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NA FOLHA: Não há dois terços do Congresso para impichar, mas há o que fazer

General Heleno, chefe do GSI, é autor da fagulha original que transformou manifestação em favor de Bolsonaro em ato contra o Congresso e o Supremo - Pedro Ladeira/Folhapress
General Heleno, chefe do GSI, é autor da fagulha original que transformou manifestação em favor de Bolsonaro em ato contra o Congresso e o Supremo Imagem: Pedro Ladeira/Folhapress
Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo, que publicou aqui o primeiro post no dia 24 de junho de 2006, é colunista da Folha e âncora do programa “O É da Coisa”, na BandNews FM. No UOL, Reinaldo trata principalmente de política; envereda, quando necessário — e frequentemente é necessário —, pela economia e por temas que dizem respeito à cultura e aos costumes. É uma das páginas pessoais mais longevas do país: vai completar 13 anos no dia 24 de junho.

Colunista do UOL

28/02/2020 08h21

O presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de responsabilidade na sua mais recente investida contra o Congresso e o Supremo? Segundo a Lei 1.079, que também pune as tentativas, nada menos de nove. Antes de concluir o terceiro mês de mandato, já havia outros quatro no currículo. Impeachment nele?

Não agora. Inexiste o mínimo de 342 deputados para levá-lo a julgamento no Senado. Rodrigo Maia, presidente da Câmara, mandaria a petição para o lixo. Nem precisaria discordar de seus termos para fazê-lo. Seria um erro político, tendente a fortalecer o fanfarrão truculento, admitir uma denúncia que morreria já na Comissão Especial. É tempo de acumulação de forças no terreno democrático para conter a fascistização do governo e da política. Às armas, cidadãos!
(...)
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Reinaldo Azevedo