Violência no Rio

Polícia encontra digitais parciais de assassino de Marielle Franco, diz jornal

Do UOL, no Rio

  • Pablo Jacob/Agência O Globo

    Nove tiros foram identificados pelos peritos da Divisão de Homicídios no carro onde estavam Marielle e Anderson

    Nove tiros foram identificados pelos peritos da Divisão de Homicídios no carro onde estavam Marielle e Anderson

As polícias Civil e Federal --que investigam o assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, ocorrido no dia 14 de março-- obtiveram fragmentos de digitais em cápsulas das munições 9mm coletadas na cena do crime.

As informações foram divulgadas pelo jornal "O Globo" nesta terça-feira (10).

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Ao jornal, um investigador disse que as amostras obtidas na investigação são microscópicas, mas que eventualmente poderão ser usadas. 

Os fragmentos das digitais não são suficientes para rastrear uma possível correspondência nos bancos de dados de ambas as polícias, mas podem ser confrontados com as digitais de um eventual suspeito. 

As nove cápsulas foram encontradas nas esquinas das ruas João Paulo 1º e Joaquim Palhares na noite do crime. Oito delas pertencem ao lote UZZ-18, enquanto a nona faz parte de um carregamento importado.

O assassinato de Marielle e Anderson completará um mês nesta sexta (13). Por enquanto, ninguém foi preso e poucas informações foram divulgadas. As polícias alegam que o sigilo serve para não atrapalhar as investigações.

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