Defesa do ex-diretor da Dersa diz que sua prisão foi arbitrária

Eduardo Laguna

São Paulo

  • Foto: Agência Senado

    O engenheiro Paulo Vieira de Souza

    O engenheiro Paulo Vieira de Souza

A defesa do engenheiro Paulo Vieira de Souza informou na manhã desta sexta-feira, 6, que a prisão do ex-diretor de Engenharia do Dersa nos governos tucanos de Geraldo Alckmin e José Serra não tem qualquer relação com a Lava Jato. "Foi decretada no âmbito de processo sobre supostas irregularidades ocorridas em desapropriações para construção do Rodoanel Sul", informam os advogados Daniel Bialski e José Roberto Santoro.

No entendimento da defesa, a ordem de prisão do ex-diretor da Dersa foi uma medida "arbitrária, sem fundamentos legais, além de desnecessária diante do perfil e da rotina do investigado, sempre à disposição da Justiça".

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