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4 meses

Covid: 148,4 milhões de brasileiros completam vacinação, 69% da população

Mais de 148,4 milhões de brasileiros já concluíram o ciclo vacinal contra a covid-19 - JURANIR BADARó/ESTADÃO CONTEÚDO
Mais de 148,4 milhões de brasileiros já concluíram o ciclo vacinal contra a covid-19 Imagem: JURANIR BADARó/ESTADÃO CONTEÚDO

Colaboração para o UOL, em São Paulo

24/01/2022 20h02

Hoje, o Brasil alcançou a marca de 148,4 milhões de pessoas com vacinação completa contra a covid-19. Até aqui, 148.417.635 habitantes tomaram a segunda dose ou a dose única de imunizante contra a doença, o equivalente a 69,09% da população nacional. As informações são do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, com base nos dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

Entre ontem e hoje, 140.937 brasileiros finalizaram o ciclo vacinal - destes, 140.770 tomaram a segunda dose e outros 167, a única. Neste período, também foram vacinadas 216.002 pessoas com a primeira e 1.057.419 com a de reforço. Ao todo, foram aplicadas 1.414.358 doses de imunizante contra a covid-19 nas últimas 24 horas.

Até agora, o total de aplicação de primeiras doses chegou a 163.187.941, o que representa 75,96% da população do país. A dose de reforço já foi aplicada em 40.880.726 brasileiros, e 456.101 crianças entre 5 e 11 anos receberam a primeira dose.

O estado de São Paulo permanece na liderança entre aqueles com a maior porcentagem da população com vacinação completa: 79,06% de seus habitantes. Piauí (75,81%), Minas Gerais (73,19%), Mato Grosso do Sul (72,33%) e Rio Grande do Sul (71,9%) vêm a seguir.

Em termos percentuais, o Piauí continua em primeiro na aplicação da primeira dose: 83,3% da população local. Na sequência, estão São Paulo (82,59%), Santa Catarina (78,79%), Rio Grande do Sul (77,87%) e Minas Gerais (77,52%).

Diretor da OMS diz que é "perigoso" pensar que pandemia está perto do fim

O diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde) disse hoje que seria perigoso assumir que a altamente transmissível variante ômicron do coronavírus é a última cepa que surgirá e que o mundo está no final da pandemia de Covid-19.

Entretanto, Tedros Adhanom Ghebreyesus disse que é possível neste ano sair da fase aguda da pandemia em que a covid-19 representa uma emergência sanitária global se estratégias e ferramentas como testes e vacinas forem utilizadas de forma abrangente.

Falando na abertura da reunião do Conselho Executivo da entidade, Tedros disse que desde que a ômicron foi identificada pela primeira vez, há pouco mais de nove semanas, mais de 80 milhões de casos foram relatados à agência das Nações Unidas, mais do que em todo o ano de 2020.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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