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Covid: 129,1 milhões de brasileiros completam vacinação, 60,5% da população

Mais de 129,1 milhões de brasileiros já completaram a vacinação contra a covid-19 - Ricardo Moraes/Reuters
Mais de 129,1 milhões de brasileiros já completaram a vacinação contra a covid-19 Imagem: Ricardo Moraes/Reuters

Colaboração para o UOL, em São Paulo

21/11/2021 20h00

Hoje, o Brasil conta com mais de 129,1 milhões de habitantes com vacinação completa contra a covid-19. Até o momento, 129.100.623 brasileiros tomaram a segunda dose ou a dose única de imunizante contra a doença, o correspondente a 60,52% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, a partir de dados obtidos junto às secretarias estaduais de saúde.

Entre ontem e hoje, 357.571 pessoas concluíram o ciclo vacinal - destas, 357.038 receberam a segunda dose e outras 533, a única. No mesmo intervalo de tempo, houve a aplicação de 124.455 primeiras e 140.698 de reforço. No total, foram aplicadas 622.724 doses de vacinas contra a covid em todo o território nacional nas últimas 24 horas.

Ao todo, 157.906.157 brasileiros foram vacinados com a primeira dose, o que representa 74,02% da população do país. O total de aplicações de doses de reforço chegou a 14.021.899.

Acre, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Tocantins não informaram dados atualizados sobre a vacinação até o horário de fechamento do boletim do consórcio, às 20h.

Em termos percentuais, o estado de São Paulo lidera entre aqueles com a maior parcela da população com vacinação completa: 73,17% de seus habitantes. Na sequência, estão Mato Grosso do Sul (67,03%), Rio Grande do Sul (66,38%), Santa Catarina (65,54%) e Paraná (64,61%).

Os paulistas também aparecem na primeira posição quanto à porcentagem de habitantes que já tomaram a primeira dose: 81,21% da população local. Santa Catarina (77,69%), Rio Grande do Sul (76,95%), Paraná (76,74%) e Minas Gerais (75,98%) vêm a seguir.

Brasil ignora testagem e adota, às cegas, estratégia de 'viver com a covid'

A estratégia da "covid zero" deu lugar à de "viver com a covid" na Coreia do Sul. Austrália, Nova Zelândia e Singapura, ao reduzirem as restrições, também decidiram lidar com a circulação viral. O novo plano, porém, não significa permitir a livre propagação, mas controlar o vírus por meio de dois pilares: vacinação e testagem.

No Brasil, onde mais da metade da população está com a imunização completa, a retomada das atividades esbarra justamente na falta de política de testagem —a melhor opção em termos sanitários e econômicos conforme a vacinação avança nos países, segundo especialistas.

Apesar de ser o terceiro no ranking de infecções pela doença —atrás apenas de Estados Unidos e Índia— o Brasil ocupa a 125º posição quando se trata da proporção de testes por milhão de habitantes, segundo o site wordometers.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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