PUBLICIDADE
Topo

Saúde

Covid: 169,1 milhões de brasileiros completam vacinação, 78,7% da população

Mais de 169,1 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 - Governo do Estado de SP/Divulgação
Mais de 169,1 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 Imagem: Governo do Estado de SP/Divulgação

Colaboração para o UOL, em São Paulo

03/08/2022 20h06

O Brasil manteve hoje (3) a marca de 169,1 milhões de pessoas com vacinação completa contra a covid-19. Até o momento, 169.165.894 habitantes foram imunizados com as duas doses ou com a dose única, o que representa 78,74% da população do país. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa integrado pelo UOL, com base nas informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Entre ontem e hoje, 52.394 brasileiros concluíram o ciclo vacinal, com a aplicação de 41.467 segundas doses e de 10.927 únicas. Neste intervalo, 27.383 pessoas se vacinaram com a primeira e 304.726 com as de reforço, totalizando 384.503 doses ministradas.

Até aqui, 179.959.368 habitantes tomaram a primeira dose, o correspondente a 83,77% da população nacional. O total de vacinados com a terceira chegou a 101.245.223, com 22.571.039 imunizados com a quarta.

Quanto à vacinação infantil, 13.411.212 crianças entre 3 e 11 anos foram imunizadas com a dose inicial, o equivalente a 50,75% da população desta faixa etária; 8.629.128 finalizaram o esquema vacinal (32,66%).

Desde as 20h de ontem, 23 estados informaram novos dados sobre a vacinação.

Em termos percentuais, o estado de São Paulo se mantém à frente entre aqueles com a maior parcela de sua população com vacinação completa: 87,67% de seus habitantes. A seguir, aparecem Piauí (87,58%), Ceará (84,27%), Paraná (81,98%) e Rio Grande do Sul (80,74%).

O Piauí, proporcionalmente, lidera em relação à aplicação da primeira dose: 93,76% da população local. São Paulo (90,3%), Ceará (87,9%), Pernambuco (86,18%) e Paraná (86,11%) vêm na sequência.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Saúde