Unidos da Pindaíba: um guia para encarar a praia em tempos de crise econômica

Paula Bianchi e Taís Vilela

Do UOL, no Rio

Verão 40º, praia cheia e bolsos... vazios. Com a crise econômica que segue no Brasil em 2017, a onda é curtir o calor à beira-mar sem estourar o orçamento. A missão não parece fácil, mas para ajudar você, o UOL colocou o protetor solar em dia e foi para a areia pesquisar com um dos povos que mais entende de praia no país – os cariocas -- como driblar a falta de verba e aproveitar o melhor da estação.

ISOPOR É ITEM FUNDAMENTAL

Nesse verão, há um novo queridinho nas areias cariocas: o isopor. Por todos os lados, pequenos coolers e isopores acompanham os banhistas, que gelam de bebidas e alimentos a protetor solar. Faça como eles você também, e coloque a bolsa térmica na lista da praia. 

COMPRAR COMIDA NA PRAIA? NEM PENSAR!

Se o seu plano é passar o dia à beira-mar, passe antes no supermercado mais próximo e aproveite para encher seu isopor. Levar o próprio lanche é uma das principais estratégias apontadas pelos banhistas para economizar. Desempregada, Jussiara Freitas da Silva, 22, gastou R$ 75 em gelo, biscoitos e bebidas para passar o dia na areia com o namorado – se comprassem o mesmo na praia, ela calcula, a conta não fecharia em menos de R$ 200.

TCHAU, SALGADINHOS. OI, FRUTAS

Ao invés de se jogar nos salgados, doces e demais tentações que os ambulantes e barraqueiros fazem questão de oferecer pelas areias, procure levar frutas e sanduíches para o passeio. Você economiza e, de quebra, ainda garante uma alimentação mais saudável.

Marco Antônio Teixeira/UOL
Forte calor tem lotado as praias do Rio de Janeiro

CADEIRA, PARA QUE TE QUERO

O conforto de chegar até a praia e ter uma cadeira e um guarda-sol a sua disposição tem seu preço. Com o que você gastaria em menos de uma semana alugando esses itens - em Ipanema, por exemplo, eles têm saído a R$ 7 e R$ 10, respectivamente, por dia -, você pode comprar um kit para chamar de seu e ganhar independência financeira dos barraqueiros neste e nos próximos verões. Se carregar peso não for a sua praia, invista em cangas e chapéus, que são leves e bem mais baratos.

"FAZ POR R$5?"

Ir à praia todos os dias está nos seus planos? Então negocie. Fale com o barraqueiro, explique que pretende voltar, faça amizade, como tanto gostam os cariocas. A fidelidade pode valer um bom desconto. Isso vale também para os ambulantes e demais vendedores. O preço costuma ser só o ponto de partida e pechinchar acaba fazendo parte do estar na praia.

PREFIRA PONTOS DA PRAIA MAIS VAZIOS

A lei da oferta e da procura também vale na praia. Com menos gente por perto, maiores as chances de conseguir um preço melhor. Você quer aproveitar a praia, os barraqueiros e ambulantes querem encerrar o dia com o bolso cheio e o estoque vazio. Em pontos mais vazios é mais fácil negociar.

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