Desde que tomou posse, em janeiro do ano passado, Tarcísio de Freitas trata as forças policiais de São Paulo como corporações acima de qualquer suspeita. O assassinado do empresário Antônio Vinícius Gritzbach, o delator do PCC, mostrou que nada é mais suspeito do que uma conduta absolutamente irrepreensível. Foram afastados de suas funções oito policiais militares. Faziam bico como guarda-costas privados de Vinícius Gritzbach, que lavava dinheiro sujo do PCC. Quatro deles fariam a segurança do delator na última sexta-feira, dia da execução. Alegaram que uma suposta falha mecânica no carro que os transportava impediu que chegassem a tempo de evitar o assassinato. |