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Um ano depois, delegado baleado em briga com noiva diz: 'Nunca fui acusado'

O delegado da Polícia Civil de São Paulo Paulo Bilynskyj e a modelo Priscila Delgado de Bairros - Arquivo pessoal
O delegado da Polícia Civil de São Paulo Paulo Bilynskyj e a modelo Priscila Delgado de Bairros Imagem: Arquivo pessoal

Do UOL, em São Paulo

23/05/2021 21h21

Um ano após o delegado Paulo Bilynskyj ser atingido por seis tiros durante uma briga com a noiva Priscila de Bairros em São Bernardo do Campo (SP), as investigações sobre o que aconteceu no dia em que a modelo morreu seguem em aberto.

Em entrevista ao "Domingo Espetacular", da Record, Bilynskyj diz que não seria possível ele atirar: "Nunca fui acusado de nada, sempre ficou bem claro que eu era a vítima. Pelos ângulos dos disparos, era impossível fisicamente. Bala não faz curva".

De acordo com o delegado, Priscila atirou em si mesma após realizar os seis disparos contra ele. Em entrevista ao programa, os advogados da família dela questionam o que motivou a modelo: "Dependendo o que motivou, o doutor Paulo pode responder por instigação ao suicídio".

Bilynskyj afirma que, na noite anterior aos tiros, Priscila viu uma mensagem de uma mulher no computador do namorado e não gostou. Ele diz que era uma mensagem anterior ao relacionamento dos dois, de uma admiradora do seu trabalho como policial.

Ainda segundo ele, ela disse que iria embora, para a casa de um ex, mas não saiu. Eles então dormiram em quartos separados.

"A conversa dela foi muito explosiva, um comportamento que eu nunca tinha visto nela", diz Paulo.

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