seu "olho" pela primeira vez no dia 17 de julho, ainda na órbita da Terra, e registrou imagens impressionantes do Sol. O equipamento da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), que foi lançado no dia 27 de junho, mostra não só o forte contraste de densidade e temperatura que existe no astro, como também revela detalhes nunca vistos das camadas da atmosfera solar, como uma infinidade de finas estruturas. "As belas imagens do Iris vão nos ajudar a entender como a baixa atmosfera pode alimentar uma série de eventos ao redor do Sol", explica Adrian Daw, chefe da missão no Centro de Estudos Espaciais Goddard em Greenbelt, em Maryland, nos Estados Unidos. Acima, uma mesma região da nossa estrela é vista pelo Observatório Solar Dinâmico (colorido, à esquerda) e pelo Iris (em preto e branco, à direita), ressaltando a precisão do novo telescópio espacial Nasa/SDO/Iris Mais
Julho - Mimas e Pandora mostram como as luas de Saturno são excepcionais, ainda mais quando fotografadas juntas pela sonda Cassini. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), o tamanho reduzido de Pandora mostra que ela não tem gravidade suficiente para ganhar uma formato mais arrendondado como o de seu colega maior, que tem 396 quilômetros de diâmetro. Para os astrônomos, o satélite alongado, com cerca de 81 quilômetros de comprimento, pode guardar pistas de como os corpos próximos aos anéis de Saturno se formaram Nasa/JPL-Caltech/Space Science Institute Mais
Julho - O Telescópio Espacial Hubble captou uma imagem do centro de galáxia a 90 milhões de anos-luz de distância da Terra. Localizada na constelação de Peixes, a NGC 524 é uma galáxia lenticular, uma fase intermediária na evolução, entre a espiral, como é o caso da nossa Via Láctea, e a elíptica, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Esa/Hubble & NASA, Acknowledgement: Judy Schmidt Mais
Agosto - Uma cratera ao Sul do equador de Marte traz novas evidências que o planeta vermelho já teve água líquida em sua superfície, divulgou nesta quinta-feira (1º) a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). Com 34 quilômetros de diâmetro, a cratera tem vários blocos de pedra (no topo, à esquerda) que se formaram com a sedimentação de partículas dissolvidas em água depois de uma inundação, criando uma forma "caótica", mostram fotos da sonda Mars Express, que orbita Marte desde 2003. Outros traços do passado molhado do planeta são vistos na forma de canais (centro) e de um curso sinuoso entre duas deformações (no topo, à direita) ESA/DLR/FU Berlin (G. Neukum) Mais
Agosto - A sonda Messenger, que orbita Mercúrio desde 2004, fotografou a cratera Hovnatanian, nome dado em homenagem ao pintor armênio Hakop Hovnatanian. O formato elíptico e os raios que iluminam o local como uma borboleta apontam que a "jovem" cratera surgiu após um impacto oblíquo na superfície do planeta, explica a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A imagem acima foi feita com uma câmera grande angular a bordo da sonda no dia 1º de maio e divulgada agora, três meses depois Nasa/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington Mais
Agosto - As galáxias se "apagam" com o fim da formação de estrelas, mas algumas se mantêm grandes como se tivessem evoluindo, algo que sempre intrigou os astrônomos. Mas observações do telescópio Hubble divulgadas nesta quinta-feira (1º) desvendaram o mistério. O grupo da da Universidade de Zurique, na Suíça, identificou 20 galáxias "desligadas" ao longo dos últimos 8 bilhões de anos, quando o cosmos tinha menos da metade da sua idade atual, e descobriu que as galáxias eram grandes desde o começo. "Nós achamos um grande número de galáxias maiores que se desligaram mais tarde, juntando a seus irmãos menores e dando a impressão equivocada de crescimento galáctico ao longo do tempo", explica Simon Lilly, um dos coautores do estudo publicado no "Astrophysical Journal" Nasa, ESA, M. Carollo (ETH Zurich) Mais
Agosto - Um disco de gás e poeira quente, material vindo do processo da formação estelar, rodeia como um bambolê um jovem par de estrelas na constelação do Serpentário. Como as duas giram em torno de si, elas periodicamente saem para fora do arco e alternam fases de brilho intenso ou mais fraco, fazendo com que o sistema YLW 16A "pisque" a cada três meses. O bambolê de sujeira espacial aparece desalinhado em relação à dupla estelar devido à presença perturbadora - e gravitacional - de uma terceira estrela, que orbita a periferia desse sistema - os arcos amarelos na concepção artística acima indicam o movimento das estrelas centrais. O sistema, que foi captado em luz infravermelha pelo telescópio Spitzer, tem condições de gerar, no futuro, corpos celestes que compõem um sistema solar, inclusive planetas, segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa/JPL-Caltech Mais
Agosto - Astrônomos colombianos descobriram que o cinturão de asteroides do Sistema Solar, que fica entre Marte e Júpiter, abriga um enorme "cemitério" de cometas - e que, ao menos, 12 cometas ficaram ativos na última década nessa região (ilustração central). Segundo Ignacio Ferrin, os cometas podem "voltar" à vida devido à proximidade com o Sol, causando uma vigorosa atividade no cinturão (ilustração inferior) Ignacio Ferrin/University of Antioquia Mais
Agosto - Uma intrigante região de formação estelar na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha a nossa Via Láctea, foi captada pelo telescópio VLT, que fica no Chile, o melhor local no hemisfério Sul para a observação astronômica. Segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), as duas nuvens de gás foram esculpidas pelos fortes ventos estelares ejetados por estrelas recém-nascidas extremamente quentes. Os tons vermelhos da NGC 2014 indicam que ela é constituída por hidrogênio gasoso e tem um enxame de estrelas quentes jovens - a radiação dos jovens corpos celestes arranca os elétrons dos átomos que as rodeiam e ionizam o gás, produzindo esse brilho colorido. Já sua vizinha, a NGC 2020, tem uma única estrela quente: seus jatos produziram uma cavidade ao seu redor e ionizaram o oxigênio presente, dando esse tom azulado à bolha de gás ESO Mais
Agosto - Astrônomos desvendaram a origem da Corrente de Magalhães, uma grande faixa de gás que se estica por metade da nossa Via Láctea. Desde a década de 1970, quando a região foi detectada, os cientistas querem saber se foi a Pequena ou a Grande Nuvem de Magalhães quem liberou material para a região. Novos dados do telescópio Hubble, que mediu os elementos pesados em seis pontos diferentes da Corrente, colocaram fim ao mistério de 40 anos ao apontar que o material veio das duas galáxias vizinhas. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a Pequena Nuvem de Magalhães criou a região há mais de 2 bilhões de anos, quando lançou no espaço oxigênio e enxofre (os gases ocupam quase toda a região, mas em níveis mais baixos), mas, durante uma segunda fase, a Grande Nuvem liberou mais enxofre (gás encontrado em abundância perto da galáxia) Nasa Mais
Agosto - O cargueiro espacial Kounotori chegou à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) com sucesso nesta sexta-feira (9), dois dias depois de ter sido lançado da base espacial na ilha de Tanegashima, em Kagoshima, no Japão. A astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Karen Nyberg usou o braço robótico canadense da ISS para capturar o módulo japonês, com 3,6 toneladas de equipamentos, experimentos e provisões para a tripulação, às 8h22 no fuso horário de Brasília - no momento, a plataforma estava na órbita da Terra, a 418 quilômetros de distância, sobre a África do Sul. No início de setembro, o veículo será carregado com lixo dos astronautas, separado da ISS e enviado de volta à Terra, quando será destruído na reentrada da atmosfera Nasa TV Mais
A Terra está cercada por mais de mil 'asteroides perigosos', mostra recente mapeamento feito pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). As linhas azuis indicam as órbitas dos 1.400 corpos rochosos com até 140 metros de extensão que estão 'próximos' da do nosso planeta - o que, em termos espaciais, significa, estar até 7,5 milhões de quilômetros de distância Nasa/JPL-Caltech Mais
Agosto - O maior radiotelescópio do mundo, o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), registrou detalhes inéditos do nascimento de uma estrela ao observar por apenas cinco horas a Harbig-Haro 46/47, que fica a 1.400 anos luz de distância, na constelação da Vela. O equipamento registrou o instante em que a estrela recém-nascida soltou jatos de matéria muito energéticos (manchas laranjas e verdes), que são impossíveis de serem vistos em luz visível devido ao obscurecimento provocado pelas nuves de poeira e gás que rodeiam o astro. Já as manchas rosas e roxas indicam a parte visível do espectro que estão vindo em nossa direção, conforme registro do NTT, outro telescópio operado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) ESO/ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/H. Arce. Acknowledgements: Bo Reipurth Mais
Agosto - O Sol liberou massa coronal (CME, na sigla em inglês) em direção à Terra por volta das 5h30 (fuso de Brasília) de terça-feira (20), segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). O fenômeno solar, que solta bilhões de partículas ionizadas em forma de gás e plasma magnetizado de sua atmosfera, atingiu uma velocidade de 917 km/s e pode levar entre um e três dias para atingir o nosso planeta. As partículas do CME causam distúrbios no campo magnético da Terra, afetando sistemas eletrônicos e meios de comunicação, mas não prejudicam a saúde dos seres humanos, já que não atravessam a nossa atmosfera. Elas também são responsáveis pelas auroras que se formam nos céus da região dos polos ESA & Nasa/SOHO, SDO Mais
Agosto - Astrônomos captaram um "asteroide perigoso" cruzando uma densa nuvem de gás e poeira na região da Nebulosa de Orion, a 1.500 anos-luz de distância. Segundo a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), o '1998 KN3' é classificado assim por ser um dos dez mil objetos do Sistema Solar com trajetórias próximas à Terra, os chamados NEOs - ele é visto como um ponto verde-amarelado no canto superior à esquerda. Os dados infravermelhos do Wise indicam que o asteroide tem 1,1 quilômetro de diâmetro e é bastante escuro, pois reflete apenas 7% da luz vísivel que toca sua superfície Nasa/JPL-Caltech Mais
Agosto - Grãos minerais da cratera Bullialdus, localizada perto do Equador da Lua, trazem rastros de água magmática, anunciou a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A sonda indiana Chandrayaan 1, que tem um instrumento de mineralogia da Nasa, detectou na porção central da cratera um "volume significativo de hidroxila, uma molécula feita de um átomo de oxigênio e um de hidrogênio, que prova que as rochas contêm água que se originou muito abaixo da superfície lunar" Nasa/JPL Mais
Agosto - Uma equipe internacional liderada por astrônomos da USP (Universidade de São Paulo) identificou o mais velho gêmeo solar conhecido até hoje: a estrela HIP 102152. Situada na constelação do Capricórnio, a 250 anos-luz de distância da Terra, o astro tem 8,2 bilhões de anos de idade, quase o dobro do nosso Sol, estimado em 4,6 bilhões de anos. Acima, concepção artística ilustra a evolução de uma estrela parecida ao Sol, desde o seu nascimento, uma protoestrela presa no disco de poeira (à esquerda) até, após se aquecer gradualmente, se expandir e virar uma gigante vermelha (à direita). O estudo anunciado nesta quarta-feira (28) será publicado no periódico "Astrophysical Journal Letters" ESO/M. Kornmesser Mais
Agosto - O químico Steven Benner, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Westheimer (EUA), afirmou que a vida começou em Marte (à direita) e só depois veio para a Terra (à esquerda) por meio de meteoritos. A teoria foi apresentada nesta quarta-feira (28), durante palestra na Conferência de Goldschmidt, em Florença, na Itália. Para o cientista, o planeta vermelho teve o ambiente ideal e a química certa para que alguns minerais em abundância, como boro, molibdênio, reagissem para criar o RNA - que, no passado distante, tinha a "função" que hoje é do DNA, de guardar o material genético. Sendo assim, para Benner, todos nós somos marcianos Nasa/JPL Mais
Agosto - Curiosity fez uma sequência da Fobos, a segunda maior lua de Marte, passando em frente ao Sol. As imagens do eclipse foram feitas com três segundos de diferença cada no 369 dia da missão do robô, que corresponde ao último dia 17 de agosto na Terra. O Curiosity fez uma pausa na sua viagem rumo ao Monte Sharp para registrar esse fenômeno que pode ajudar os cientistas a entenderem melhor sobre a órbita dos satélites dos planetas, informa a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Nasa/JPL-Caltech/Malin Space Science Systems/Texas A&M Univ Mais
Agosto - O telescópio Hubble criou uma bela ilusão de ótica ao fotografar duas galáxias entrelaçadas, mas esses aglomerados de estrelas cintilantes não estão em uma batalha de gigantes, muito menos alinhados no espaço. Tudo não passa de um truque de perspectiva do telescópio espacial: a galáxia anã irregular PGC 16389 (nuvem de estrelas) está em primeiro plano, ao passo que a sua vizinha, a APMBGC 252 125-117, está mais distante ESA/Hubble & Nasa, Acknowledgement: Luca Limatola Mais
Agosto - Uma análise detalhada da gravidade e da topografia de Titã revelou algo inesperado de uma das luas de Saturno aos cientistas da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Os dados obtidos pela sonda Cassini sugerem que o satélite tem uma camada rígida de gelo que atua como um capa na sua superfície. Para o grupo da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, nos Estados Unidos, o escudo gelado explica porque Titã tem um relevo pouco acidentado, sem muito vulcões - cada "solavanco" no solo é compensado por uma profunda raiz de gelo que domina o efeito gravitacional do impacto na topografia lunar. As conclusões da pesquisa foram publicadas em artigo na revista Nature de quarta-feira (28) ESA/Nasa/JPL/University of Arizona Mais
Setembro - Parecida com uma lagarta cósmica, a protoestrela IRAS 20324+4057 está bem no início de sua evolução, começando a recolher material que a cerca para "crescer". Seu formato é causado pelos ventos fortes de uma estrela extremamente brilhante, que emana radiação ultravioleta a 15 anos-luz de distância do seu centro (a cabeça da lagarta), "esticando" o gás e a poeira ao redor da estrela embrionária. A IRAS fica na Constelação do Cisne, a 4.500 anos-luz de distância da Terra Nasa, ESA, the Hubble Heritage Team (STScI/AURA) and IPHAS Mais
Setemrbo - O telescópio espacial Herschel captou uma nuvem de intensa formação estelar na nebulosa de Órion (centro da imagem): as novas estrelas aparecem como pontos amarelados no meio do gás e da poeira (vermelho e amarelo) ESA/Herschel/ Ph. André, V. Könyves, N. Schneider (CEA Saclay, France) for the Gould Belt survey Key Programme Mais
Setembro - No centro da Via Láctea existe um buraco negro com massa 4 milhões de vezes maior do que a do Sol. Conhecido como Sagitário-A*, o campo gravitacional, no entanto, não devora o gás das estrelas ao seu redor com muita eficiência: sua emissão de raios x é muito pequena, cem milhões de vezes menor do que o esperado por esse gigante. Mas estudo publicado na revista Science e liderado por Q.Daniel Wang, da Universidade de Massachusetts (EUA), desvendou o mistério com ajuda do observatório orbital Chandra de raios x, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). Só 1% da massa que é atraída pelo buraco negro realmente chega ao seu interior. Isso acontece porque a maioria do gás que gira ao redor do Sagittarius A* nunca chega a cair dentro dele, pois o material é ejetado pela própria energia que ele transmite às partículas X-ray: NASA/UMass/D.Wang et al., IR: NASA/STScI Mais
Setembro - Astrônomos da Universidade de Manchester, na Inglaterra, exploraram 130 nebulosas planetárias no centro da nossa Via Láctea e descobriram que justamente as do tipo bipolares se alinham misteriosamente no céu. O resultado foi considerado surpreendente por conta das diferentes características e propriedades entre essas nebulosas que surgem ao redor de suas estrelas progenitoras - dos três tipos identificados com os telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), apenas as que se parecem com ampulhetas e borboletas se comportam desse jeito (galeria acima). "Muitas destas 'borboletas fantasmagóricas' parecem ter os seus eixos maiores alinhados ao longo do plano da nossa galáxia. Para que se alinhem do modo que vemos, os sistemas estelares que formam as nebulosas teriam que rodar perpendicularmente às nuvens interestelares a partir das quais se formaram, o que é muito estranho", diz Bryan Rees ESO Mais
Setembro - Equipe japonesa identificou uma superterra com atmosfera rica em água, algo que não existe no nosso Sistema Solar. Os astrônomos e os cientistas planetários chefiados por Norio Narita, do Observatório Astronômico Nacional do Japão, usaram o telescópio Subaru para observar o trânsito da superterra GJ 1214 b (em preto) - quando ela passa em frente a sua estrela, a Gliese 1214 (em azul), a 40 anos-luz da Terra - e entender mais de suas propriedades. Como não ocorreu um espalhamento da luz que seria esperado se sua atmosfera fosse rica em hidrogênio, o grupo concluiu que o exoplaneta tem grande presença de água NAOJ Mais
Setembro - Sistema Solar passa por uma turbulência no espaço. Isso mesmo, nossos sistema move-se a cerca de 23 quilômetros por segundo em um conjunto de nuvens finas de gás, chamado de Nuvem Interestelar Local. Agora, os astrônomos descobriram sinais de turbulência na nuvem , indicado por uma mudança na direção de átomos de hélio que correm para o Sistema Solar. Se a mudança for real e continua por centenas de milhares de anos, isto pode ser um sinal de mudanças dramáticas no Sistema Solar, aponta estudo publicado na Science Nasa/Goddard/Adler/University of Chicago/Wesleyan University Mais
Setembro - Concepção artística mostra como seria a Voyager 1 viajando no espaço. Segundo estudo publicado na Science nesta quinta-feira (12), a nave espacial da Nasa (Agência Espacial Norte-americana) deixou a heliopausa, região considerada "fronteiriça" do nosso Sistema Solar, e entrou no espaço interestelar em 25 de agosto de 2012. Até agora a Nasa não admitia que a nave tinha saído do Sistema Solar e entrado no meio interestelar. A nave, que foi lançada em 1977 e envia dados para a Terra por meio de inúmeros instrumentos, está a 19 bilhões de quilômetros do nosso Sol, distância que nenhum outro objeto feito pelo homem conseguiu chegar antes Nasa/JPL-Caltech Mais
Setembro - Concepção artística mostra a Voyager 1 se afastando dos limites da heliosfera, uma 'bolha magnética' criada pelo vento solar em torno do nosso sistema planetário. A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) anunciou que a nave atravessou a 'fronteira' do nosso Sistema Solar e entrou no espaço interestelar em 25 de agosto de 2012. Até então, a Agência nunca havia admitido que a nave já tinha saído do Sistema Solar, mesmo com a publicação de algumas pesquisas, alegando que os cientistas precisavam de tempo para analisar os dados. A nave espacial, que foi lançada em 1977, está a 19 bilhões de quilômetros do nosso Sol, distância que nenhum outro objeto feito pelo homem conseguiu chegar antes, ressalta estudo publicado na Science Nasa/JPL-Caltech Mais
Setembro - Astrônomos fizeram o mapa 3D mais completo da nossa galáxia usando dados de telescópios do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). Na concepção artística acima, a Via Láctea é vista praticamente de perfil e de uma perspectiva completamente diferente da que temos a partir do nosso planeta. O bojo central, localizado a cerca de 27 mil anos-luz de distância da Terra, parece uma bola brilhante com suas 10 bilhões de estrelas e os braços em espiral e as suas nuvens de poeira formam uma faixa estreita ESO/Nasa/JPL-Caltech/M. Kornmesser/R. Hurt Mais
Setembro - Depois de mais de quatro anos mapeando a gravidade da Terra, o satélite Goce vai começar sua jornada de volta ao nosso planeta no mês que vem, informou a Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). É que o combustível do equipamento, apelidado de "Ferrari do espaço" quando foi lançado em março de 2009, deve acabar em meados de outubro, que o fará cair de uma distância de 224 quilômetros de altitude. Grande parte do satélite deverá se desintegrar na reentrada da atmosfera terrestre, mas algumas partes podem atingir o globo. Segundo a ESA, são pequenas as chances de esse processo ferir as pessoas, já que 2/3 do globo é coberto por água e áreas inabitadas. A reentrada deve ocorrer até três semanas depois do fim do combustível ESA /AOES Medialab Mais
Setembro - Asteroide 2013 RZ53, com diâmetro entre 1 metro e 3 metros, cruzará o espaço entre a Terra e a Lua nesta quarta-feira (18). A rocha espacial foi descoberta na última sexta-feira (13) e não representa perigo, já que, segundo astrônomos, passará a uma distância segura do planeta, a uma velocidade de 7.848 km/h Nasa Mais
Setembro - Este brilhante amontoado de estrelas forma a enorme maternidade estelar chamada Nebulosa do Camarão, localizada na constelação do Escorpião, a cerca de 6.000 anos-luz de distância da Terra. Também conhecida como IC 4628, a nebulosa tem cerca de 250 anos-luz de dimensão, sendo capaz de cobrir de gás e nódulos de poeira escura uma área no céu equivalente a quatro vezes a Lua cheia. As jovens estrelas aparecem como pontos azuis muito claros, mostra registro em luz visível obtido com o telescópio VLT, do Observatório do Paranal, no Chile (acima), mas elas também emitem bastante radiação ultravioleta. É essa radiação, aliás, que faz com que as nuvens de gás brilhem intensamente: no caso da Nebulosa do Camarão, ela fica avermelhada por causa da alta concentração do hidrogênio, explica o Observatório Europeu do Sul Martin Pugh/ESO Mais
Setembro - O clima espacial afeta o sinal de satélites na órbita da Terra, produzindo falhas nas transmissões de TV, nos serviços de internet e nas telecomunicações de todo o planeta, mostra estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), dos Estados Unidos. A maioria das falhas de oito satélites geoestacionários ocorrem em momentos de declínio do ciclo solar, época marcada por grande atividade do astro e liberação de elétrons altamente energéticos ESA Mais