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Fotos

A primeira convenção a oficializar um candidato à Presidência da República em 2018 foi do PSTU, que formalizou o nome de Vera Lúcia para a vaga. Ao seu lado, ela terá como vice o correligionário Hertz Dias. Nas últimas quatro eleições presidenciais, o partido havia lançado Zé Maria como candidato. Em seu discurso, Vera afirmou que seu plano de governo prevê reforma agrária e redução da jornada de trabalho sem redução de salário, entre outras propostas JOHNNY MORAIS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Mais

Ao lançar oficialmente sua candidatura ao Planalto no dia 20 de julho, Ciro Gomes (PDT) pediu o fim da "cultura de ódio" entre brasileiros e disse que "eventualmente" comete erros em suas falas, mas nunca por "desonestidade intelectual". As declarações fortes de Ciro são apontadas como uma das dificuldades eleitorais do candidato. A senadora Kátia Abreu, que foi ministra da Agricultura no governo Dilma Rousseff e acabou sendo expulsa do MDB por ter defendido a petista e feito oposição ao presidente Michel Temer, integrará a chapa de Ciro como candidata à vice-presidência Raimundo Paccó/Framephoto/Estadão Conteúdo Mais

Guilherme Boulos foi lançado oficialmente como candidato à Presidência pelo PSOL no dia 21 de julho. Coordenador nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), ele terá como vice Sônia Guajajara, a primeira indígena a compor uma chapa para a disputa presidencial. Na convenção do PSOL, Boulos defendeu a liberdade de Lula, criticou adversários como Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) e homenageou a vereadora morta Marielle Franco. "Esta candidatura condena e não aceita a prisão política de Lula. Não é uma questão de candidatura do Lula ou do PT, é uma questão de democracia", discursou após ser oficializado candidato. Boulos também defendeu pautas de esquerda, como a descriminalização do aborto e revisão da militarização da polícia Gabriela Biló/Estadão Conteúdo Mais

A convenção do PSDB no dia 4 de agosto oficializou a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República. Em seu discurso, o ex-governador de São Paulo declarou querer "devolver a dignidade roubada" dos brasileiros e responsabilizou o PT por discursos radicais e pelo índice de desemprego no país, atualmente em cerca de 13%. O evento também foi o primeiro em que Alckmin apareceu ao lado de sua vice, a senadora Ana Amélia (PP-RS), depois de anunciá-la como "vice dos sonhos". Ao todo, a coligação de apoio ao tucano conta com oito partidos AFP PHOTO / EVARISTO SA Mais

O sábado (4) também foi dia da convenção nacional da Rede, que oficializou a candidatura de Marina Silva. Em sua terceira tentativa de concorrer ao Planalto, a ex-ministra e ex-senadora afirmou que tem o projeto "mais preparado" e que sua candidatura é a que está "em melhores condições de unir o Brasil". Ao lado de seu vice, Eduardo Jorge, com quem compõe uma "chapa pura" (ambos do mesmo partido), ela ainda fez duras críticas ao governo do presidente Temer. "Foi essa fórmula [de governar] que levou o Brasil para o fundo do poço. E se ela se repetir, vai levar o Brasil para um poço sem fundo", declarou. "Não dá mais para ter dois pesos e duas medidas compactuando com a corrupção", acrescentou. Walterson Rosa/Folhapress Mais

Ainda no sábado (4), o senador Alvaro Dias foi oficializado candidato à Presidência pelo Podemos, com o ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro (PSC) como vice. A grande surpresa de seu primeiro discurso após a oficialização foi o anúncio de que, se eleito, ele convidará o juiz Sergio Moro, responsável pelas decisões da Lava Jato em primeira instância, para ser seu ministro da Justiça EDUARDO MATYSIAK/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO Mais

O deputado federal Jair Bolsonaro é candidato pelo PSL. Seu nome foi oficializado na convenção do partido no dia 22 de julho. O general da reserva do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão (PRTB) será o vice na chapa. Em seu discurso durante a convenção do PSL, Bolsonaro fez ataques à classe política brasileira. "Eles podem ter televisão e o dinheiro, mas só nós temos o povo do nosso lado", afirmou. Já na convenção que oficializou Mourão, o presidenciável fez referência à chapa formada por dois militares: "Deixo de ser capitão e o general deixa de ser general. Nós passamos a ser a partir de agora soldados do nosso Brasil". Renato Cerqueira/Estadão Conteúdo Mais

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) e a deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) foram confirmados como os vices-candidatos na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril e confirmado na convenção partidária como candidato titular à presidência pelo PT. Haddad será registrado como vice até o prazo limite para o registro de candidatura e deve assumir a chapa caso o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) barre a candidatura de Lula. Já Manuela assumirá o posto de vice assim que a decisão sobre o ex-presidente for tomada, que deve acontecer até dia 17 de setembro, prazo legal para a alteração. Manuela D'Ávila chegou a ser oficializada como candidata do PCdoB à Presidência da República na quarta-feira (1º), mas, após ser escolhida para ser vice na chapa do PT, a deputada afirmou que abriu mão de sua candidatura pois "essa é a saída que mais reúne condições de vencer a eleição" Henrique Barreto/Estadão Conteúdo Mais

O ex-deputado federal José Maria Eymael (DC) foi confirmado como candidato à presidência. Será a quinta vez que Eymael concorrerá ao pleito (1998, 2006, 2010 e 2014, derrotado em todas) e, nessa oportunidade, terá Helvio Costa (DC), pastor da Assembleia de Deus, como candidato a vice na chapa. Em seu discurso, Eymael afirmou que "ninguém pode me apontar um dedo acusador porque minha vida é limpa". O candidato ficou conhecido por seu jingle nas propagandas eleitorais "Ey, Ey, Eymael, um democrata cristão" Ze Carlos Barretta/Folhapress Mais

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles superou divergências internas no MDB e sagrou-se candidato ao Planalto. No discurso após a vitória na convenção do MDB, Meirelles usou repetidamente a palavra "confiança" e disse que sua meta principal é resgatar a confiança no Brasil, tanto por parte da população quanto por investidores. "Para mim, não existe palavra com mais significado do que é essa. Ela é sinônimo de fé, força, segurança, convicção, otimismo, credibilidade", declarou. O vice da chapa será o ex-governador Germano Rigotto, do mesmo partido Mateus Bruxel/Estadão Conteúdo Mais

Em convenção nacional realizada no município de Barrinha, interior de São Paulo, o Patriota oficializou no dia 4 de agosto a candidatura de Cabo Daciolo à Presidência da República. A vice dele será Suelene Balduino Nascimento, do mesmo partido. Em seu primeiro discurso, Daciolo se posicionou contrário à legalização do aborto e à ideologia de gênero. "Digo sim à família tradicional brasileira, ao patriotismo, ao nacionalismo, ao civismo e ao compromisso com Deus", disse o presidenciável. Ele ainda afirmou que, se eleito, vai investir em educação, ciência, tecnologia e inovação Reprodução/Facebook Mais

Em convenção nacional realizada em São Paulo, o Novo oficializou no sábado (4) a candidatura de João Amoêdo à Presidência da República. O vice dele será Christian Lohbauer, do mesmo partido. Entre as principais propostas da chapa estão equilibrar as contas públicas, melhorar a educação básica e atuar fortemente na segurança, além de rever o Estatuto do Desarmamento. "As pessoas têm que ter direito à legítima defesa. O governo parte do pressuposto de que o cidadão é uma criança", discursou BRUNO ROCHA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Mais

Em convenção nacional, o Partido Pátria Livre (PPL) lançou no domingo (5) João Goulart Filho como candidato à Presidência da República. Ele é filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, que teve mandato presidencial, de 1961 a 1964, interrompido pela ditadura militar. Compõe a chapa como candidato a vice o professor da Universidade Católica de Brasília Léo Alves, também do PPL PPL/Agência Brasil Mais

9.ago.2018 - Oito candidatos à Presidência participam do primeiro debate eleitoral, na Band. Foto: Nelson ALMEIDA / AFP Mais

Eleições 2018: quem está na disputa pela Presidência

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