Israelense suspeito de falsas ameaças de bomba nos EUA tem um 'tumor'

Rishon LeZion, Israel, 30 Mar 2017 (AFP) - O adolescente israelense-americano suspeito de ser o autor de dezenas de ameaças de bomba falsas com tons antissemitas no mundo, especialmente nos Estados Unidos, sofre de autismo e tem um tumor cerebral, afirmou nesta quinta-feira seu advogado em um tribunal israelense.

As ameaças feitas por este adolescente alimentaram especulações sobre uma escalada antissemita após a eleição do presidente Donald Trump.

Os juízes do Tribunal de Rishon Lezion (sul de Israel) decidiram nesta quinta-feira estender até 6 de abril a prisão provisória do adolescente de 18 anos, apesar do pedido de prisão domiciliar da defesa.

O tribunal proibiu revelar sua identidade.

Seu pai, que foi preso durante a investigação que envolveu o FBI, foi libertado.

O adolescente, preso em 23 de março em Ashkelon (sul de Israel), teria semeado o pânico por causa de seu comportamento, ou pelo menos perturbado a vida cotidiana em uma infinidade de centros comunitários judaicos e sinagogas nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia.

Na maioria dos casos, o jovem alertava para a iminente explosão de uma bomba, utilizando meios tecnológicos para distorcer sua voz, segundo a polícia.

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