Jornalistas italianos são os mais ameaçados da UE

BELGRADO, 25 NOV (ANSA) - A situação global demonstra uma piora geral para o jornalismo profissional, tanto na restrição da liberdade de imprensa como nos danos e riscos para os profissionais, denunciou o "Mapping Media Freedom", projeto desenvolvido pela Agência Europeia de Direitos Fundamentais.   

De acordo com o relatório, na União Europeia, os mais atacados são os jornalistas italianos. Apenas no ano de 2016, foram registrados na Itália 92 casos de agressões, ameaças ou ataques aos profissinais da comunicação. Os números se baseiam apenas nos casos que tiveram registros oficiais ou denunciados pela própria mídia, mas os dados são só um parâmetro e apontam uma crescimento gradativo. Em 2014, foram registrados 58 episódios de denúncia; em 2015, 82; e agora, 92. O relatório foi apresentado na última segunda-feira (21) por ocasião de abertura do 10º "Fórum da Organização de Mídia do Sudeste da Europa" (SEEMO), que acontece em Belgrado, capital da Sérvia. Além dos ataques pessoais e físicos, a liberdade de imprensa é o que mais se discute em toda mídia da UE devido à constante interferência política, à pressão para a revelação de fontes sigilosas e materias confidenciais e os ataques cibernéticos.   

(ANSA)
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