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Fotos

13 DE MARÇO DE 2015 - Membros de centrais sindicais realizaram ato em 23 Estados e Distrito Federal como parte do "Dia Nacional de Luta". Na foto, os manifestantes estão reunidos na avenida Paulista, região central de São Paulo. Até então, os movimentos sociais não defendiam abertamente a presidente, embora movimentos contrários a ela estivessem organizando protestos para o fim de semana seguinte, alguns já falando em impeachment. Nessa primeira manifestação, o lema foi a defesa dos "direitos, da Petrobras, da democracia e da reforma política", mas nos bastidores já se falava que se tratava de um movimento de defesa do mandato de Dilma Cris Faga/Estadão Conteúdo Mais

15 DE MARÇO DE 2015 - Cerca de 2 milhões de pessoas foram às ruas em todo país vestidas de verde-amarelo para protestar contra a corrupção e contra o governo federal, 1 milhão delas só em São Paulo, segundo as Polícias Militares dos Estados -- o Datafolha estimou 210 mil participantes em São Paulo. Na imagem, manifestantes estão reunidos na avenida Paulista, região central. Algumas delas já pediam o impeachment de Dilma Rousseff, apenas três meses depois de ela ter tomado posse do seu segundo mandato como presidente da República. Os atos atingiram todos os Estados e o Distrito Federal Jorge Araújo/Folhapress Mais

12 DE ABRIL DE 2015 - Outro protesto de grandes proporções seria realizado quase um mês depois. Manifestantes contrários a Dilma, ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao PT tomaram as ruas em 24 Estados e no Distrito Federal, pedindo o impeachment da presidente. Os atos reuniram 590 mil pessoas, segundo as Polícias Militares dos Estados. São Paulo voltou a ter o maior número de manifestantes. Segundo a PM, 275 mil pessoas foram à avenida Paulista, região central. Segundo o Datafolha, porém, foram 100 mil manifestantes. Se a soma de manifestantes pelo Brasil usar a contagem do Datafolha em São Paulo, e a das PMs locais nos demais palcos de protestos, o número de participantes cai para 405 mil Jorge Araújo/Folhapress Mais

16 DE AGOSTO DE 2015 - A terceira grande manifestação nacional contra Dilma Rousseff reuniu 795 mil pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal, segundo cálculos das Polícias Militares estaduais. Em São Paulo, 135 mil pessoas foram à avenida Paulista segundo o Datafolha, e 350 mil segundo a PM. Os manifestantes pediam o impeachment da presidente, protestavam contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT. Dois dos principais nomes que faziam oposição ao governo Dilma participaram pela primeira vez das manifestações nas ruas: senador Aécio Neves (PSDB-MG), em Minas Gerais, e o senador José Serra (PSDB-SP), em São Paulo Adriano Vizoni/Folhapress Mais

20 DE AGOSTO DE 2015 - Milhares de pessoas saíram às ruas pela primeira vez para defender abertamente o mandato da então presidente Dilma Rousseff em ao menos 25 Estados e no Distrito Federal. Cerca de 60 mil pessoas participaram dos atos, segundo as Polícias Militares. O número pode ter sido maior, já que em algumas cidades a Polícia Militar não divulgou o volume de manifestantes. O Datafolha não fez levantamento. Apesar de apoiarem Dilma, centrais sindicais e movimentos sociais não deixaram de criticar as medidas do governo para frear a crise econômica Marlene Bergamo/Folhapress Mais

13 DE DEZEMBRO DE 2015 - Os movimentos que apoiavam o impeachment de Dilma Rousseff foram às ruas duas semanas após o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acolher o principal pedido de impedimento protocolado na casa, iniciando assim o processo que terminaria na retirada petista da presidência. Os atos aconteceram em 22 Estados, além do Distrito Federal e tiveram, visivelmente, número de participantes inferior aos anteriores. Em São Paulo, Estado que até então havia tido o maior volume de manifestantes, o ato pró-impeachment reuniu 40 mil pessoas (segundo o Instituto Datafolha) e 30 mil, de acordo com a PM Werther Santana/Estadão Conteúdo Mais

16 DE DEZEMBRO DE 2015 - Foi a vez dos que apoiavam Dilma Rousseff irem para as ruas contra destituição da presidente. Segundo o Datafolha, os atos do dia conseguiram reunir 55 mil pessoas em ao menos 21 capitais e no Distrito Federal. A Polícia Militar não divulgou números. Os atos pediam o fim das medidas de ajuste fiscal propostas pelo então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o afastamento do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) Marlene Bergamo/Folhapress Mais

13 DE MARÇO DE 2016 - Quase um ano depois de atos contra Dilma Rousseff reunirem 2 milhões de pessoas em todo o país, a petista enfrentou a maior manifestação contra o seu governo. No dia, mais de 3 milhões de pessoas foram às ruas em todos os Estados e no Distrito Federal pedindo a saída dela da Presidência da República e para protestar contra o ex-presidente Lula e o PT. Os números são das Polícias Militares estaduais. Em São Paulo, segundo o Datafolha, 500 mil pessoas foram à avenida Paulista, o que fez do ato o maior já registrado na cidade, superando inclusive a manifestação das Diretas Já em 1984, que reuniu 400 mil. Na ocasião, a Secretaria de Segurança Pública do Estado estimou em 1,8 milhão o número de participantes em todo Estado, sendo 1,4 milhão só na capital Miguel Schincariol/AFP Mais

17 DE MARÇO DE 2016 - Manifestantes praticamente viraram a noite em protesto contra a nomeação do ex-presidente Lula como novo ministro da Casa Civil, feita no dia anterior pelo Palácio do Planalto. Duas horas após a divulgação da nomeação, a Polícia Federal divulgou o conteúdo de conversas telefônicas em que Dilma e Lula falam sobre termo de posse do ex-presidente como ministro -- o que daria a ele foro privilegiado. A posse acabou sendo suspensa por decisão judicial. Manifestações, panelaços e buzinaços contra a nomeação foram registradas em ao menos 16 Estados e no Distrito Federal, mas não há estimativa de público Edson Lopes Jr./UOL Mais

31 DE MARÇO DE 2016 - Em memória aos 52 anos do golpe militar de 1964, manifestantes contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff se mobilizam em várias cidades brasileiras, no chamado de Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Democracia. Pelo menos 146 mil pessoas foram às ruas em 25 Estados brasileiros e no Distrito Federal, segundo números oficiais das Polícias Militares dos Estados. Os números passaram de 800 mil, segundo organizadores Léo Barrilari/Raw Image/Estadão Conteúdo Mais

15 DE ABRIL DE 2016 - Integrantes de movimentos sociais e centrais sindicais bloquearam algumas das principais rodovias do país contra a saída da presidente dois dias antes de a Câmara dos Deputados aprovar o pedido de abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, após seis horas de votação no plenário da Casa. Na imagem, membros do MST bloqueiam a BR-050, em Uberlândia (MG). Vários atos contrários ao impeachment de Dilma foram realizados pelo país ao longo do dia MST/Divulgação Mais

17 DE ABRIL DE 2016 - Telões foram montados no Vale do Anhangabaú e na av. Paulista, ambos na região central de São Paulo, para que manifestantes contrários e favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff, separadamente, acompanhassem a votação dos deputados sobre o afastamento dela da Presidência da República. Os brasileiros fizeram atos em várias cidades do Brasil e do mundo durante as seis horas que durou a votação, mas não há estimativa de público Miguel Schincariol/AFP e Jorge Araújo/Folhapress Mais

11 DE MAIO DE 2016 - Grupos favoráveis e contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff se organizaram em atos em cidades do Brasil e do mundo -- sem estimativa de público -- no dia em que os senadores votaram pela admissibilidade do pedido. No dia anterior, manifestantes ligados a grupos como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), o MST (Movimento Sem Terra), MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) e Frente Brasil Popular também fizeram atos em 19 Estados, além do Distrito Federal. Em sessão que terminou só na manhã do dia 12 de maio, os parlamentarem aceitaram abrir um processo para a saída de Dilma, o que a afastou temporariamente do cargo Rogério Cavalheiro/Futura Press/Estadão Conteúdo e Fábio Vieira/Fotorua/Estadão Conteúdo Mais

30 DE AGOSTO DE 2016 - No dia em que o Senado votou pelo afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff, manifestantes contrários ao impeachment fizeram atos em várias capitais brasileiras - não há expectativa de público. Os manifestantes bloquearam vias importantes das cidades e estradas. O impeachment foi aprovado por 61 votos a favor e 20 contra. Não houve abstenções Peter Leone/Futura Press/Estadão Conteúdo Mais

4 DE SETEMBRO DE 2016 - Com Dilma longe da presidência definitivamente, o atual presidente Michel Temer (PMDB) passou a ser alvo de manifestações. No primeiro domingo logo após a concretização do impeachment, manifestantes foram às ruas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Curitiba. A capital paulista teve o maior ato, que reuniu cerca de 100 mil pessoas, segundo seus organizadores. A PM não divulgou estimativas, nem o Datafolha fez algum tipo de levantamento. Os atos tiveram um pedido em comum: eleições diretas para presidente Alex Silva/Estadão Conteúdo Mais

7 DE SETEMBRO DE 2016 - O tradicional "Grito dos Excluídos", manifestação de movimentos sociais que acontece sempre no dia 7 de setembro desde 1995, teve como principal foco a crítica ao governo de Michel Temer e a reivindicação de eleições diretas já. Os protestos aconteceram em cidades dos 26 Estados e mais o Distrito Federal. Organizadores estimam que cerca de 230 mil pessoas participaram dos atos. Nem todas Polícias Militares fizeram estimativa de público nos locais de manifestação, o que impossibilita uma contagem total e oficial. O Datafolha também não fez levantamento Junior Lago/UOL Mais

11 DE NOVEMBRO DE 2016 - Membros de centrais sindicais, de movimentos sociais e estudantis protestaram em várias cidades do país contra a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 55, que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos. Trabalhadores aderiram ao Dia Nacional de Greve. A PEC seria aprovada quase um mês depois por 53 votos a favor e 16 contrários em segunda votação no Senado Wilton Junior/ Estadão Conteúdo Mais

17 DE NOVEMBRO DE 2016 - Até meados de novembro, quase 200 universidades espalhadas pelo Brasil estavam sendo ocupadas por estudantes contrários à PEC do Teto e à reforma do ensino médio, propostas pelo governo Michel Temer. Estudantes secundaristas chegaram a ocupar quase mil escolas contra a proposta. Mesmo assim o texto da medida provisória que altera ensino médio no Brasil acabou sendo aprovado pelo Senado no início de 2017 Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo Mais

4 DE DEZEMBRO DE 2016 - Milhares de manifestantes protestaram nos 26 Estados brasileiros e no Distrito Federal contra a corrupção e a favor da Operação Lava Jato. Sem uma pauta única, os manifestantes pediam, entre outras medidas, a rejeição às mudanças no pacote de medidas anticorrupção, aprovadas pela Câmara dos Deputados, e o fim do foro privilegiado. A foto é do ato em Copacabana, no Rio. Não há estimativas de quantas pessoas participaram dos atos. Os protestos tiveram como principais alvos o então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e foram convocados pelos movimentos que encabeçaram as manifestações a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Temer foi poupado Yasuyoshi Chiba/AFP Photo Mais

13 DE DEZEMBRO DE 2016 - O dia em que os senadores votaram pela aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 55, que limita os gastos públicos nos próximos 20 anos, foi marcado por protestos em diversas cidades brasileiras, como São Paulo, Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Londrina (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE). Não houve estimativa geral de público. A PEC do Teto foi aprovada por 53 votos a favor e 16 contrários em segunda votação Pedro Ladeira/Folhapress Mais

15 DE MARÇO DE 2017 - Movimentos sociais realizaram um Dia Nacional de Paralisações e Greves contra as reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo governo do presidente Michel Temer. Os atos aconteceram em ao menos 19 Estados e no Distrito Federal. Segundo a estimativa da organização feita às 18h30, 80 mil pessoas participam do ato da avenida Paulista, no centro de São Paulo. Não há estimativas gerais sobre o público no Brasil. Na Paulista, o ato foi encerrado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia em quem ele prestou o primeiro depoimento como réu da Lava Jato Kevin David/ A7 Press/ Estadão Conteúdo Mais

"Voz das ruas" perdeu fôlego após saída de Dilma. Veja dois anos de protestos

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