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Bolsonaro manda voltar ao trabalho in loco no Palácio; assessor é exonerado

Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo, que publicou aqui o primeiro post no dia 24 de junho de 2006, é colunista da Folha e âncora do programa “O É da Coisa”, na BandNews FM. No UOL, Reinaldo trata principalmente de política; envereda, quando necessário — e frequentemente é necessário —, pela economia e por temas que dizem respeito à cultura e aos costumes. É uma das páginas pessoais mais longevas do país: vai completar 13 anos no dia 24 de junho.

Colunista do UOL

02/04/2020 12h41

O presidente Jair Bolsonaro determinou que servidores do Palácio do Planalto que haviam sido liberados por seus responsáveis para trabalhar em casa devido à pandemia do novo coronavírus voltassem a fazer expediente normal no prédio público. Segundo interlocutores do governo, a decisão do presidente resultou na saída do número dois da Subchefia para Assuntos Jurídicos, Felipe Cascaes, cuja exoneração ocorreu na semana passada. Bolsonaro manifestou a aliados incômodo com a decisão de Cascaes de liberar todos os funcionários da SAJ para fazer suas tarefas de casa. A medida visava resguardar que os servidores se contaminassem com o novo coronavírus, já que havia casos positivos no Palácio.

Segundo interlocutores, o presidente entendeu que a decisão de Cascaes era contrária ao seu posicionamento de pedir que as pessoas voltassem ao trabalho. Antes do pronunciamento de terça-feira, em que mudou de tom, Bolsonaro chamou a doença de "gripezinha" e apelava às pessoas para ignorar o isolamento social e voltas às atividades. (...)

Leia a íntegra em O Globo.

Reinaldo Azevedo