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Pelo menos 17 mulheres foram queimadas e 11 morreram no Peru desde 2017

04/07/2018 13h40

Lima, 4 jul (EFE).- Pelo menos 17 mulheres foram queimadas pelos seus companheiros ou ex-companheiros, e 11 delas morreram desde 2017 até o momento, em uma das categorias mais cruéis de feminicídio no Peru, segundo um relatório da Defensoria Pública divulgada nesta quarta-feira em Lima.

O maior número de feminicídios a partir do uso de combustível ou água fervente para queimar as vítimas ocorreu na região Arequipa, ao sul do país, com quatro casos, seguido da capital Lima, com dois ataques mortais.

Além disso, nas regiões andinas de Cuzco, Puno e Ancash, na litorânea La Liberdad e na amazônica de São Martín há registros de um caso.

As tentativas de feminícidio por queimadura ocorreram em Lima (dois casos), Ancash, São Martín, Puno e Tacna.

O estudo da Defensoria acrescentou que, desde 2017 até o momento, também houve três feminicídios de mulheres grávidas em Lima, Lambayeque e La Liberdad, e outras seis tentativas de feminicídio de grávidas em Lima (três casos), Junín, Cuzco e Arequipa, sob outras modalidades de ataque.