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Pesquisa Atlas: avaliação positiva do governo Lula cai em segurança pública

Entre maio e junho de 2024, a avaliação positiva da atuação do governo federal em segurança pública caiu de 31% para 27%. Os dados, divulgados neste sábado (15), são de pesquisa do instituto AtlasIntel, produzida em parceria com a CNN Brasil.

O que aconteceu

Já em relações internacionais, a avaliação positiva foi de 40% para 53%, a maior alta entre todas as áreas. Outros segmentos da administração federal, como direitos humanos (40% para 44%) e meio ambiente (40% para 42%), também registraram alta de um mês para outro.

Combate à corrupção se manteve em 37%. Já a avaliação positiva em responsabilidade fiscal (38% para 39%) oscilou dentro da margem de erro, de 1 ponto percentual.

Evangélicos desaprovam e católicos aprovam. Entre os que se declaram evangélicos, 69,3% desaprovam o governo Lula. Já entre católicos, o governo tem 55,4% de aprovação. O maior percentual de aprovação, no entanto, é entre quem se declara ateu ou agnóstico: 66,8%. Crentes sem religião também registram alta aprovação do governo: 60,2%.

Maior aprovação no Norte e Nordeste. Entre as regiões, o governo registra maior índice de aprovação no Nordeste, com 66,3%, e no Norte, com 58,5%. O menor índice de aprovação se concentra na região Centro-Oeste, onde 70,7% desaprovam o governo Lula. No Sudeste, a desaprovação é de 60,8%, e no Sul, 52,5%.

51% aprovam governo e 47% desaprovam o governo Lula. No geral, a maioria avaliou a gestão de forma positiva. 2% não souberam responder. A avaliação positiva é a mesma registrada no mês anterior, já a negativa aumentou de 45% em maio para 47% em junho.

A pesquisa ouviu 3.601 pessoas entre 7 e 11 de junho. A margem de erro é de 1 ponto percentual, e o nível de confiança, de 95%.

Metodologia da pesquisa

Os entrevistados da AtlasIntel são recrutados durante a navegação de rotina pela internet. Esses usuários são geolocalizados a partir de qualquer tipo de dispositivo -- smartphones, tablets, laptops ou PCs.

Objetivo é evitar o eventual impacto psicológico da interação humana no momento da entrevista, segundo o instituto. O eleitor pesquisado pode responder o questionário em condições seguras de anonimato, sem temer causar uma impressão negativa para o entrevistador ou para pessoas que eventualmente possam estar ouvindo as respostas compartilhadas durante a entrevista.

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