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Presidentes de Honduras e Peru confirmam presença na posse de Bolsonaro

28/12/2018 15h26

Lima, 28 dez (EFE).- Os presidentes de Honduras, Juan Orlando Hernández, e do Peru, Martín Vizcarra, confirmaram nesta sexta-feira que virão a Brasília para assistir à posse de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil na próxima terça-feira.

A viagem de Vizcarra ao Brasil foi publicada no Diário Oficial do Peru hoje. A autorização para que ele venha a Brasília foi assinada pelo presidente do Congresso do país, Daniel Salaverry.

O documento também informa que Vizcarra será acompanhado de seu ministro de Relaçõse Exteriores, Néstor Popolizio.

A presença de Hernández foi confirmada em nota publicada pela Secretaria de Relações Exteriores de Honduras.

No texto, o órgão informa que presidente do país também terá encontros no Brasil com o presidente do Chile, Sebastián Piñera, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, e com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que já está no Rio de Janeiro e se reuniu com Bolsonaro na tarde de hoje.

Uma delegação oficial de Honduras visitou Israel na última semana. Eles foram recebidos por Netanyahu para discutir a possibilidade de mudar a embaixada hondurenha no país de Tel Aviv para Jerusalém, seguindo os passos dos Estados Unidos, uma decisão que Bolsonaro também cogita tomar depois da posse.

O ministro da Presidência de Honduras, Ebal Díaz, disse recentemente que o país continua analisando a possibilidade de mudar a embaixada em Israel para Jerusalém.

"Continuamos fazendo uma análise do contexto internacional e nacional. E, no futuro, informaremos a decisão que vamos tomar", disse Díaz em entrevista coletiva na sede do governo.

Segundo a imprensa local, o governo de Hernández estaria fazendo algumas exigências a Netanyahu. Uma delas seria a abertura de uma embaixada de Israel em Tegucigalpa, a capital de Honduras.

Hernández também quer o apoio de Israel e usar a proximidade de Netanyahu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para melhorar as relações entre seu governo e a Casa Branca. EFE

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