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Manaus volta a ter média de enterros similar à de antes da pandemia

Homem trabalha em meio às sepulturas do Cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus - EDMAR BARROS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Homem trabalha em meio às sepulturas do Cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus Imagem: EDMAR BARROS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Rosiene Carvalho

Colaboração para o UOL, em Manaus

16/06/2020 15h13

Após pacientes morrerem em casa sem atendimento no sistema público de saúde e chegar a um pico de 167 enterros em um dia, Manaus voltou a registrar médias de sepultamento similares às do período antes da pandemia de coronavírus.

Nesta semana, Manaus registra uma média de 37 enterros diários. A média antes da pandemia era de 30 enterros por dia. No domingo, foram 24 sepultamentos. Em abril, houve semanas em que a média de enterros na cidade foi de 140. O pico foi 167 sepultamentos, no dia 26 de abril.

Mesmo com a diminuição do número de mortes em Manaus famílias que precisam usar o serviço oferecido pela Prefeitura de Manaus ainda tiveram que enfrentar o drama de ver seus parentes sendo enterrados em valas comuns. A reportagem solicitou resposta da assessoria de comunicação da Semulsp (Secretaria Municipal de Limpeza Urbana) a razão pela qual os enterros ainda estavam ocorrendo desta forma. Não foi enviada resposta.

A baixa nos registros ocorre no momento em que a cidade completa duas semanas da reabertura do comércio. O total de mortos confirmados até ontem por covid-19 em todo o Amazonas é de 2.512.

Ontem, dia em que a prefeitura de Manaus anunciou o fechamento do hospital de campanha municipal que funcionou por dois meses, foram seis internações confirmadas por covid-19, segundo boletim da FVS (Fundação de Vigilância em Saúde) divulgado pelo Governo do Amazonas.

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