Papa critica "lógicas nacionais" que põem em risco o sonho da Europa
Cidade do Vaticano, 28 out (EFE).- O papa Francisco criticou neste sábado "as lógicas particulares e nacionais" que põem em risco o sonho dos fundadores da Europa e defendeu o diálogo para impedir que "formações extremistas e populistas" façam "do protesto o coração da sua mensagem".
Francisco fez hoje um discurso aos participantes de um fórum de diálogo sobre o futuro da Europa organizado no Vaticano e disse que "as lógicas particulares e nacionais correm o risco de frustrar os sonhos valentes dos fundadores da Europa".
Além disso, apostou no diálogo político e afirmou que, na sua ausência, "encontram terreno fértil" as formações "extremistas e populistas que fazem do protesto o coração da sua mensagem política, sem oferecer um projeto político como alternativa construtiva".
O papa pronunciou hoje seu quinto discurso sobre a Europa e a União Europeia (UE) e fez isso na cerimônia de conclusão do evento ""Repensando a Europa", organizado pela Santa Sé e a Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Europeia.
Do evento participaram figuras como o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, e o primeiro vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans.
"Os gritos das reivindicações substituem a voz do diálogo. De vários lugares se tem a sensação que o bem comum já não é o objetivo primário a perseguir e esse desinteresse é percebido por muitos cidadãos", lamentou o papa.
Para Francisco, "quem se entrincheira por trás das próprias posições, termina por sucumbir", e, portanto, longe de "construir trincheiras", os países europeus devem ter "a coragem de trabalhar para perseguir plenamente o sonho dos pais fundadores de uma Europa unida e concorde, comunidade de povos que desejam compartilhar um destino de desenvolvimento e de paz".
Francisco fez hoje um discurso aos participantes de um fórum de diálogo sobre o futuro da Europa organizado no Vaticano e disse que "as lógicas particulares e nacionais correm o risco de frustrar os sonhos valentes dos fundadores da Europa".
Além disso, apostou no diálogo político e afirmou que, na sua ausência, "encontram terreno fértil" as formações "extremistas e populistas que fazem do protesto o coração da sua mensagem política, sem oferecer um projeto político como alternativa construtiva".
O papa pronunciou hoje seu quinto discurso sobre a Europa e a União Europeia (UE) e fez isso na cerimônia de conclusão do evento ""Repensando a Europa", organizado pela Santa Sé e a Comissão das Conferências Episcopais da Comunidade Europeia.
Do evento participaram figuras como o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, e o primeiro vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans.
"Os gritos das reivindicações substituem a voz do diálogo. De vários lugares se tem a sensação que o bem comum já não é o objetivo primário a perseguir e esse desinteresse é percebido por muitos cidadãos", lamentou o papa.
Para Francisco, "quem se entrincheira por trás das próprias posições, termina por sucumbir", e, portanto, longe de "construir trincheiras", os países europeus devem ter "a coragem de trabalhar para perseguir plenamente o sonho dos pais fundadores de uma Europa unida e concorde, comunidade de povos que desejam compartilhar um destino de desenvolvimento e de paz".
ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}
Ocorreu um erro ao carregar os comentários.
Por favor, tente novamente mais tarde.
{{comments.total}} Comentário
{{comments.total}} Comentários
Seja o primeiro a comentar
Essa discussão está encerrada
Não é possivel enviar novos comentários.
Essa área é exclusiva para você, assinante, ler e comentar.
Só assinantes do UOL podem comentar
Ainda não é assinante? Assine já.
Se você já é assinante do UOL, faça seu login.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Reserve um tempo para ler as Regras de Uso para comentários.