É uma grande frente de expansão imobiliária, diz secretário sobre Arco do Futuro

São Paulo - Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Fernando de Mello Franco, secretário de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, falou sobre o projeto Arco do Futuro, que propõe a reformulação completa de 60 milhões de metros quadrados

Para viabilizar esse projeto todo, é preciso que o mercado imobiliário tenha interesses na área. Quais seriam eles?

Essa é uma área plana, com lotes de grandes proporções, em terrenos ainda mais baratos, que são servidos pelas Marginais, trens, metrô, no limite do centro expandido. É uma grande frente de expansão imobiliária.

Mas isso tudo não contribui para que essas áreas sejam ocupadas apenas por pessoas de maior renda, mantendo a população mais pobre nas periferias?

A expectativa é de que a cidade de São Paulo continue crescendo até 2040 e receba mais 1 milhão de pessoas. Estamos abrindo frente para essas pessoas. Além disso, estamos reservando 30% de todos os valores recebidos pela outorga onerosa desse projeto para que sejam investidos na própria área.

Esse projeto passou por audiências públicas e as grandes empreiteiras contribuiriam no processo. Qual foi o papel delas nesse plano?

Começamos com 40 e tantas empresas. E de 40 e tantas empresas, a Lava Jato afetou 40 e tantas empresas. Elas foram perdendo o interesse. Mas cada projeto apresentado ficou registrado. Aproveitamos muitas ideias para o que será apresentado na Câmara. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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